Foram encontradas 50 questões.
Para responder a questão, leia o texto abaixo.
Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Assinale a alternativa que apresenta a conjunção que poderia substituir a palavra destacada no período abaixo, sem alteração de sentido.
“Eu não sou preconceituoso, mas...”
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Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Assinale a alternativa que classifica, correta e respectivamente, as palavras destacadas no período abaixo.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente.
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Para responder a questão, leia o texto abaixo.
Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Considere as afirmativas abaixo.
I. O autor considera que o Brasil é um pais não preconceituoso, em que há miscigenação e os direitos de todos são iguais.
II. Muitas vezes, a pessoa não percebe que suas práticas cotidianas de discriminação caracterizam preconceito.
III. A criminalização da discriminação garante que não haja preconceito no país.
Está correto o que se afirma somente em:
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Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Considere as afirmativas abaixo.
I. Segundo o texto, a oração inicial “eu não sou preconceituoso” indica que a pessoa, na verdade, vai enunciar algo preconceituoso.
II. Segundo o texto, a pessoa afirma que não é preconceituosa porque, muitas vezes, não se enxerga como tal.
III. Segundo o texto, as pessoas só não admitem seu preconceito porque isso é crime.
Está correto o que se afirma somente em:
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- Modelo OSIIntrodução ao Modelo OSI
- Modelo OSIModelo OSI: Camada Física
- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Enlace
- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Rede
Com base no Modelo OSI, ordene as camadas, da menor para a maior, com o seu respectivo nome técnico:
(A) Ligação de Dados
(B) Aplicação
(C) Física
(D) Rede
(E) Sessão
(F) Transporte
(G) Apresentação
Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta das letras:
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Complete respectivamente a seguinte frase com a alternativa tecnicamente correta: “O endereço IP, na versão 4 do IP (IPv4), é um número de . Existe uma outra versão do IP, a versão 6 (IPv6) que utiliza um número de ":
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- Equipamentos de RedeBridge
- Equipamentos de RedeHub
- Equipamentos de RedeRoteador
- Equipamentos de RedeSwitch
Dispositivo de rede que transmite ou difunde determinada informação, tendo, como principal característica, que a mesma informação está sendo enviada para muitos receptores ao mesmo tempo (broadcast):
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Uma porta de impressora é o local do sistema usado para se comunicar com a impressora. Em sistemas Linux, uma das portas da impressora paralela para ser instalada pode ser identificada como:
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- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoCabeamento Estruturado
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoMeio de Transmissão: Par Trançado
Segundo as normas oficiais de Cabeamento Estruturado as mídias-padrão para a transmissão de dados são:
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O LibreOffice usa os formatos de arquivo baseado em XML (eXtensible Markup Language) desenvolvido como um padrão para a indústria. Esses arquivos podem ser facilmente descompactados e lidos por qualquer editor de texto, e seu modelo é aberto e público. Esse formato denomina-se:
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