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Mulher de 78 anos apresenta 3 dias de diminuição da capacidade de concentração, distúrbio da memória e da cognição, interrupção do ciclo do sono e níveis flutuantes de agitação. Os medicamentos atuais incluem: hidroclorotiazida 25 mg/dia para hipertensão e recentemente, levofloxacino 750 mg/dia para infecção urinária e tramadol para artrite no joelho. O exame físico é notável para taquicardia; agitação e inquietação moderadas; orientação apenas para pessoa. A análise laboratorial mostra: glicemia 198 mg/dL; sódio 131 mEq/L; potássio 3,8 mEq/L; cálcio total: 7,2 mg/dL; creatinina 1,4 mg/dL; hemoglobina 12 g/dL; leucócitos: 11 300 células/mm3. ECG, raio X de tórax e exame de urina são normais.
A etiologia mais provável para o quadro clínico descrito é
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Mulher de 24 anos procura assistência médica e refere que acha que tem transtorno bipolar. Relata que pesquisou na internet e acha que essa condição pode explicar por que ela está sempre perdendo a paciência com as pessoas. Seu humor muda com frequência, às vezes várias vezes ao dia. Ela costuma fazer coisas das quais se arrepende mais tarde e nunca conseguiu manter um relacionamento ou emprego de longo prazo, inclusive, está desempregada. A mãe da paciente fala que essas mudanças de humor ocorrem desde que era criança.
O diagnóstico mais provável é transtorno
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Homem de 69 anos com DPOC é reavaliado em consulta de retorno. Ele tem tosse diária com produção de escarro e o VEF1 é 45% do previsto. Há histórico de tabagismo (1 maço/dia, por 50 anos), mas parou há 1 ano. O paciente necessitou de internação hospitalar por exacerbações da DPOC, no total de três vezes no último ano. No momento, ele está estável e a saturação de oxigênio em ar ambiente é de 91%.
Nesse momento, o tratamento com maior probabilidade de diminuir a frequência de suas exacerbações é
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Mulher de 56 anos apresenta episódios recorrentes de diplopia de 1 semana de duração. Ela descreve que os seus olhos “ficam caídos” e nota a visão dupla, que vem e vai gradualmente, geralmente pior no final do dia, sem direção ou orientação específica para a diplopia. A paciente também descreve aumento e diminuição da fraqueza muscular geral que também esteve presente na última semana, mas nega quaisquer outros sintomas, e afirma que quando ela descansa, ela se sente melhor.
Com essa descrição, a principal hipótese diagnóstica é:
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Homem de 30 anos, sem sintomas ou histórico médico significativo, é avaliado em consulta de rotina devido a sopro cardíaco. Ao exame físico: altura: 1,75 m; peso: 84 kg; pressão arterial: 135 x 70 mmHg; frequência cardíaca: 78 bpm; pulmonar normal; nota-se pulsações carotídeas proeminentes e pulso venoso jugular está no nível da fúrcula esternal; cardíaco: impulso apical é ligeiramente aumentado e deslocado lateralmente para a linha axilar anterior; B1 e B2 são normais; B3 está presente; há um clique sistólico precoce que não muda com a inspiração; presença de sopro sistólico em crescendo-decrescendo suave (grau 2/6) e sopro diastólico em decrescendo suave (grau 2/4) ao longo da borda esternal esquerda.
A anormalidade valvar mais provável nesse paciente é:
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Alguns microrganismos têm sido implicados na patogênese da nefrolitíase. Nesse sentido, o germe que tem maior probabilidade de prevenir a formação de cálculos de oxalato de cálcio é:
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Mulher de 30 anos é avaliada em consulta de retorno. Nos últimos 4 meses, ela tem tido hematúria em alguns exames (variando de 20 a 30 hemácias por campo de alta potência), sem proteinúria ou cilindros hemáticos, sem relação ao estado menstrual. Não há febre, lesões cutâneas ou sintomas sistêmicos. A PA é de 120 x 78 mmHg, a creatinina sérica é de 1,0 mg/dL, e ela pesa 70 kg. A ultrassonografia renal mostra rins de tamanho aumentado com múltiplos cistos.
Nessa circunstância, é correto afirmar que:
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Mulher de 71 anos é atendida com quadro súbito de diplopia persistente e desconforto retro-orbital esquerdo, que começaram algumas horas antes da chegada. O histórico é notável para hipertensão arterial, dislipidemia e diabete melito (há mais de 20 anos). Glicemia capilar: 223 mg/dL. Exame físico: sinais vitais e cardiopulmonar normais; exame neurológico sem alteração focal. Exame ocular: pupilas isocóricas (4 mm) e reativas à luz tanto no reflexo direto quanto no consensual; olho esquerdo desviado lateralmente e para baixo, com paralisia do movimento medial e superior; nota-se ptose do lado esquerdo, sem injeção conjuntival, quemose ou proptose.
A causa mais provável para as alterações descritas é:
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Homem de 45 anos de idade tem o histórico de hipotireoidismo autoimune primário; está em uso de tiroxina (100 μg/dia) nos últimos 5 anos, mantendo T4 livre e TSH normais durante todo o período. Ele evoluiu com sintomas respiratórios e tuberculose pulmonar bacilífera foi diagnosticada há 6 semanas, ocasião em que iniciou poliquimioterapia com rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Na consulta de hoje, ele traz exames coletados há 3 dias que mostram: T4 livre: 0,5 ng/dL (normal: 0,7 a 1,8); TSH: 10,4 mU/L (0,3 a 4,0); anticorpo anti-TPO: positivo.
Constitui a explicação mais provável para os resultados bioquímicos mostrados:
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Mulher de 64 anos é encaminhada ao ambulatório com dor nos braços e declínio funcional. Há progressão da dor nas últimas 6 semanas e não há história prévia de sintomas semelhantes. Ela descreve a rigidez que dura mais de 1 hora todas as manhãs. Ao exame físico, há evidência de inflamação ao redor dos punhos e de várias articulações metacarpofalângicas. Os exames séricos mostram anemia normocítica leve e proteína C reativa elevada.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame de maior sensibilidade e especificidade para o diagnóstico é
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