Foram encontradas 80 questões.
Paciente do sexo masculino de 52 anos, hipertenso e diabético
tipo 2, procura ambulatório de gastroenterologia para avaliação
de elevação discreta de ALT e AST detectada em exame de rotina.
Ele nega consumo relevante de álcool, medicamentos
hepatotóxicos ou história de hepatite viral. Apresenta IMC
31 kg/m2
, circunferência abdominal 105 cm, sem icterícia ou
hepatomegalia palpável. Ultrassonografia abdominal demonstra
fígado hiperecogênico difusamente, compatível com esteatose.
A melhor conduta para avaliar o estágio de fibrose hepática nesse paciente é
A melhor conduta para avaliar o estágio de fibrose hepática nesse paciente é
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Paciente do sexo feminino, 38 anos, previamente saudável,
apresenta astenia, icterícia e elevação persistente de
transaminases há 6 meses. Sorologias virais para hepatite A, B e C
são negativas. Dosagem de autoanticorpos revela ANA positivo
1:320, anti-SMA positivo e IgG sérica elevada.
Foi iniciada Prednisona 40 mg/dia com resposta parcial: as transaminases reduziram, mas permanecem 2 a 3 vezes acima do normal após 12 semanas de tratamento. O exame histopatológico prévio de biópsia hepática confirma hepatite autoimune tipo 1.
A conduta mais adequada neste momento é
Foi iniciada Prednisona 40 mg/dia com resposta parcial: as transaminases reduziram, mas permanecem 2 a 3 vezes acima do normal após 12 semanas de tratamento. O exame histopatológico prévio de biópsia hepática confirma hepatite autoimune tipo 1.
A conduta mais adequada neste momento é
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Paciente do sexo masculino, 56 anos, natural do interior da Bahia,
portador de hepatite B crônica desde a juventude, é
acompanhado no ambulatório de hepatologia. Há 4 anos foi
diagnosticado com cirrose hepática compensada (Child-Pugh A,
MELD 9). No momento, o paciente está assintomático, em uso de
tenofovir, sem sinais de descompensação. Nega alcoolismo.
Exames recentes mostram uma alfafetoproteína de 8 ng/mL e
ultrassonografia de abdome sem lesões focais.
Considerando o risco para o desenvolvimento de carcinoma hepatocelular (CHC), a conduta adequada para rastreamento desse paciente é
Considerando o risco para o desenvolvimento de carcinoma hepatocelular (CHC), a conduta adequada para rastreamento desse paciente é
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Paciente do sexo masculino, 60 anos, etilista crônico, apresenta
aumento do volume abdominal, edema dos membros inferiores e
sonolência nas últimas 24 horas. Encontra-se ictérico (++/4+),
com abdome globoso com ascite volumosa e circulação colateral.
Edema em tornozelos. É realizada paracentese diagnóstica que
mostra ascite turva, proteína total 1,0 g/dL e contagem de
neutrófilos 320/mm3
.
A conduta mais adequada para esse paciente é
A conduta mais adequada para esse paciente é
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Paciente do sexo feminino, 56 anos, com história de colelitíase
conhecida, procura pronto atendimento com icterícia, colúria e
dor no quadrante superior direito do abdome há 3 dias. Relata
febre nos últimos 2 dias.
Exames laboratoriais mostram aumento de bilirrubinas com predomínio de fração direta, assim como da fosfatase alcalina e gama-glutamiltransferase. Transaminases hepáticas normais. Ultrassonografia abdominal evidencia cálculo impactado no infundíbulo vesicular, dilatação do colédoco proximal e ausência de litíase no colédoco. Colangiorressonância magnética confirma compressão extrínseca do colédoco comum pelo cálculo, compatível com síndrome de Mirizzi tipo I de Csendes.
A conduta mais adequada é realizar
Exames laboratoriais mostram aumento de bilirrubinas com predomínio de fração direta, assim como da fosfatase alcalina e gama-glutamiltransferase. Transaminases hepáticas normais. Ultrassonografia abdominal evidencia cálculo impactado no infundíbulo vesicular, dilatação do colédoco proximal e ausência de litíase no colédoco. Colangiorressonância magnética confirma compressão extrínseca do colédoco comum pelo cálculo, compatível com síndrome de Mirizzi tipo I de Csendes.
A conduta mais adequada é realizar
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Paciente do sexo masculino, 54 anos, etilista crônico, procura
pronto-atendimento com dor epigástrica intensa irradiada para a
região dorsal, náuseas e vômitos há 24 horas.
Ao exame, encontra-se com abdome doloroso difusamente, sem sinais de peritonite, PA 90/60 mmHg, FC 120 bpm e febre de 38,3 ºC. Exames laboratoriais com amilase de 1200 U/L (valor de referência < 100), lipase 3500 U/L (valor de referência < 160) e leucocitose (18.000/mm3 ). Tomografia de abdome com contraste realizada 48 horas após o início dos sintomas mostra pancreatite aguda com áreas de necrose pancreática e líquido peripancreático.
A conduta inicial mais adequada é
Ao exame, encontra-se com abdome doloroso difusamente, sem sinais de peritonite, PA 90/60 mmHg, FC 120 bpm e febre de 38,3 ºC. Exames laboratoriais com amilase de 1200 U/L (valor de referência < 100), lipase 3500 U/L (valor de referência < 160) e leucocitose (18.000/mm3 ). Tomografia de abdome com contraste realizada 48 horas após o início dos sintomas mostra pancreatite aguda com áreas de necrose pancreática e líquido peripancreático.
A conduta inicial mais adequada é
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Paciente do sexo masculino, 34 anos, portador de retocolite
ulcerativa (RCU) pancolônica há 6 anos, apresenta quadro de dor
abdominal difusa intensa, distensão abdominal progressiva,
febre, diarreia mucossanguinolenta e dificuldades respiratórias
com início há cerca de 72 horas.
Encontra-se com abdome distendido, doloroso difusamente, hipertimpânico, taquicárdico e com hipotensão, além de taquipneia. Exames laboratoriais mostram leucocitose e PCR elevada. Radiografia de abdome revela diâmetro de cólon transverso de 7,5 cm.
A conduta mais adequada nesse caso é
Encontra-se com abdome distendido, doloroso difusamente, hipertimpânico, taquicárdico e com hipotensão, além de taquipneia. Exames laboratoriais mostram leucocitose e PCR elevada. Radiografia de abdome revela diâmetro de cólon transverso de 7,5 cm.
A conduta mais adequada nesse caso é
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Paciente do sexo masculino, 29 anos, portador de doença de
Crohn há 8 anos, com acometimento ileocecal. Evoluiu ao longo
dos anos com múltiplas hospitalizações por obstrução intestinal.
Atualmente, apresenta dor crônica, emagrecimento de 10 kg, distensão abdominal e episódios recorrentes de suboclusão, mesmo após uso otimizado de imunobiológicos anti-TNF e azatioprina.
Colonoscopia realizada mostra estenose de 4 cm em íleo distal, não passível de dilatação endoscópica. Tomografia de abdome evidencia espessamento parietal no íleo distal, confirmado por êntero-ressonância magnética, com dilatação de alças a montante e sinais imagiológicos compatíveis com estenose cicatricial.
A conduta mais adequada nesse caso é
Atualmente, apresenta dor crônica, emagrecimento de 10 kg, distensão abdominal e episódios recorrentes de suboclusão, mesmo após uso otimizado de imunobiológicos anti-TNF e azatioprina.
Colonoscopia realizada mostra estenose de 4 cm em íleo distal, não passível de dilatação endoscópica. Tomografia de abdome evidencia espessamento parietal no íleo distal, confirmado por êntero-ressonância magnética, com dilatação de alças a montante e sinais imagiológicos compatíveis com estenose cicatricial.
A conduta mais adequada nesse caso é
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Paciente de 27 anos, feminina, previamente hígida, procurou
atendimento por quadro de diarreia crônica, distensão abdominal
e perda ponderal de 5 kg nos últimos 3 meses.
Foram realizados os seguintes exames: sorologia para anticorpo anti-transglutaminase tecidual IgA positiva e biópsia do intestino delgado mostrando atrofia vilositária parcial e hiperplasia de criptas, compatível com doença celíaca.
A conduta mais adequada para essa paciente é
Foram realizados os seguintes exames: sorologia para anticorpo anti-transglutaminase tecidual IgA positiva e biópsia do intestino delgado mostrando atrofia vilositária parcial e hiperplasia de criptas, compatível com doença celíaca.
A conduta mais adequada para essa paciente é
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Durante colonoscopia de rastreamento em paciente do sexo
masculino com 63 anos, foi identificado um pólipo pediculado de
1,8 cm no cólon sigmoide. O pólipo foi ressecado
endoscopicamente em peça única. O laudo anatomopatológico
demonstrou adenocarcinoma bem diferenciado restrito à porção
cefálica do pólipo (Haggitt 1). Margens livres de neoplasia.
Ausência de invasão linfovascular.
A conduta mais adequada para esse paciente é
A conduta mais adequada para esse paciente é
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