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Homem de 59 anos apresenta quadro progressivo de tosse crônica com expectoração em pequena quantidade de escarro claro e fino associada à dispneia aos esforços há 6 meses. Ele tem falta de ar quando anda rápido e quando sobe uma ladeira. Refere tabagismo de 45 maços por ano, mas parou há 2 anos. Ele vem usando salbutamol inalatório desde o diagnóstico de DPOC há 3 meses, mas continua sintomático. Ao exame físico: saturação de oxigênio: 95%; tórax com sibilos expiratórios dispersos; o exame cardíaco é normal. A radiografia de tórax mostra diafragma achatado, sem infiltrado pulmonar. Espirometria: redução da relação VEF1/CVF pós-broncodilatador e VEF1 de 69% do previsto (VEF1: volume expiratório forçado de 1o segundo/ CVF: capacidade vital forçada).
Nesse momento, o tratamento farmacológico mais adequado é:
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Homem de 70 anos teve o diagnóstico recente de câncer de pulmão de células não pequenas estágio IV e metástases ósseas, com programação para se submeter à quimioterapia paliativa com carboplatina e pemetrexede. Ele tem histórico de doença arterial coronariana, marcapasso permanente e osteoartrose com substituição do quadril esquerdo. Na anamnese, ele refere redução do apetite, perda de peso e problemas para dormir. Seu humor está deprimido, e ele vem tendo crises de choro e sentimentos excessivos de culpa por seu histórico de tabagismo. O médico nota um afeto restrito, fala lenta e contato visual ruim no exame clínico.
Nesse momento, o medicamento que deve ser prescrito é:
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Homem de 35 anos passa por avaliação de acompanhamento para um teste de triagem de HIV positivo obtido há 3 dias. Ele está pronto para iniciar o tratamento e não toma nenhum medicamento. O teste de HIV há 1 ano foi negativo. O exame físico é normal. O imunoensaio de combinação de antígeno/anticorpo HIV-1 é positivo. O RNA quantitativo do HIV-1 é de 25 640 cópias/mL, e a contagem de células CD4 é de 540/mm3.
Para esse paciente, a conduta correta é:
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Mulher de 45 anos é avaliada em consulta após ter sido encontrado um tumor hipofisário, incidentalmente, quando realizou uma tomografia de crânio após queda da própria altura (trauma leve). O exame evidenciou um tumor hipofisário de 8 mm, sem compressão do quiasma óptico. Ela tem estado bem, com períodos menstruais normais e sem sintomas sugestivos de um distúrbio endócrino. Ela não toma remédios. Os sinais vitais e o restante do exame físico são normais. A avaliação laboratorial revela níveis normais de cortisol sérico às 8 h, do hormônio estimulante da tireoide e da tiroxina livre.
Nesse momento, a conduta inicial correta é solicitar
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Mulher de 35 anos é atendida com quadro de dispepsia e parestesia progressiva nos membros inferiores. Ela nega perda de peso, melena ou sangramento retal. O histórico é notável para doença de Crohn tratada com cirurgia no passado. Exames séricos: hemoglobina: 9 g/dL; plaquetas: 250 000/mm3.
A deficiência de qual micronutriente é a etiologia mais provável dos sintomas dessa paciente?
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Mulher de 28 anos é avaliada por uma história de 3 dias de febre e faringite. Ela tem antecedente de hipertireoidismo diagnosticado há 3 meses, em uso de metimazol, desde então. Refere consumir uma dieta predominantemente vegetariana. Ao exame físico: temperatura: 37,9 ºC; demais sinais vitais são normais; observa-se eritema faríngeo posterior; restante do exame não é contributivo. Exames séricos: hemoglobina: 13,9 g/dL, VCM: 92 fL; leucócitos: 2 300/mm3 (diferencial: 20% de neutrófilos, 72% de linfócitos e 8% de monócitos); plaquetas: 302 000/mm3.
O diagnóstico mais provável é:
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Mulher de 19 anos é avaliada por hematomas espontâneos há 2 semanas, sem outros sintomas. Seu histórico médico é normal, e ela não toma remédios. Ao exame físico: os sinais vitais são normais; não há linfadenopatia, hepatomegalia ou esplenomegalia; presença de petéquias em extremidades inferiores e pequenas equimoses esparsas. Exames séricos: hemoglobina e leucócitos: normais; plaquetas: 15 000/mm3; betaHCG: negativo; perfil tireoidiano: normal; teste de HIV, hepatite B, hepatite C e fator antinúcleo são todos negativos. O esfregaço de sangue periférico não mostra esquizócitos.
Nesse momento, a conduta correta é:
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Em relação à tínea capitis, é correto afirmar que
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Homem de 33 anos apresenta quadro de dor torácica anterior esquerda e leve falta de ar há 2 dias. Ele é saudável, exceto pelo uso crônico de tabaco. Ao exame físico: pressão arterial: 142 x 92 mmHg; frequência cardíaca: 120 bpm; frequência respiratória: 24 ipm; temperatura: 38,3 ºC; saturação arterial de oxigênio: 97%; o restante do exame não é digno de nota. O eletrocardiograma realizado é mostrado a seguir.

Nesse paciente, a conduta correta é:
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Mulher de 44 anos é avaliada por uma massa mamária do lado esquerdo que dobrou de tamanho no último mês. O exame revela uma massa multinodular lisa de 8 cm sem linfadenopatia axilar palpável. A biópsia revela uma arquitetura característica semelhante a uma folha contendo projeções papilares de estroma revestido por epitélio com baixa taxa mitótica e ausência de supercrescimento estromal. Ela é submetida à ampla excisão local com margens negativas.
A próxima conduta recomendada é:
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