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Foram encontradas 40 questões.

960827 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Johann Moritz Rugendas esteve no Brasil entre 1821 e 1825, inicialmente como membro da Expedição Langsdorff. Desenhista e documentarista, produziu obras sobre paisagens, cenas cotidianas e tipos humanos, como a representada a seguir, denominada Família de fazendeiros (1825).
enunciado 2045017-1
Nessa obra, observam-se
 

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960277 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Em um plano cartesiano, a parábola y = –x2 + 4x + 5 e a reta y = x + 5 se intersectam nos pontos P e Q. A distância entre esses dois pontos é
 

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942164 Ano: 2016
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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A figura representa, em corte, parte de uma instalação utilizada para demonstrações de experimentos. Um corpo de dimensões desprezíveis escorrega pela superfície inclinada e atinge o ponto A com velocidade escalar igual a 10 m/s. Considere o atrito e a resistência do ar desprezíveis e g = 10 m/s2.
enunciado 2041707-1
Em relação ao nível de referência indicado na figura, a altura, na superfície inclinada, em que a energia cinética do corpo é igual ao triplo de sua energia potencial gravitacional é
 

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931036 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Read books, live longer?

Nicholas Bakalar

August 3, 2016

enunciado 2040292-1

Reading books is tied to a longer life, according to a new report. Researchers used data on 3,635 people over 50 participating in a larger health study who had answered questions about reading. The scientists divided the sample into three groups: those who read no books, those who read books up to three and a half hours a week, and those who read books more than three and a half hours.

The study, in Social Science & Medicine, found that book readers tended to be female, college-educated and in higher income groups. So, researchers controlled for those factors as well as age, race, self-reported health, depression, employment and marital status.

Compared with those who did not read books, those who read for up to three and a half hours a week were 17 percent less likely to die over 12 years of follow-up, and those who read more than that were 23 percent less likely to die. Book readers lived an average of almost two years longer than those who did not read at all.

They found a similar association among those who read newspapers and periodicals, but it was weaker.

(http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

No trecho do segundo parágrafo “So, researchers controlled for those factors”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por

 

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927721 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Leia o texto de Richard Conniff para responder à questão.
Consideremos, por exemplo, a questão da morte, que, pelo menos à primeira vista, parece ser um indicador fidedigno de que se perdeu a luta darwiniana. Os ricos também morrem, é claro – só que não tão cedo. Levam uma vida mais longa e mais sadia do que o resto de nós. Diz o velho clichê que todo dinheiro do mundo não significa nada quando não se tem saúde, mas as pessoas endinheiradas geralmente a têm. E, em média, quanto mais dinheiro têm, melhor é sua saúde. O estudo Longitudinal de 1990, no Reino Unido, constatou que os donos de casa própria que têm um automóvel tendem a morrer mais moços do que os que têm dois, e assim sucessivamente, num “gradiente contínuo” de redução de mortalidade que vai das áreas mais desprivilegiadas até as mais opulentas. (O estudo considerou a posse de automóveis meramente como uma medida conveniente da riqueza; não pretendeu implicar que ter vinte carros qualificaria Elton John para a imortalidade.)
Outras pesquisas indicaram que as pessoas abastadas tinham vida mais longa no passado. Numa das mais estranhas pesquisas demográficas de que se tem notícia, uma equipe de epidemiologistas e psicólogos vasculhou o cemitério de Glasgow, em meados dos anos 90, munidos de varas de limpar chaminés. Usaram-nas para medir a altura de mais de oitocentos obeliscos do século XIX. As pessoas enterradas sob os obeliscos tendem a ser abastadas, e os pesquisadores presumiram que os obeliscos mais altos marcariam as sepulturas mais ricas. O estudo revelou que cada metro extra de altura do obelisco traduzia-se em quase dois anos de longevidade adicional para a pessoa sepultada sob ele.
(História natural dos ricos, 2004. Adaptado.)
“As pessoas enterradas sob os obeliscos tendem a ser abastadas, e os pesquisadores presumiram que os obeliscos mais altos marcariam as sepulturas mais ricas” (2º parágrafo).
As palavras em destaque indicam que o texto trata, nessa passagem, de
 

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923025 Ano: 2016
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Na figura, O é um ponto objeto virtual, vértice de um pincel de luz cônico convergente que incide sobre um espelho esférico côncavo E de distância focal f. Depois de refletidos no espelho, os raios desse pincel convergem para o ponto I sobre o eixo principal do espelho, a uma distância !$ { \large f \over 4} !$ de seu vértice.
enunciado 2038976-1
Considerando válidas as condições de nitidez de Gauss, é correto afirmar que a distância focal desse espelho é igual a
 

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922997 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Um cilindro circular reto A, com raio da base igual a 6 cm e altura H, possui a mesma área lateral que um cilindro circular reto B, com raio da base r e altura h, conforme mostram as figuras.
enunciado 2038948-1
Sabendo que !$ { \large h \over H} = 1,2 !$ e que o volume do cilindro B é !$ 240\pi \ cm^3 !$, é correto afirmar que a diferença entre os volumes dos cilindros é
 

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922962 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Uma pessoa dispõe de 5 blocos de papel colorido nas cores azul, amarelo, verde, branco e rosa, sendo cada um deles de uma única cor, e irá utilizar 3 folhas para anotações. O número total de maneiras possíveis de essa pessoa escolher essas 3 folhas, sendo pelo menos 2 delas de uma mesma cor, é
 

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922949 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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O diagnóstico é do economista Víctor Álvarez, ex-ministro de Indústrias Básicas do governo Hugo Chávez: “A crise econômica, social e política que está sofrendo o país neste momento é uma nova expressão de esgotamento de um modelo que se impôs na Venezuela há mais de um século”.
(www.cartacapital.com.br. Adaptado.)
Considerando o cenário econômico e geopolítico da Venezuela, é correto afirmar que o modelo citado no excerto se baseia
 

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910456 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMEMA
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Leia o trecho do romance O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.
A inundação crescia sempre; o leito do rio elevava-se gradualmente; as árvores pequenas desapareciam; e a folhagem dos soberbos jacarandás sobrenadava já como grandes moitas de arbustos.
A cúpula da palmeira, em que se achavam Peri e Cecília, parecia uma ilha de verdura banhando-se nas águas da corrente; as palmas que se abriam formavam no centro um berço mimoso, onde os dois amigos, estreitando-se, pediam ao céu para ambos uma só morte, pois uma só era a sua vida.
Cecília esperava o seu último momento com a sublime resignação evangélica, que só dá a religião do Cristo; morria feliz; Peri tinha confundido as suas almas na derradeira prece que expirara dos seus lábios.
— Podemos morrer, meu amigo! disse ela com uma expressão sublime.
Peri estremeceu; ainda nessa hora suprema seu espírito revoltava-se contra aquela ideia, e não podia conceber que a vida de sua senhora tivesse de perecer como a de um simples mortal.
— Não! exclamou ele. Tu não podes morrer.
A menina sorriu docemente.
— Olha! disse ela com a sua voz maviosa, a água sobe, sobe...
— Que importa! Peri vencerá a água, como venceu a todos os teus inimigos.
— Se fosse um inimigo, tu o vencerias, Peri. Mas é Deus... É o seu poder infinito!
— Tu não sabes? disse o índio como inspirado pelo seu amor ardente, o Senhor do céu manda às vezes àqueles a quem ama um bom pensamento.
E o índio ergueu os olhos com uma expressão inefável de reconhecimento.
Falou com um tom solene:
“Foi longe, bem longe dos tempos de agora. As águas caíram, e começaram a cobrir toda a terra. Os homens subiram ao alto dos montes; um só ficou na várzea com sua esposa.
“Era Tamandaré; forte entre os fortes; sabia mais que todos. O Senhor falava-lhe de noite; e de dia ele ensinava aos filhos da tribo o que aprendia do céu.
[...]”
(O guarani, 1997.)
“A inundação crescia sempre; o leito do rio elevava-se gradualmente; as árvores pequenas desapareciam; e a folhagem dos soberbos jacarandás sobrenadava já como grandes moitas de arbustos.”
Nesse trecho, os verbos indicam
 

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