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1600220 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600220-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O enfermeiro deve fracionar os cuidados prestados ao paciente, principalmente os que sabidamente causem aumento da pressão intracraniana (PIC), mudança de decúbito, aspiração traqueal, banho. Deve-se também evitar manobras de Valsalva, manter o paciente alinhado no leito e controlar a sedação e a dor.

 

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1600219 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600219-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

A prescrição de manitol nesses casos é indicada, pois esse medicamento é um analgésico narcótico, que se liga aos receptores do cérebro, medula e musculatura, inibindo o trajeto nóxico.

 

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1600218 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600218-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O diagnóstico de enfermagem “disfunção neurovascular periférica” pode ser atribuído a esse paciente pela presença das características definidoras de lesão nos MMSS, imobilidade no leito, ausência de mobilização espontânea e pupilas fotorreagentes.

 

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1600217 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600217-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O diagnóstico de enfermagem “capacidade adaptativa intracraniana diminuída” pode ser atribuído a esse paciente por ter como características definidoras a tríade: hipertensão, bradicardia e alteração da frequência respiratória.

 

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1600216 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600216-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Com relação aos achados, é correto afirmar que o paciente apresenta diminuição moderada do nível de consciência desde o momento do trauma até a avaliação no hospital, vômitos, hipertensão, bradicardia e eupneia (sinais clínicos de hipertensão intracraniana), mas ainda com pupilas isocóricas.

 

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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (PNASS) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH), desenvolvido a partir de 1998. Em 2004, o Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC/SAS/MS), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DENASUS), ampliou o escopo do PNASH, possibilitando a avaliação da totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada e dando origem ao PNASS.

A respeito do PNASS, julgue os itens a seguir.

Quanto ao roteiro dos itens de verificação descritos pelo PNASS, o bloco I – gestão organizacional – inclui os seguintes itens: gestão de contratos, planejamento e organização, gestão da informação, gestão das pessoas e modelo organizacional.

 

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O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (PNASS) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH), desenvolvido a partir de 1998. Em 2004, o Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC/SAS/MS), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DENASUS), ampliou o escopo do PNASH, possibilitando a avaliação da totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada e dando origem ao PNASS.

A respeito do PNASS, julgue os itens a seguir.

É um dos objetivos específicos do PNASS incentivar a cultura avaliativa em estabelecimentos de saúde do SUS.

 

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A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.

Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.

No trabalho em equipe, a flexibilidade da divisão do trabalho não convive com as especificidades de cada área profissional.

 

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A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.

Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.

Considerando a articulação das ações de trabalho em equipe, define-se equipe integração aquela em que ocorre a justaposição das ações e o agrupamento dos agentes.

 

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A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.

Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.

Como sujeitos do processo de trabalho, os profissionais exercem autonomia técnica. Esta é concebida como a esfera de liberdade de julgamento e de tomada de decisão frente às necessidades de saúde dos usuários.

 

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