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A técnica em que o sistema arterial ou venoso de um órgão é preservado após injeção de substância acrílica auto- polimerizante e destruição de todos os outros tecidos denomina-se
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Comida crua é mais saudável
Flávio Dieguez e Marcelo Affini
Como essa história começou, ninguém sabe ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta(C): após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos(E) (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo(B) - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes, isso tem. Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes, como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta. Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões, ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água, que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus, bem picadinhos, em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco com uma tampa para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus. Para experimentar, é só deixar leguminosas e cereais imersos em água, por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir. “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução(D) dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la. “Isso atenua seus fatores antinutricionais(A), aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
http://super.abril.com.br/alimentacao/comida-crua-mais-saudavel- 622326.shtml
A expressão em destaque que NÃO se refere a algo anteriormente mencionado no texto é
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Ao seccionar e retirar a calota craniana e duramáter, observa-se que a pia-máter encontra-se recoberta por um líquido viscoso e esbranquiçado, evidenciando infecção. Com base apenas nesta evidência macroscópica, pode-se esperar que esse seja um quadro de
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Comida crua é mais saudável
Flávio Dieguez e Marcelo Affini
Como essa história começou, ninguém sabe ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta: após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes, isso tem. Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes(C), como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta. Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões, ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar(A) nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água, que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus(E), bem picadinhos, em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco(D) com uma tampa para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus. Para experimentar, é só deixar(C) leguminosas e cereais imersos em água, por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir. “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la. “Isso atenua seus fatores antinutricionais, aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
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A alternativa em que a forma verbal destacada NÃO funciona como verbo de ligação se encontra em
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Comida crua é mais saudável
Flávio Dieguez e Marcelo Affini
Como essa história começou, ninguém sabe ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta: após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou(C) à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes(D), isso tem. Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes, como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta. Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões(A), ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água, que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus(E), bem picadinhos(B), em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco com uma tampa para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus. Para experimentar, é só deixar leguminosas e cereais imersos em água, por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir. “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la. “Isso atenua seus fatores antinutricionais, aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
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Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito das expressões destacadas.
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Assinale a alternativa INCORRETA. As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), obedecerão aos seguintes princípios
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Com relação ao sistema osteoarticular, assinale a alternativa correta.
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Para a utilização de angiotécnica a fim de evidenciar a vascularização do coração, são necessárias várias etapas. Considerando a lavagem para retirada dos coágulos, qual seria a segunda etapa?
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Comida crua é mais saudável
Flávio Dieguez e Marcelo Affini
Como essa história começou, ninguém sabe ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta: após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes, isso tem. Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes, como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta. Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição(B)”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões, ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água(C), que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus, bem picadinhos, em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco com uma tampa para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus(A). Para experimentar, é só deixar leguminosas e cereais imersos em água, por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir(D). “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la(E). “Isso atenua seus fatores antinutricionais, aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
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Um exemplo de figura de estilo se encontra em
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Como essa história começou, ninguém sabe ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta: após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes, isso tem. Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes, como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta. Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões, ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água, que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus, bem picadinhos, em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco com uma tampa para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus. Para experimentar, é só deixar leguminosas e cereais imersos em água, por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir. “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la. “Isso atenua seus fatores antinutricionais, aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a respeito das expressões destacadas.
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