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( ) A litotripsia externa por ondas de choque pode levar a um trauma semelhante a uma contusão renal, o que eventualmente pode acarretar sequela clínica.
( ) Durante a nefrolitotripsia percutânea, a perfuração do cólon é uma complicação séria, mas que geralmente ocorre no retroperitônio e, por isso, é rara a ocorrência de sinais e sintomas de peritonite.
( ) Devido aos relatos de estenose ureteral desencadeada por ureterorrenolitotripsia transureteroscópica mesmo em casos não complicados, está indicada a realização de exames de imagem em todos os pacientes para verificar essa possibilidade, ainda que estejam assintomáticos.
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Sobre as neoplasias benignas da bexiga, relacione as lesões com as descrições correspondentes e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Metaplasia epitelial.
2. Leucoplasia.
3. Papiloma invertido.
4. Papiloma.
5. Cistite glandular.
( ) É um achado comum em bexigas normais, podendo estar associado com obstrução ou inflamação crônica. Caracteriza-se por ninhos císticos revestidos por epitélio colunar. Pode estar associado com lipomatose pélvica e em alguns casos pode ocupar toda a bexiga. Há alguns casos descritos de transformação maligna para adenocarcinoma, sendo portanto recomendável a avaliação endoscópica regular desses pacientes.
( ) Áreas focais de urotélio transformado com arquitetura celular e nuclear sem atipias, entremeadas por urotélio normal, usualmente localizadas no trígono vesical, compostas de células escamosas (aspecto nodoso, revestidas por material escamoso, facilmente descolado), ou glandulares (aglomerados de mucosa elevada e avermelhada, com aspecto inflamatório). O tratamento é desnecessário.
( ) Áreas de aspecto inflamatório na mucosa vesical, particularmente associadas à presença de deposição de material queratinizado que é visto no exame endoscópico em suspensão, flutuando na bexiga. Nenhum tratamento é necessário.
( ) Lesão proliferativa que é associada com inflamação crônica ou obstrução do colo vesical, que pode estar presente em qualquer área da bexiga, mas é mais frequente no trígono. Caracteristicamente, apresenta um padrão de crescimento histológico invaginante a partir do urotélio em direção à lâmina própria, mas não atinge a muscular da bexiga. Tratamento é a ressecção endoscópica e é diagnóstico diferencial de tumor urotelial.
( ) Lesão proliferativa em que o epitélio
dispõe-se em arranjo papilífero,
semelhante a couve-flor, ao longo
de delicados eixos conjuntivos
vasculares. Já foi considerado como
tumor Ta grau 1, até que a classificação
de tumores não invasivos mudou em
1998. Pode recidivar, mas não invade
nem progride.
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