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Foram encontradas 50 questões.

2282986 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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“Nesse tipo de anemia, as hemácias observadas no esfregaço são grandes e ovais, podendo ser encontradas também algumas hemácias nucleadas. A dosagem de vitamina B12 e folato sérico servem como testes de triagem para a detecção desses casos”.
A descrição do enunciado refere-se às
 

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Gustavo comeu 3 pedaços de uma pizza inteira, cada pedaço com !$ {\large 1 \over 6} !$ do total. Sendo assim, quanto dessa pizza Gustavo comeu?
 

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Crianças que possuem demais Elas já tendem a acumular muita tralha, não comece essa loucura antes mesmo de elas nascerem, pelo bem delas e do planeta
Isabel Clemente
[...]O excesso que pauta a ideia do que precisamos ter para viver está tirando a noção de muita gente. Desde que os sacos de pipoca quadruplicaram de tamanho passamos a acumular em casa e no corpo os excessos da vida insustentável. Consumimos e comemos demais. A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso. Está faltando freio. Ostentar virou um modo de vida numa sociedade cheia de peças faltando. E abro um parêntese importante aqui para dizer que mania de acumulação não é privilégio dos ricos, muito menos dos famosos. Pode ser que as celebridades, depois das declarações públicas, promovam uma doação em peso de tudo que ganharam e, para não magoar ninguém, façam segredo disso. Vai saber.
O apego é um hábito ruim e democrático: assola pessoas das mais variadas classes. E não afetam só o fulano que pode se tornar um consumidor compulsivo eternamente insatisfeito, como até pesquisas mostram. Há males nesse comportamento que prejudicam todos ao redor.
Pesquisadores da Northwestern University (EUA ) encontraram uma forte correlação entre indivíduos materialistas e um comportamento antissocial, egoísta e competitivo. Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista é apresentar um nível maior de ansiedade e insatisfação com a própria vida. São pessoas que costumam dar ênfase demais a si mesmas e não se envolvem de forma profunda e colaborativa com os demais, de acordo com os experimentos conduzidos por psicólogos e médicos.
O egoísta é aquele que depois vai, no mínimo, estacionar o carro na vaga de cadeirante ou de idoso sem pertencer a nenhuma das duas categorias porque “precisava urgentemente”. A urgência dele é sempre maior do que a do outro.
A identidade de uma pessoa não depende apenas de sua índole. Sofre influência do ambiente e da interação até circunstancial com os outros. Por um complexo sistema de trocas subjetivas é que o aprendizado acontece enquanto incorpora valores nos quais acredita. Se ela cresce acostumada à ideia de que precisa de muito, jamais saberá o que é lidar com pouco, não entenderá a diferença entre o que é e o que tem, desenvolvendo grandes chances de buscar aceitação social por aquilo que possui.
Dosar as posses dos nossos filhos é algo que está em nossas mãos durante um certo (e curto) período da vida deles. É uma atitude que, por um lado, ensina um pouco sobre desprendimento e, por outro, auxilia na organização da própria vida. Cabe aos responsáveis estabelecer regras e apresentar propostas sadias para que o quarto do filho - e consequentemente a vida dele - não se torne um depósito infinito de tudo que ele irá ganhar durante a vida.
Crianças requerem atenção redobrada porque são seres em formação. Estão mais propensas a terem o foco desviado. Presas fáceis dos comerciais na televisão, conhecem todos os brinquedos que não têm. Querem quase tudo porque está para nascer o ser humano imune a tanto apelo. Ensinálas nesse ambiente adverso dá mais trabalho. Passa pelo exemplo e pelo convencimento, ou você ouvirá da sua filha de quatro anos que seu armário também está cheio de roupas, quando a ela for negado um novo brinquedinho no mesmo dia em que você tiver comprado uma blusa.
Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas, sempre rolam discussões e argumentações que aos poucos constroem nas crianças um pouco dos princípios nos quais eu e meu marido acreditamos. É preciso abrir mão enquanto o brinquedo e a roupa forem úteis e bons a quem os herdar. Não podemos ter vergonha daquilo que estamos doando. E se sentir saudade depois daquilo que perdeu, ótimo, faz parte do crescimento também saber lidar com perdas.
Crianças que possuem demais sofrem do mesmo mal do adulto obrigado a fazer escolhas em demasia todos os dias, não valorizam o que têm, perdem tempo e sentem-se perdidas.
Essa é a lógica que procuro empregar na minha vida, mas quem ouviu aquele disparate da filha de quatro anos fui eu.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/isabel-clemente/
“Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista...” No período acima, a oração destacada
 

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2282215 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Paciente de 34 anos, sexo feminino, procura o serviço de saúde e, após passar por consulta com o clínico e apresentar os resultados de exames laboratoriais, recebe o diagnóstico de infecção urinária. Durante a anamnese, a paciente relatou ao médico ser alérgica a penicilina, o que pode ser confirmado pelo médico no prontuário do paciente. Com base no quadro, o médico informa à paciente que será prescrito um antimicrobiano da classe das quinolonas, que poderá ser utilizado por ela com segurança e eficácia. Qual dos medicamentos a seguir pertence à classe das quinolona?
 

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2281822 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Uma mulher de 27 anos procurou atendimento médico com queixa de edema intenso. Para avaliar a função renal, foram solicitados diversos exames, sendo que foi encontrada proteinúria maciça igual a 15 g/m² de superfície corporal e albumina plasmática igual a 0,8 g/dL. Não foi encontrada hematúria e a pressão arterial estava 110 x 60 mmHg. O edema intenso, associado à proteinúria e hipoalbuminemia ilustra um quadro de
 

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2281363 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Um homem de 45 anos buscou atendimento no pronto-atendimento de um hospital com queixa de dor abdominal com irradiação para o dorso com início súbito, acompanhada de náuseas e vômitos. O clínico suspeitou de pancreatite e solicitou ao laboratório a realização de alguns exames de sangue. Quais das enzimas a seguir devem estar entre as dosagens solicitadas para confirmação do diagnóstico de pancreatite?
 

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2281116 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Vários métodos analíticos são comumente utilizados para identificação e caracterização de substâncias com potencial ou não de atuarem como fármacos. Muitos deles são oficialmente descritos e padronizados pela Farmacopeia Brasileira, como a espectrometria e a cromatografia. Sobre estes dois métodos analíticos, assinale a alternativa correta.
 

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2280895 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Em uma consulta de rotina, um médico endocrinologista solicitou à sua paciente, uma mulher de 33 anos, portadora de hipotireoidismo, os seguintes exames: hemograma; THS; dosagem de T4 livre; glicemia em jejum e lipidograma. Quanto tempo a paciente deverá ficar em jejum e em que condição em relação à ingestão de líquidos a paciente deve ficar antes da coleta de sangue para a realização dos exames?
 

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2280669 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A urinálise é um teste laboratorial simples, não invasivo e de baixo custo que pode fornecer valiosas informações a respeito do trato urinário e de outros sistemas corporais. A avaliação do sedimento urinário pode alertar sobre importantes problemas quando o paciente encontra-se ainda assintomático. Para se obter bons resultados, é necessário que a coleta do material seja feita adequadamente. Sobre a coleta, o manuseio da urina e os exames realizados com a amostra, assinale a alternativa correta.
 

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Crianças que possuem demais Elas já tendem a acumular muita tralha, não comece essa loucura antes mesmo de elas nascerem, pelo bem delas e do planeta
Isabel Clemente
[...]O excesso que pauta a ideia do que precisamos ter para viver está tirando a noção de muita gente. Desde que os sacos de pipoca quadruplicaram de tamanho passamos a acumular em casa e no corpo os excessos da vida insustentável. Consumimos e comemos demais. A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso. Está faltando freio. Ostentar virou um modo de vida numa sociedade cheia de peças faltando. E abro um parêntese importante aqui para dizer que mania de acumulação não é privilégio dos ricos, muito menos dos famosos. Pode ser que as celebridades, depois das declarações públicas, promovam uma doação em peso de tudo que ganharam e, para não magoar ninguém, façam segredo disso. Vai saber.
O apego é um hábito ruim e democrático: assola pessoas das mais variadas classes. E não afetam só o fulano que pode se tornar um consumidor compulsivo eternamente insatisfeito, como até pesquisas mostram. Há males nesse comportamento que prejudicam todos ao redor.
Pesquisadores da Northwestern University (EUA ) encontraram uma forte correlação entre indivíduos materialistas e um comportamento antissocial, egoísta e competitivo. Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista é apresentar um nível maior de ansiedade e insatisfação com a própria vida. São pessoas que costumam dar ênfase demais a si mesmas e não se envolvem de forma profunda e colaborativa com os demais, de acordo com os experimentos conduzidos por psicólogos e médicos.
O egoísta é aquele que depois vai, no mínimo, estacionar o carro na vaga de cadeirante ou de idoso sem pertencer a nenhuma das duas categorias porque “precisava urgentemente”. A urgência dele é sempre maior do que a do outro.
A identidade de uma pessoa não depende apenas de sua índole. Sofre influência do ambiente e da interação até circunstancial com os outros. Por um complexo sistema de trocas subjetivas é que o aprendizado acontece enquanto incorpora valores nos quais acredita. Se ela cresce acostumada à ideia de que precisa de muito, jamais saberá o que é lidar com pouco, não entenderá a diferença entre o que é e o que tem, desenvolvendo grandes chances de buscar aceitação social por aquilo que possui.
Dosar as posses dos nossos filhos é algo que está em nossas mãos durante um certo (e curto) período da vida deles. É uma atitude que, por um lado, ensina um pouco sobre desprendimento e, por outro, auxilia na organização da própria vida. Cabe aos responsáveis estabelecer regras e apresentar propostas sadias para que o quarto do filho - e consequentemente a vida dele - não se torne um depósito infinito de tudo que ele irá ganhar durante a vida.
Crianças requerem atenção redobrada porque são seres em formação. Estão mais propensas a terem o foco desviado. Presas fáceis dos comerciais na televisão, conhecem todos os brinquedos que não têm. Querem quase tudo porque está para nascer o ser humano imune a tanto apelo. Ensinálas nesse ambiente adverso dá mais trabalho. Passa pelo exemplo e pelo convencimento, ou você ouvirá da sua filha de quatro anos que seu armário também está cheio de roupas, quando a ela for negado um novo brinquedinho no mesmo dia em que você tiver comprado uma blusa.
Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas, sempre rolam discussões e argumentações que aos poucos constroem nas crianças um pouco dos princípios nos quais eu e meu marido acreditamos. É preciso abrir mão enquanto o brinquedo e a roupa forem úteis e bons a quem os herdar. Não podemos ter vergonha daquilo que estamos doando. E se sentir saudade depois daquilo que perdeu, ótimo, faz parte do crescimento também saber lidar com perdas.
Crianças que possuem demais sofrem do mesmo mal do adulto obrigado a fazer escolhas em demasia todos os dias, não valorizam o que têm, perdem tempo e sentem-se perdidas.
Essa é a lógica que procuro empregar na minha vida, mas quem ouviu aquele disparate da filha de quatro anos fui eu.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/isabel-clemente/
De acordo com o texto,
 

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