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Foram encontradas 50 questões.

3765244 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Mas o que podia fazer o novo líder soviético para mudar a situação na URSS, além de pôr fim, o mais cedo possível, ao confronto da Segunda Guerra Fria com os EUA, que estava dessangrando a economia? Esse, claro, era o objetivo imediato desse líder, e foi o seu maior êxito, pois, num período surpreendentemente curto, ele convenceu mesmo governos ocidentais céticos de que essa era de fato a intenção soviética. Se algum homem sozinho pôs fim a uns quarenta anos de guerra fria global, foi ele.

(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX. 1914-1991. Adaptado)

O fragmento se refere a

 

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3765243 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Diversos grupos de muçulmanos locais reunidos por um discurso nacionalista comum, em 1947, formaram um grupo revolucionário que contava com homens de escolaridade formal limitada, mas com experiência militar no exército francês. Eles aderiram à Organização Secreta, iniciando uma coleta de armas e dinheiro. Em 1954, contando também com membros das elites culturais e políticas, foi formada a Frente de Libertação Nacional (FLN), que iniciou a guerra de guerrilhas.

O movimento cresceu também como reação à repressão militar do governo francês, tornando-se um movimento nacional que contava com a simpatia da opinião pública de todo o mundo.

(Leila L. Hernandez. A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)

O excerto aborda contexto histórico relativo à

 

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3765242 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Para os Três Grandes, o problema político passou a ser muito mais importante. O que interessava era a modelagem do sistema internacional que estava para nascer com o fim da guerra. Para Stalin, Churchill e Roosevelt, tratava-se de criar condições favoráveis para a realização de seus respectivos interesses nacionais.

(Williams da S. Gonçalves. “A Segunda Guerra Mundial”. Em: D.A. Reis Filho; J. Ferreira; C. Zenha. O século XX: O tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, vol. 2. Adaptado)

Considerando o contexto histórico abordado, de acordo com o autor, é correto afirmar que, em síntese, Stalin, Churchill e Roosevelt tiveram, respectivamente, como interesses

 

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3765241 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Importante assinalar que os dois padres, em especial Morelos, defenderam as aspirações dos mais pobres, tomando atitudes radicais. Hidalgo proclamou a abolição da escravidão negra e o fim dos tributos indígenas. Morelos propôs a distribuição de terras, inclusive da Igreja, para os camponeses. Desse modo se entende a grande participação de indígenas e camponeses nos exércitos rebeldes, que chegaram a contar com 80 mil homens.

Finalmente, em 1821, depois de 10 anos de guerra, da morte de aproximadamente 1 milhão de pessoas (a sexta parte da população) e da devastação da economia, a independência foi alcançada.

(Maria Ligia Prado; Gabriela Pellegrino. História da América Latina. Adaptado)

O excerto se refere ao processo de independência

 

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3765240 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Sempre que se evoca o tema do Renascimento, a imagem que imediatamente nos vem à mente é a dos grandes artistas plásticos e de suas obras mais famosas, amplamente reproduzidas e difundidas até nossos dias. Isso nos coloca a questão: por que razão o Renascimento implica esse destaque tão grande dado às artes visuais?

(Nicolau Sevcenko. O Renascimento. Adaptado)

Para responder à pergunta pontuada no excerto, uma das razões apontadas pelo autor consiste no fato de que

 

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3765239 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

As mudanças nas formas da exploração feudal que sobrevieram ao fim da época medieval estiveram, é claro, muito longe de serem insignificantes. De fato, foram precisamente essas mudanças que alteraram as formas do Estado. Em essência, o absolutismo era apenas isto: um aparato de dominação feudal reimplantado e reforçado, concebido para reprimir as massas camponesas de volta a sua posição social tradicional [...].

(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Grifos do autor)

Considerando o contexto abordado pelo fragmento, de acordo com o historiador Perry Anderson, o Estado absolutista

 

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3765238 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

De um lado, a cultura erudita, de elite, cultura letrada que, pelo menos até o século XIII, foi eclesiástica do ponto de vista social e latina do ponto de vista linguístico. Conscientemente elaborada, era formalmente transmitida. Por isso, tendia a ser conservadora, a se fundamentar em autoridades.

De outro lado, estava a cultura que já foi chamada de popular, laica ou folclórica, e que preferimos denominar “vulgar”, pois para os medievais esta palavra rotulava sem ambiguidade tudo que não fosse clerical.

Esses dois polos culturais opostos em tantos aspectos não eram impermeáveis um ao outro.

(Hilário Franco Júnior. Idade Média - Nascimento do Ocidente. Adaptado)

Uma das razões pelas quais o autor considera que não havia a mencionada impermeabilidade encontra-se no fato de que

 

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3765237 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

A partir da década de 1980, as Ciências Humanas sofreram uma grande reviravolta, que é denominada, de modo habitual, como a viragem cultural. Os estudos sobre economia e sociedade foram colocados em um segundo plano, e todos os fatos sociais passaram a ser interpretados por uma ótica cultural e simbólica. Todas as afirmações da razão foram colocadas em suspenso e contestadas. Esse movimento foi o início do que chamamos, hoje em dia, de pós-modernismo.

Essa mudança teve efeitos profundos na História Antiga, que se tornou, ela também, uma História Cultural.

(Norberto L. Guarinello. História Antiga. Adaptado)

De acordo com o autor, um desses efeitos reside no fato de que

 

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3765236 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Por exemplo, num quadro como O Grito do Ipiranga, de Pedro Américo, o observador parece ter acesso imediato à cena histórica da proclamação da Independência por D. Pedro I e sua comitiva e, muitas vezes, se esquece de pensar sobre as convenções e linguagens da “pintura histórica”, gênero específico que floresceu no século XIX e que possuía regras próprias de composição, para além da representação “verdadeira” dos fatos históricos retratados.

(Marcos Napolitano. “Fontes audiovisuais – A História depois do papel”. Em: Carla B. Pinsky (Org.). Fontes Históricas)

No fragmento, o historiador Marcos Napolitano exemplifica

 

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3765235 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Onde não há nada ou quase nada escrito, as tradições orais devem suportar o peso da reconstrução histórica. Elas não farão isso como se fossem fontes escritas. [...] As limitações da tradição oral devem ser amplamente avaliadas, de modo que ela não se transforme em um desapontamento, quando, após longos períodos de pesquisa, resultar uma reconstrução ainda não muito detalhada. O que se reconstrói a partir de fontes orais pode bem ter um baixo grau de confiabilidade, na medida em que não existem fontes independentes para uma verificação cruzada.

(Jan Vansina. Apud G. Prins. “História Oral”. Em: Peter Burke (Org.). A escrita da História: novas perspectivas)

No excerto, Jan Vasina analisa

 

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