Foram encontradas 60 questões.
Vasconcelos (2019) discute a respeito da importância das reuniões semanais de trabalho coletivo na escola. O autor identifica que, para que esses momentos problematizem a realidade, é preciso evitar algumas armadilhas, sendo uma delas
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Arroyo (2013) problematiza a falência educativa no atendimento de adolescentes e jovens cujas vulnerabilidades os convertem em “Outros” e, no limite, em “in-incluíveis” à escola regular e ao direito social à educação e à própria cidadania. Entre os diferentes elementos discutidos, o autor observa a ênfase das ciências em tratar de tecnologias e saberes que apontem para o progresso, para a produção, para a racionalidade e para a ordem. Isso deixa à margem do conhecimento aprofundado e comprometido a compreensão da desordem multifacetada que essas adolescências sofrem. Para Arroyo, em decorrência,
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Veiga (1995) sublinha que “o projeto político-pedagógico, ao mesmo tempo em que exige dos educadores, funcionários, alunos e pais a definição clara do tipo de escola que intentam, requer a definição de fins”. Logo, os diferentes sujeitos da escola devem
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Tardif (2014) apresenta uma concepção da prática educativa caracterizada pela “ideia de que a ação educativa está ligada a realidades contingentes e individuais que não podem ser julgadas de maneira cientificamente rigorosa e necessária”. Segundo essa concepção, o professor “age guiando-se por certas finalidades, e sua prática corresponde a uma espécie de mistura de talento pessoal, de intuição, de experiência, de hábito, de bom senso e de habilidades confirmadas pelo uso”. Trata-se da concepção de educação como
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Leia o excerto a seguir, baseado em Saviani (2021).
Representa as bases filosóficas e políticas da renovação escolar. Considera a educação elemento-chave do processo de inovação e modernização da sociedade que em alguns contextos ele denomina processo revolucionário. Sua atuação no campo educacional enfrentou, obviamente, diversos obstáculos, que decorriam das resistências que forças sociais ainda dominantes no Brasil contrapunham às transformações da sociedade brasileira que visassem a superar a desigualdade. Esse grau de desigualdade refletia-se na educação, que era tratada como um objeto de privilégio das elites. Contrapondo- se a essa situação, sua vida foi sempre marcada pelo entendimento segundo o qual a educação é um direito de todos e jamais um privilégio. Esse entendimento atravessa de ponta a ponta toda a sua obra, tendo sido, inclusive, estampado nos títulos de alguns de seus livros como Educação não é privilégio, de 1957.
AVIANI, D. História das ideias pedagógicas no Brasil. 2021)
Assinale a alternativa que identifica, corretamente, o relevante educador brasileiro referenciado no excerto.
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Para Santos (2014), muitos dos abusos de poder de gestores e políticos em escalões inferiores da administração – como gestores de escolas que ignoram os princípios da gestão democrática e elaboram propostas pedagógicas pessoais – são diretamente explicados
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De acordo com Manfredi (REVISTA Linhas Críticas, 2010), “a qualificação profissional, entendida como direito social, refere-se ao direito de acesso a oportunidades de educação permanente, tanto no âmbito da qualificação profissional, como no âmbito da educação escolar de nível básico (fundamental e médio)”. Nesse contexto, em relação ao sistema escolar formal, a certificação profissional
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Leia o excerto extraído de Guaresi (REVISTA DA FAEEBA, 2014) a respeito das articulações entre os avanços na neurociência e a linguística:
“As pesquisas mostram que muito daquilo que aprendemos, aprendemos sem que queiramos, aprendemos indiretamente, incidentalmente. Floriani (2005) e Guaresi( 2012), cada investigação com suas especificidades, verificaram em experimento que participantes com leitura frequente de textos com frases na voz passiva tendiam a utilizar com mais frequência frases com essa estrutura sem qualquer ensino explícito. Esses resultados mostram que muito daquilo que aprendemos, aprendemos fora do ensino direto, explícito, consciente. Construções presentes na aquisição da fala como fazeu, fazi, sabo, por exemplo, são resultado de abstrações das regularidades da língua e não do ensino de alguém”.
(https://www.revistas.uneb.br/index.php/faeeba/issue/view/65)
Para o autor, esses elementos reforçam a importância
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Pimenta (2010) pontua como a popularização da discussão sobre o conceito de professor reflexivo tem sido marcada pelo “oferecimento de treinamento para que o professor torne-se reflexivo”. Nesse contexto, a autora trata do “mercado do conceito”, destacando que este entende a reflexão como
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Azzi (In Pimenta, 2018) observa que a práxis é uma atividade humana em que o sujeito deve passar por uma idealização consciente. Para isso, necessita conhecer a realidade e, então, negá-la. Para a autora, essa negação, no campo da educação, significa
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