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A deglutição é considerada uma atividade neuromuscular muito complexa. Quando essa atividade é rompida, por alterações nesse processo, ocorrerá a deglutição atípica. Desde 1996, Altmann já mencionava alterações oromifuncionais comuns a pacientes com deglutição atípica. Com base nessas alterações oromiofuncionais citadas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A deglutição atípica ocorre quando há palato ogival e hipotonia do músculo esternocleidomastóideo, tornando a deglutição inadequada.
( ) A deglutição atípica ocorre quando há apraxia oral, flacidez da musculatura de língua, ceceio e alterações dentárias, tornando a deglutição inadequada.
( ) A deglutição atípica ocorre quando há respiração bucal, flacidez da musculatura de lábios, bochecha, dos músculos elevadores da mandíbula e interposição de língua, tornando a deglutição inadequada.
( ) A deglutição atípica ocorre quando há respiração nasal, flacidez da musculatura dos músculos elevadores da mandíbula, ceceio e alterações de ponto articulatório, tornando a deglutição inadequada.
A sequência está correta em
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Existe na literatura especializada, algumas abordagens clínicas para atuação fonoaudiológica com a gagueira. Em relação às abordagens neurolinguística e motora e à abordagem fenomenológica da disfluência, analise.
I. Abordagens neurolinguística e motora: estruturadas a partir de fundamentações da genética e de estudos neurofisiológicos para a descrição da programação linguística e motora para a trajetória da fala na gagueira. Tendo como referência um perfil normal de fluência, realiza a avaliação e elenco das atividades propostas para a terapia com indivíduos gagos.
II. Abordagens neurolinguística e motora: norteiam que o tratamento deve se basear em evidências, as quais devem ter suporte de pesquisas, além de responder a questões clinicamente relevantes e integrar o julgamento clínico, as circunstâncias e as preferências do cliente.
III. Abordagem fenomenológica da disfluência: sugere que os profissionais que lidam com a gagueira procurem, diante de cada gago, mapear a sua gagueira, isto é, descrever os grupos musculares que constituem a gagueira que se mostra no corpo desse gago, explicitando sua atuação atípica no processo da fala do gago. Descrever o que não varia de gago para gago e de momento para momento de gagueira, e o que varia de acordo com a pessoa e com a situação.
IV. Abordagem fenomenológica da disfluência: entende-se que esse conhecimento será suficiente para que se entenda como é a gagueira de cada gago e se trabalhe na terapia o que precisa ser modificado em direção à fluência.
Estão corretas as afirmativas
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