Foram encontradas 40 questões.
Carlos foi flagrado conduzindo o seu veículo com o
farol desregulado. Esta situação é considerada uma
infração grave, com penalidade de multa e medida
administrativa de:
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Muitos acidentes e mortes no trânsito são causados
por negligência. É um caso de negligência:
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Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado
de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém
despeja um balde de água no terraço; sábado ao
vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a
abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto
inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido:
outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã
vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela
pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na
sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca
e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a
matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de
nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma
rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a
semana vai morrer, com grande esforço metálico a
semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e,
antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que
é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam
mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para
domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da
semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
LISPECTOR, Clarice.Para não esquecer . São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
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Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado
de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém
despeja um balde de água no terraço; sábado ao
vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a
abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto
inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido:
outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã
vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela
pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na
sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca
e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a
matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de
nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma
rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a
semana vai morrer, com grande esforço metálico a
semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e,
antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que
é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam
mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para
domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da
semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
LISPECTOR, Clarice.Para não esquecer . São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
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Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado
de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém
despeja um balde de água no terraço; sábado ao
vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a
abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto
inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido:
outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã
vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela
pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na
sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca
e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a
matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de
nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma
rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a
semana vai morrer, com grande esforço metálico a
semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e,
antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que
é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam
mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para
domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da
semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
LISPECTOR, Clarice.Para não esquecer . São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado
de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém
despeja um balde de água no terraço; sábado ao
vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a
abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto
inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido:
outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã
vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela
pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na
sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca
e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a
matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de
nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma
rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a
semana vai morrer, com grande esforço metálico a
semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e,
antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que
é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam
mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para
domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da
semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
LISPECTOR, Clarice.Para não esquecer . São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
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Texto para responder à questão.
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço; sábado ao vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a semana vai morrer, com grande esforço metálico a semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e, antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer. ]
Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço; sábado ao vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a semana vai morrer, com grande esforço metálico a semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e, antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer. ]
LISPECTOR, Clarice. Para não Esquecer. São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaArtigos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbos
Texto para responder à questão.
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço; sábado ao vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a semana vai morrer, com grande esforço metálico a semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e, antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer. ]
Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço; sábado ao vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a semana vai morrer, com grande esforço metálico a semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e, antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer. ]
LISPECTOR, Clarice. Para não Esquecer. São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
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Questão presente nas seguintes provas
Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado
de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém
despeja um balde de água no terraço; sábado ao
vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a
abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto
inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido:
outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã
vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela
pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na
sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca
e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a
matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de
nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma
rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a
semana vai morrer, com grande esforço metálico a
semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e,
antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que
é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam
mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para
domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da
semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
LISPECTOR, Clarice.Para não esquecer . São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
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Questão presente nas seguintes provas
Atenção ao Sábado
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado
de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém
despeja um balde de água no terraço; sábado ao
vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a
abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto
inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido:
outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã
vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.
No sábado é que as formigas subiam pela
pedra.
Foi num sábado que vi um homem sentado na
sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca
e pirão; nós já tínhamos tomado banho.
De tarde a campainha inaugurava ao vento a
matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de
nossa semana.
Se chovia só eu sabia que era sábado; uma
rosa molhada, não é?
No Rio de Janeiro, quando se pensa que a
semana vai morrer, com grande esforço metálico a
semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e,
antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que
é sábado de tarde.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam
mais.
Mas já peguei as minhas coisas e fui para
domingo de manhã.
Domingo de manhã também é a rosa da
semana.
Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
LISPECTOR, Clarice.Para não esquecer . São Paulo: Editora
Siciliano, 1992.
“quando se pensa que a semana vai morrer"
“a semana se abre em rosa"
“mas já não me perguntam mais."
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