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Foram encontradas 80 questões.

2557825 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Determine o valor do seguinte limite:

!$ \underset{x\rightarrow 1 }{\lim } \left( \large{x-1 \over x^2-1} \right) !$.

 

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2557815 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Which sequence completes the sentences correctly?

1. That man died he lived, fighting.
2.1 wasn’t expecting cold weather.
3. Don’t use your plate an ashtray.
4. That’s John’s bike, unless I’m mistaken.
5. They’re fools.

 

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2556294 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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No laboratório de Física da EFOMM existe um galvanômetro de resistência interna 0,80 !$ Ω !$, que pode medir, sem se danificar, correntes de intensidade de até 20 mA. Tenente Rocha, professor de física da EFOMM, resolveu associar ao galvanômetro um resistor denominado shunt, para que ele se tome um miliamperímetro de fundo de escala 200 mA. Qual deverá ser o valor do shunt associado e o valor da resistência do miliamperímetro, respectivamente?

 

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2554999 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Uma bola encontra-se em repouso no ponto mais elevado de um morro semicircular de raio R, conforme indica a figura abaixo. Se !$ \overline{v_0} !$ é a velocidade adquirida pela bola imediatamente após um arremesso horizontal, determine o menor valor de !$ \left\vert \vec{v_0} \right\vert !$ para que ela chegue à região horizontal do solo sem atingir o morro durante sua queda. Desconsidere a resistência do ar, bem como qualquer efeito de rotação da bola. Note que a aceleração da gravidade tem módulo g.

Enunciado 2967034-1

 

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2554976 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Passeio à Infância

Primeiro vamos lá embaixo no córrego; pegaremos dois pequenos carás dourados. E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca. Quer ir de batelão, na ilha, comer ingás? Ou vamos ficar bestando nessa areia onde o sol dourado atravessa a água rasa? Não catemos pedrinhas redondas para atiradeira, porque é urgente subir no morro; os sanhaços estão bicando os cajus maduros. É janeiro, grande mês de janeiro!

Podemos cortar folhas de pita, ir para o outro lado do morro e descer escorregando no capim até a beira do açude. Com dois paus de pita, faremos uma balsa, e, como o carnaval é no mês que vem, vamos apanhar tabatinga para fazer formas de máscaras. Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem um pé de saboneteira.

Se quiser, vamos. Converta-se, bela mulher estranha, numa simples menina de pernas magras e vamos passear nessa infância de uma terra longe. É verdade que jamais comeu angu de fundo de panela?

Bem pouca coisa eu sei: mas tudo que sei lhe ensino. Estaremos debaixo da goiabeira; eu cortarei uma forquilha com o canivete. Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras... Havia pitangueiras na praia? Tenho uma ideia vaga de pitangueiras junto à praia. Iremos catar conchas cor-de-rosa e búzios crespos, ou armar o alçapão junto do brejo para pegar papa-capim. Quer? Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão assada com manteiga? Eu lhe dou aipim ainda quente com melado. Talvez você fosse como aquela menina rica, de fora, que achou horrível nosso pobre doce de abóbora e coco.

Mas eu a levarei para a beira do ribeirão, na sombra fria do bambual; ali pescarei piaus. Há rolinhas. Ou então ir descendo o rio numa canoa bem devagar e de repente dar um galope na correnteza, passando rente às pedras, como se a canoa fosse um cavalo solto. Ou nadar mar afora até não poder mais e depois virar e ficar olhando as nuvens brancas. Bem pouca coisa eu sei; os outros meninos riram de mim porque cortei uma iba de assa-peixe. Lembro-me que vi o ladrão morrer afogado com os soldados de canoa dando tiros, e havia uma mulher do outro lado do rio gritando.

Mas como eu podería, mulher estranha, convertê-la em menina para subir comigo pela capoeira? Uma vez vi uma urutu junto de um tronco queimado; e me lembro de muitas meninas. Tinha uma que era para mim uma adoração. Ah, paixão da infância, paixão que não amarga. Assim eu queria gostar de você, mulher estranha que ora venho conhecer, homem maduro. Homem maduro, ido e vivido; mas quando a olhei, você estava distraída, meus olhos eram outra vez os encantados olhos daquele menino feio do segundo ano primário que quase não tinha coragem de olhar a menina um pouco mais alta da ponta direita do banco.

Adoração de infância. Ao menos você conhece um passarinho chamado saíra? E um passarinho miúdo: imagine uma saíra grande que de súbito aparecesse a um menino que só tivesse visto coleiros e curiós, ou pobres cambaxirras. Imagine um arco-íris visto na mais remota infância, sobre os morros e o rio. O menino da roça que pela primeira vez vê as algas do mar se balançando sob a onda clara, junto da pedra.

Ardente da mais pura paixão de beleza é a adoração da infância. Na minha adolescência você seria uma tortura. Quero levá-la para a meninice. Bem pouca coisa eu sei; uma vez na fazenda riram: ele não sabe nem passar um barbicacho! Mas o que sei lhe ensino; são pequenas coisas do mato e da água, são humildes coisas, e você é tão bela e estranha! Inutilmente tento convertê-la em menina de pernas magras, o joelho ralado, um pouco de lama seca do brejo no meio dos dedos dos pés.

Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande! Na adolescência me torturaria; mas sou um homem maduro. Ainda assim às vezes é como um bando de sanhaços bicando os cajus de meu cajueiro, um cardume de peixes dourados avançando, saltando ao sol, na piracema; um bambual com sombra fria, onde ouvi silvo de cobra, e eu quisera tanto dormir. Tanto dormir! Preciso de um sossego de beira de rio, com remanso, com cigarras. Mas você é como se houvesse demasiadas cigarras cantando numa pobre tarde de homem.

Julho, 1945

Crônica extraída do livro “200 crônicas escolhidas”, de Rubem Braga.

Texto adaptado à nova ortografia.

Com base no texto, responda a questão.

Ao longo do texto percebe-se o desejo do homem maduro em transformar, transmutar, a mulher estranha em uma menina. Todavia, a seguinte passagem evidencia que o seu empenho é ineficaz:

 

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2554622 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Duas caixas cúbicas e retangulares perfeitas, têm seis faces de quadrados perfeitos. As faces da primeira caixa tem 3 m2 de área, e cada face da segunda caixa tem 9 m2 de área. A razão entre o volume da primeira caixa e o volume da segunda é:

 

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2554544 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Which sentences are correct ?

I - There are a lot fewer opportunities in this country.

II- He is the nicest when he’s with children.

III- He’s more lazy than stupid.

IV- He explained it all carefully, but I was still none the wiser.

V- Is this the first time for you to stay here ?

 

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2554408 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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No circuito a seguir, o galvanômetro não acusa passagem de corrente. Determine o valor da corrente elétrica i no circuito.

Enunciado 2905794-1

 

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2554342 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Ana Clara ganhou de seu pai um balão e, para evitar que esse balão, contendo gás hélio e com volume V = 5,0 L, se perdesse voando para a atmosfera, ela pediu a seu pai que utilizasse um cordão de massa m = 10 g e comprimento / = 1,0 m para amarrá-lo. Para atender ao pedido de sua filha e ao mesmo tempo estudar o fenômeno da propagação de ondas, o pai prendeu a extremidade livre do cordão à parede e utilizou uma polia ideal para montar o experimento (conforme apresentado na figura abaixo), Sabe-se que a massa específica do gás no interior do balão é de 0,17 kg/m3 e a do ar atmosférico é de 1,21 kg/m3. Qual é, então, a velocidade com que uma onda transversal se propaga no cordão do balão de Ana Clara?

(Dados: Despreze a massa do revestimento do balão)

Enunciado 2900854-1

 

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2554312 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Considere a função real !$ f(x)= \sin(2x^2)+ \cos(2 \sqrt x) !$. Calcule a derivada de !$ f(x) !$ em relação a !$ x !$, ou seja: !$ {\large{df(x) \over dx}} !$. Assinale a resposta CORRETA.

 

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