Magna Concursos

Foram encontradas 35 questões.

2347583 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
Um rasgo na pele com bordas irregulares e pontes venosas é definido como uma ferida:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Nas últimas décadas o processo de transformação do uso do solo, em função de uma expansão rápida e intensiva da agropecuária provoca inúmeros impactos ambientais no Cerrado, entre os quais erosões profundas que atingem o lençol freático que denominamos

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2347581 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
Qual dos fatores abaixo é considerado um risco para doença arterial coronária não modificável?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A área do triângulo equilátero cuja altura mede 6 cm é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2347579 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
Constitui-se causa do choque hipoglicêmico a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Assinale a palavra abaixo cujo prefixo apresente o mesmo valor semântico do prefixo componente de desatentos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2347577 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
Qual o método mais preciso para verificar o posicionamento da sonda nasogástrica?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2347575 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
Segundo o calendário de vacinação do Ministério da Saúde, a vacina contra a Hepatite B deve ser administrada preferencialmente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A última gota
A crise no Sistema Cantareira, que abastece quase 10 milhões de pessoas na grande São Paulo e no interior, é um exemplo concreto de que o abastecimento de água pode ficar comprometido também em outras cidades do Brasil. Ainda que tenhamos uma visão otimista, os últimos episódios de seca no Sudeste e no Sul, que deixaram alguns reservatórios de água dessas regiões em níveis críticos, mostram claramente que há urgência na implantação de ações de conservação para a manutenção dos recursos hídricos no país.
Atualmente, as duas maiores regiões metropolitanas do Sudeste – Rio de Janeiro e São Paulo – têm o abastecimento de água garantido porque é realizada a transferência de grandes vazões de mananciais localizados em bacias hidrográficas próximas. Para o abastecimento da capital fluminense, é utilizada a bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, enquanto a capital paulista se serve da bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. As duas bacias são responsáveis pelas maiores reversões hídricas para os sistemas Guandu (RJ) e Cantareira (SP), respectivamente. São duas fontes que começam a ficar saturadas porque servem a milhares de consumidores – ambas as regiões concentram grande densidade populacional, gerando consumo de água muito maior que a capacidade produtiva dessas bacias. Desse modo, fica mais próximo o risco de os consumidores abrirem as torneiras e não verem a água escorrer.
Não podemos credenciar, porém, os motivos para a crise de abastecimento somente ao consumo excessivo e ao mau uso da água por parte da população. Seria ingênuo apontar esses dois fatores apenas, pois a questão é mais complexa: vai desde a falta de políticas públicas que incentivem a proteção dos mananciais de água ao desmatamento de áreas naturais, que altera o ciclo da água e a variabilidade de chuvas nas regiões onde antes elas predominavam.
Está mais que na hora de todos os setores conscientizarem-se de que o problema de escassez da água não é somente de São Paulo – é hoje o mais grave. Caso contrário, a nossa desatenção pode ser a gota d’água. O desafio consiste em garantir o abastecimento às grandes cidades brasileiras nos próximos anos, uma vez que é previsto crescimento populacional e, consequentemente, aumento das demandas de consumo. São necessários investimentos urgentes para a adequação dos sistemas produtores de água, sobretudo no Sudeste, e planejamento para otimização de uso das fontes hídricas. Além disso, a proteção de áreas naturais é condição sine qua non, pois a qualidade e a quantidade de água produzida pela natureza dependem da manutenção da vegetação nativa.
Malu Nunes, engenheira florestal, é diretora-executiva da fundação grupo boticário de proteção à natureza. (Adaptado de http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/06/1464055-malu-nunes-a-ultima-gota.shtml)
De acordo com a introdução do texto, é imprescindível.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A última gota
A crise no Sistema Cantareira, que abastece quase 10 milhões de pessoas na grande São Paulo e no interior, é um exemplo concreto de que o abastecimento de água pode ficar comprometido também em outras cidades do Brasil. Ainda que tenhamos uma visão otimista, os últimos episódios de seca no Sudeste e no Sul, que deixaram alguns reservatórios de água dessas regiões em níveis críticos, mostram claramente que há urgência na implantação de ações de conservação para a manutenção dos recursos hídricos no país.
Atualmente, as duas maiores regiões metropolitanas do Sudeste – Rio de Janeiro e São Paulo – têm o abastecimento de água garantido porque é realizada a transferência de grandes vazões de mananciais localizados em bacias hidrográficas próximas. Para o abastecimento da capital fluminense, é utilizada a bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, enquanto a capital paulista se serve da bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. As duas bacias são responsáveis pelas maiores reversões hídricas para os sistemas Guandu (RJ) e Cantareira (SP), respectivamente. São duas fontes que começam a ficar saturadas porque servem a milhares de consumidores – ambas as regiões concentram grande densidade populacional, gerando consumo de água muito maior que a capacidade produtiva dessas bacias. Desse modo, fica mais próximo o risco de os consumidores abrirem as torneiras e não verem a água escorrer.
Não podemos credenciar, porém, os motivos para a crise de abastecimento somente ao consumo excessivo e ao mau uso da água por parte da população. Seria ingênuo apontar esses dois fatores apenas, pois a questão é mais complexa: vai desde a falta de políticas públicas que incentivem a proteção dos mananciais de água ao desmatamento de áreas naturais, que altera o ciclo da água e a variabilidade de chuvas nas regiões onde antes elas predominavam.
Está mais que na hora de todos os setores conscientizarem-se de que o problema de escassez da água não é somente de São Paulo – é hoje o mais grave. Caso contrário, a nossa desatenção pode ser a gota d’água. O desafio consiste em garantir o abastecimento às grandes cidades brasileiras nos próximos anos, uma vez que é previsto crescimento populacional e, consequentemente, aumento das demandas de consumo. São necessários investimentos urgentes para a adequação dos sistemas produtores de água, sobretudo no Sudeste, e planejamento para otimização de uso das fontes hídricas. Além disso, a proteção de áreas naturais é condição sine qua non, pois a qualidade e a quantidade de água produzida pela natureza dependem da manutenção da vegetação nativa.
Malu Nunes, engenheira florestal, é diretora-executiva da fundação grupo boticário de proteção à natureza. (Adaptado de http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/06/1464055-malu-nunes-a-ultima-gota.shtml)
Na conclusão, a autora deixa claro que pra garantir o abastecimento de água
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas