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Uma criança de 6 anos comparece à consulta com um
otorrinolaringologista apresentando história de roncos noturnos
altos, sono agitado, apneia noturna presenciada pelos pais e
hiperatividade durante o dia.
Ao exame, são constatados IMC 20, fácies alongada, palato ogival e amígdala grau IV. Uma endoscopia nasal evidencia hipertrofia de tonsila faríngea ocupando 90% da luz do cavum.
Nesse cenário clínico, o tratamento indicado para essa criança deve ser:
Ao exame, são constatados IMC 20, fácies alongada, palato ogival e amígdala grau IV. Uma endoscopia nasal evidencia hipertrofia de tonsila faríngea ocupando 90% da luz do cavum.
Nesse cenário clínico, o tratamento indicado para essa criança deve ser:
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Um paciente de 35 anos comparece à consulta com um
otorrinolaringologista com queixa de obstrução nasal à esquerda
e roncos noturnos que incomodam a esposa. Nega sonolência
excessiva diurna ou apneia presenciada. Traz polissonografia tipo
I com IAH de 3.
O exame otorrinolaringológico evidencia desvio septal à esquerda, hipertrofia de cornetos, amígdala grau 4 e palato normal. A escala de Mallampati modificada aponta grau I, e o IMC é de 23.
A conduta mais adequada para esse paciente é:
O exame otorrinolaringológico evidencia desvio septal à esquerda, hipertrofia de cornetos, amígdala grau 4 e palato normal. A escala de Mallampati modificada aponta grau I, e o IMC é de 23.
A conduta mais adequada para esse paciente é:
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Um paciente de 50 anos, com IMC 37 e história de roncos
noturnos altos e sonolência excessiva diurna, leva para consulta
um exame de polissonografia tipo I, com IAH de 54.
O resultado da polissonografia indica que esse paciente apresenta:
O resultado da polissonografia indica que esse paciente apresenta:
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Uma paciente de 45 anos comparece à consulta médica com
queixa de globus faríngeo, pigarro e disfonia leve. Uma
videolaringoscopia revela hiperemia de aritenoide, espessamento
interaritenoideo e edema retrocricoide.
O diagnóstico mais provável dessa paciente é:
O diagnóstico mais provável dessa paciente é:
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Um paciente de 49 anos, com quadro de rinopatia alérgica e
asma, apresenta um quadro de obstrução nasal crônica e
rinorreia escurecida tipo mucina. A videoendoscopia nasal
evidenciou a presença de pólipos em ambas as fossas nasais e
secreção nasal amarronzada.
Diante do exposto acima, a hipótese diagnóstica mais provável é:
Diante do exposto acima, a hipótese diagnóstica mais provável é:
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Um paciente de 50 anos, sem doenças crônicas, apresenta
história de obstrução nasal, secreção nasal e hiposmia há mais de
12 semanas. Realizou tratamento com antibiótico sem resposta
adequada. A tomografia computadorizada de cavidades
paranasais evidenciou presença de velamento em seio maxilar
esquerdo com material hiperdenso de permeio com calcificações
lineares em seu interior.
Com base na história clínica e nos achados tomográficos, a hipótese diagnóstica mais provável é:
Com base na história clínica e nos achados tomográficos, a hipótese diagnóstica mais provável é:
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Um adolescente de 15 anos, com história de obstrução nasal à
direita associada a epistaxes à direita, de repetição e de grande
intensidade, já tendo sido submetido a 3 tamponamentos nasais
anteroposteriores à direita no último ano, realiza uma tomografia
computadorizada de seios paranasais para investigação
diagnóstica. O laudo revela massa na nasofaringe à direita,
alargando a fossa pterigopalatina e deslocando anteriormente a
parede posterior do antro maxilar.
Com base na história clínica e nos achados tomográficos, o diagnóstico desse paciente é:
Com base na história clínica e nos achados tomográficos, o diagnóstico desse paciente é:
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Uma paciente de 50 anos apresenta queixa de tontura e
instabilidade nos últimos 5 meses, que são desencadeadas por
privação do sono, ambientes com muito movimento e estímulos
visuais intensos. Relata possuir transtorno de ansiedade, sem
tratamento no último ano. Nega hipoacusia ou zumbido. Ao
exame otorrinolaringológico, constatam-se os seguintes
resultados: ausência de nistagmo espontâneo, ausência de
nistagmo semi espontâneo, manobra de Dix Hallpike negativa,
head impulse test negativo e teste de Skew normal.
Frente ao quadro descrito, a principal hipótese diagnóstica é:
Frente ao quadro descrito, a principal hipótese diagnóstica é:
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Uma paciente de 65 anos apresenta aumento do volume da
tireoide, com invasão torácica parcial, ocasionando disfagia,
dispneia e cansaço. A radiografia de tórax evidencia uma massa
na região superior de mediastino.
Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica para esse caso é:
Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica para esse caso é:
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Um paciente de 40 anos, com história de aumento de volume em
região cervical anterior há cerca de 1 ano, de forma lenta e
gradual, comparece ao otorrinolaringologista. Nega disfagia,
disfonia e também tabagismo.
Ao exame, verificam-se o aumento do volume da tireoide, não sendo palpável nenhum nódulo, e ausência de linfonodomegalia cervical.
De acordo com o descrito acima, a principal hipótese diagnóstica para o caso é:
Ao exame, verificam-se o aumento do volume da tireoide, não sendo palpável nenhum nódulo, e ausência de linfonodomegalia cervical.
De acordo com o descrito acima, a principal hipótese diagnóstica para o caso é:
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