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As razões da existência de um grande espaço de clima semiárido no Nordeste brasileiro são complexas. No inverno, células de alta pressão atmosférica predominam no interior do Nordeste e dificultam a entrada de umidade vinda do oceano, trazida pela massa de ar ____________.
(Aziz Nacib Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
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Trata-se do domínio morfoclimático brasileiro, onde ocorre a maior extensividade de formas homogêneas relativas de todo o planalto Brasileiro. Planaltos sedimentares cedem lugar – quase sem solução de continuidade – a outros de estruturas mais complexas, nivelados por velhos aplainamentos de cimeira, formando um grande Planalto, com altitudes médias de 600 a 1.100 metros.
(Aziz Nacib Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
O texto descreve as características de qual domínio morfoclimático brasileiro?
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Leia o texto a seguir para responder às questões 49 e 50:
Caros leitores, digníssimas leitoras,
Quando falamos do mercado automotivo brasileiro, independentemente do setor, sempre temos que ter em mente a existência de vários “brasis” dentro do Brasil. Num país continental como o nosso, não temos aquela verdade absoluta.
(Raphael Galante, “Os vários ‘brasis’ dentro do Brasil”, InfoMoney. Disponível em: https://www.infomoney.com.br/colunistas/o-mundo-sobre-muitas-rodas/os-varios-brasis-dentro-do-brasil/. Adaptado)
Com base na obra de Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), é correto afirmar que o substantivo “Brasil”, quando considerado em relação ao substantivo “país”, corresponde a um
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Leia o texto a seguir para responder às questões 49 e 50:
Caros leitores, digníssimas leitoras,
Quando falamos do mercado automotivo brasileiro, independentemente do setor, sempre temos que ter em mente a existência de vários “brasis” dentro do Brasil. Num país continental como o nosso, não temos aquela verdade absoluta.
(Raphael Galante, “Os vários ‘brasis’ dentro do Brasil”, InfoMoney. Disponível em: https://www.infomoney.com.br/colunistas/o-mundo-sobre-muitas-rodas/os-varios-brasis-dentro-do-brasil/. Adaptado)
De acordo com Nilce Sant’Anna Martins (Introdução à estilística, 2008), “também os nomes geográficos aparecem pluralizados com valor expressivo”.
No caso do termo destacado no texto, a sua pluralização remete à ideia de
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Assinale a alternativa em que a expressão destacada está grafada conforme prescrito por Napoleão Mendes de Almeida (Dicionário de questões vernáculas, 2006) e seu sentido contextual.
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 43 a 47:
Os calções verdes do Bruno
Até a camarada professora ficou espantada e interrompeu a aula quando o Bruno entrou na sala. Não era só o que se via na mudança das roupas, mas também o que se podia cheirar com a chegada daquele Bruno tão lavadinho.
No intervalo, em vez de irmos todos brincar a correr, cada um ficou só espantado a passar perto do Bruno, mesmo a fingir que ia lá fazer outra coisa qualquer. A antiga blusa vermelha tinha sido substituída por uma camisa de manga curta esverdeada e flores brancas tipo Hawai. Mas o mais espantoso era o Bruno não trazer os calções dele verdes justos com duas barras brancas de lado. A pele cheirava a sabonete azul limpo, as orelhas não tinham cera, as unhas cortadas e limpas, o cabelo lavado e cheio de gel. Até os óculos estavam limpos. Tortos mas limpos.
Fiquei no fundo da sala. Eu era grande amigo do Bruno e mesmo assim não consegui entender aquela transformação. Olhei o pátio onde as meninas brincavam “35 vitórias”. Na porta, uma contraluz do meio-dia iluminava a cara espantada da Romina. Eu olhava a Romina, o sol na porta e o Bruno também.
O mujimbo* já tinha circulado lá fora e eu nem sabia. Havia uma explicação para tanto banho e perfumaria. Parece que o Bruno estava apaixonado pela Ró. A mãe do Bruno tinha contado à mãe do Helder todos os acontecimentos incríveis da tarde anterior: a procura dum bom perfume, o gel no cabelo, os sapatos limpos e brilhantes, a camisa de botões. A mãe do Bruno disse à mãe do Helder, “foi ele mesmo que me chamou para eu lhe esfregar as costas”.
Depois do intervalo o Bruno passou-me secretamente a carta.
A carta continuava bonita como eu nunca soube que o Bruno sabia escrever assim. Ele tinha a cara afundada nos braços, parecia adormecido, eu lia a carta sem acreditar que o Bruno tinha escrito aquilo mas os erros de português eram muito dele mesmo.
A camarada professora era muito má. Veio a correr e riu-se porque eu tinha lágrimas nos olhos. Pegou na carta e rasgou tudo em pedacinhos tão pequenos como as minhas lágrimas e as do Bruno. A Romina desconfiou de alguma coisa, porque também tinha os olhos molhados.
O sino tocou. Saímos. Era o último tempo.
No dia seguinte, com um riso que era também de tristeza e uma espécie de saudade, o Bruno apareceu com a blusa dele vermelha e os calções verdes justos com duas riscas brancas de lado. Deu a gargalhada dele que incomodava a escola toda e veio brincar conosco.
Na porta da sala, uma contraluz amarela do meio-dia iluminava a cara bonita da Romina e os olhos dela molhados com lágrimas de ternura. E o Bruno também.
* Mujimbo: boato.
(Ondjaki, Os da minha rua. Adaptado)
Considere as seguintes reescritas de informações do texto:
• Não é só o que as pessoas ____________ na mudança das roupas, mas também o que podem cheirar com a chegada daquele Bruno tão lavadinho.
• No intervalo, em vez de brincar a correr, todos _____________ passar perto do Bruno, mesmo a fingir que estão lá para fazer outra coisa qualquer.
• Eu olhava a Romina, o sol na porta e o Bruno também. Eles todos juntos _____________ um quadro na minha imaginação.
• A carta continua bonita. Enquanto eu leio, Bruno ____________ a cara afundada nos braços, parece adormecido.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 43 a 47:
Os calções verdes do Bruno
Até a camarada professora ficou espantada e interrompeu a aula quando o Bruno entrou na sala. Não era só o que se via na mudança das roupas, mas também o que se podia cheirar com a chegada daquele Bruno tão lavadinho.
No intervalo, em vez de irmos todos brincar a correr, cada um ficou só espantado a passar perto do Bruno, mesmo a fingir que ia lá fazer outra coisa qualquer. A antiga blusa vermelha tinha sido substituída por uma camisa de manga curta esverdeada e flores brancas tipo Hawai. Mas o mais espantoso era o Bruno não trazer os calções dele verdes justos com duas barras brancas de lado. A pele cheirava a sabonete azul limpo, as orelhas não tinham cera, as unhas cortadas e limpas, o cabelo lavado e cheio de gel. Até os óculos estavam limpos. Tortos mas limpos.
Fiquei no fundo da sala. Eu era grande amigo do Bruno e mesmo assim não consegui entender aquela transformação. Olhei o pátio onde as meninas brincavam “35 vitórias”. Na porta, uma contraluz do meio-dia iluminava a cara espantada da Romina. Eu olhava a Romina, o sol na porta e o Bruno também.
O mujimbo* já tinha circulado lá fora e eu nem sabia. Havia uma explicação para tanto banho e perfumaria. Parece que o Bruno estava apaixonado pela Ró. A mãe do Bruno tinha contado à mãe do Helder todos os acontecimentos incríveis da tarde anterior: a procura dum bom perfume, o gel no cabelo, os sapatos limpos e brilhantes, a camisa de botões. A mãe do Bruno disse à mãe do Helder, “foi ele mesmo que me chamou para eu lhe esfregar as costas”.
Depois do intervalo o Bruno passou-me secretamente a carta.
A carta continuava bonita como eu nunca soube que o Bruno sabia escrever assim. Ele tinha a cara afundada nos braços, parecia adormecido, eu lia a carta sem acreditar que o Bruno tinha escrito aquilo mas os erros de português eram muito dele mesmo.
A camarada professora era muito má. Veio a correr e riu-se porque eu tinha lágrimas nos olhos. Pegou na carta e rasgou tudo em pedacinhos tão pequenos como as minhas lágrimas e as do Bruno. A Romina desconfiou de alguma coisa, porque também tinha os olhos molhados.
O sino tocou. Saímos. Era o último tempo.
No dia seguinte, com um riso que era também de tristeza e uma espécie de saudade, o Bruno apareceu com a blusa dele vermelha e os calções verdes justos com duas riscas brancas de lado. Deu a gargalhada dele que incomodava a escola toda e veio brincar conosco.
Na porta da sala, uma contraluz amarela do meio-dia iluminava a cara bonita da Romina e os olhos dela molhados com lágrimas de ternura. E o Bruno também.
* Mujimbo: boato.
(Ondjaki, Os da minha rua. Adaptado)
Nilce Sant’Anna Martins (Introdução à estilística, 2008) afirma: “O elemento avaliativo pode ser acrescentado a um lexema por um sufixo ou prefixo. (...) A língua portuguesa é muito rica em afixos responsáveis por uma derivação emotiva de considerável amplitude”.
A análise da autora é corretamente exemplificada com o termo destacado em:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 43 a 47:
Os calções verdes do Bruno
Até a camarada professora ficou espantada e interrompeu a aula quando o Bruno entrou na sala. Não era só o que se via na mudança das roupas, mas também o que se podia cheirar com a chegada daquele Bruno tão lavadinho.
No intervalo, em vez de irmos todos brincar a correr, cada um ficou só espantado a passar perto do Bruno, mesmo a fingir que ia lá fazer outra coisa qualquer. A antiga blusa vermelha tinha sido substituída por uma camisa de manga curta esverdeada e flores brancas tipo Hawai. Mas o mais espantoso era o Bruno não trazer os calções dele verdes justos com duas barras brancas de lado. A pele cheirava a sabonete azul limpo, as orelhas não tinham cera, as unhas cortadas e limpas, o cabelo lavado e cheio de gel. Até os óculos estavam limpos. Tortos mas limpos.
Fiquei no fundo da sala. Eu era grande amigo do Bruno e mesmo assim não consegui entender aquela transformação. Olhei o pátio onde as meninas brincavam “35 vitórias”. Na porta, uma contraluz do meio-dia iluminava a cara espantada da Romina. Eu olhava a Romina, o sol na porta e o Bruno também.
O mujimbo* já tinha circulado lá fora e eu nem sabia. Havia uma explicação para tanto banho e perfumaria. Parece que o Bruno estava apaixonado pela Ró. A mãe do Bruno tinha contado à mãe do Helder todos os acontecimentos incríveis da tarde anterior: a procura dum bom perfume, o gel no cabelo, os sapatos limpos e brilhantes, a camisa de botões. A mãe do Bruno disse à mãe do Helder, “foi ele mesmo que me chamou para eu lhe esfregar as costas”.
Depois do intervalo o Bruno passou-me secretamente a carta.
A carta continuava bonita como eu nunca soube que o Bruno sabia escrever assim. Ele tinha a cara afundada nos braços, parecia adormecido, eu lia a carta sem acreditar que o Bruno tinha escrito aquilo mas os erros de português eram muito dele mesmo.
A camarada professora era muito má. Veio a correr e riu-se porque eu tinha lágrimas nos olhos. Pegou na carta e rasgou tudo em pedacinhos tão pequenos como as minhas lágrimas e as do Bruno. A Romina desconfiou de alguma coisa, porque também tinha os olhos molhados.
O sino tocou. Saímos. Era o último tempo.
No dia seguinte, com um riso que era também de tristeza e uma espécie de saudade, o Bruno apareceu com a blusa dele vermelha e os calções verdes justos com duas riscas brancas de lado. Deu a gargalhada dele que incomodava a escola toda e veio brincar conosco.
Na porta da sala, uma contraluz amarela do meio-dia iluminava a cara bonita da Romina e os olhos dela molhados com lágrimas de ternura. E o Bruno também.
* Mujimbo: boato.
(Ondjaki, Os da minha rua. Adaptado)
Na passagem do 2º parágrafo “A pele cheirava a sabonete azul limpo, as orelhas não tinham cera, as unhas cortadas e limpas, o cabelo lavado e cheio de gel.”, entre as orações se estabelece relação de
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 43 a 47:
Os calções verdes do Bruno
Até a camarada professora ficou espantada e interrompeu a aula quando o Bruno entrou na sala. Não era só o que se via na mudança das roupas, mas também o que se podia cheirar com a chegada daquele Bruno tão lavadinho.
No intervalo, em vez de irmos todos brincar a correr, cada um ficou só espantado a passar perto do Bruno, mesmo a fingir que ia lá fazer outra coisa qualquer. A antiga blusa vermelha tinha sido substituída por uma camisa de manga curta esverdeada e flores brancas tipo Hawai. Mas o mais espantoso era o Bruno não trazer os calções dele verdes justos com duas barras brancas de lado. A pele cheirava a sabonete azul limpo, as orelhas não tinham cera, as unhas cortadas e limpas, o cabelo lavado e cheio de gel. Até os óculos estavam limpos. Tortos mas limpos.
Fiquei no fundo da sala. Eu era grande amigo do Bruno e mesmo assim não consegui entender aquela transformação. Olhei o pátio onde as meninas brincavam “35 vitórias”. Na porta, uma contraluz do meio-dia iluminava a cara espantada da Romina. Eu olhava a Romina, o sol na porta e o Bruno também.
O mujimbo* já tinha circulado lá fora e eu nem sabia. Havia uma explicação para tanto banho e perfumaria. Parece que o Bruno estava apaixonado pela Ró. A mãe do Bruno tinha contado à mãe do Helder todos os acontecimentos incríveis da tarde anterior: a procura dum bom perfume, o gel no cabelo, os sapatos limpos e brilhantes, a camisa de botões. A mãe do Bruno disse à mãe do Helder, “foi ele mesmo que me chamou para eu lhe esfregar as costas”.
Depois do intervalo o Bruno passou-me secretamente a carta.
A carta continuava bonita como eu nunca soube que o Bruno sabia escrever assim. Ele tinha a cara afundada nos braços, parecia adormecido, eu lia a carta sem acreditar que o Bruno tinha escrito aquilo mas os erros de português eram muito dele mesmo.
A camarada professora era muito má. Veio a correr e riu-se porque eu tinha lágrimas nos olhos. Pegou na carta e rasgou tudo em pedacinhos tão pequenos como as minhas lágrimas e as do Bruno. A Romina desconfiou de alguma coisa, porque também tinha os olhos molhados.
O sino tocou. Saímos. Era o último tempo.
No dia seguinte, com um riso que era também de tristeza e uma espécie de saudade, o Bruno apareceu com a blusa dele vermelha e os calções verdes justos com duas riscas brancas de lado. Deu a gargalhada dele que incomodava a escola toda e veio brincar conosco.
Na porta da sala, uma contraluz amarela do meio-dia iluminava a cara bonita da Romina e os olhos dela molhados com lágrimas de ternura. E o Bruno também.
* Mujimbo: boato.
(Ondjaki, Os da minha rua. Adaptado)
De acordo com Nilce Sant’Anna Martins (Introdução à estilística, 2008), “examinando a expressividade ligada à estrutura da frase, é preciso mencionar certas partículas destituídas de valor nocional e sintático, mas portadoras de valor expressivo, comumente chamadas partículas de realce ou espontaneidade, ou ainda expletivos”.
A explicação da autora é exemplificada com o termo destacado em:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 43 a 47:
Os calções verdes do Bruno
Até a camarada professora ficou espantada e interrompeu a aula quando o Bruno entrou na sala. Não era só o que se via na mudança das roupas, mas também o que se podia cheirar com a chegada daquele Bruno tão lavadinho.
No intervalo, em vez de irmos todos brincar a correr, cada um ficou só espantado a passar perto do Bruno, mesmo a fingir que ia lá fazer outra coisa qualquer. A antiga blusa vermelha tinha sido substituída por uma camisa de manga curta esverdeada e flores brancas tipo Hawai. Mas o mais espantoso era o Bruno não trazer os calções dele verdes justos com duas barras brancas de lado. A pele cheirava a sabonete azul limpo, as orelhas não tinham cera, as unhas cortadas e limpas, o cabelo lavado e cheio de gel. Até os óculos estavam limpos. Tortos mas limpos.
Fiquei no fundo da sala. Eu era grande amigo do Bruno e mesmo assim não consegui entender aquela transformação. Olhei o pátio onde as meninas brincavam “35 vitórias”. Na porta, uma contraluz do meio-dia iluminava a cara espantada da Romina. Eu olhava a Romina, o sol na porta e o Bruno também.
O mujimbo* já tinha circulado lá fora e eu nem sabia. Havia uma explicação para tanto banho e perfumaria. Parece que o Bruno estava apaixonado pela Ró. A mãe do Bruno tinha contado à mãe do Helder todos os acontecimentos incríveis da tarde anterior: a procura dum bom perfume, o gel no cabelo, os sapatos limpos e brilhantes, a camisa de botões. A mãe do Bruno disse à mãe do Helder, “foi ele mesmo que me chamou para eu lhe esfregar as costas”.
Depois do intervalo o Bruno passou-me secretamente a carta.
A carta continuava bonita como eu nunca soube que o Bruno sabia escrever assim. Ele tinha a cara afundada nos braços, parecia adormecido, eu lia a carta sem acreditar que o Bruno tinha escrito aquilo mas os erros de português eram muito dele mesmo.
A camarada professora era muito má. Veio a correr e riu-se porque eu tinha lágrimas nos olhos. Pegou na carta e rasgou tudo em pedacinhos tão pequenos como as minhas lágrimas e as do Bruno. A Romina desconfiou de alguma coisa, porque também tinha os olhos molhados.
O sino tocou. Saímos. Era o último tempo.
No dia seguinte, com um riso que era também de tristeza e uma espécie de saudade, o Bruno apareceu com a blusa dele vermelha e os calções verdes justos com duas riscas brancas de lado. Deu a gargalhada dele que incomodava a escola toda e veio brincar conosco.
Na porta da sala, uma contraluz amarela do meio-dia iluminava a cara bonita da Romina e os olhos dela molhados com lágrimas de ternura. E o Bruno também.
* Mujimbo: boato.
(Ondjaki, Os da minha rua. Adaptado)
Ao relatar a situação de transformação de Bruno, o narrador deixa evidente que
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