Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para
a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um
veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo
resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar
cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de
coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl
14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de
ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte,
apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11
e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o
paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a
remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em
prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando
escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida
cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico,
afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm,
PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%;
apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos
difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor
à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem
edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais,
pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O enfermeiro deve fracionar os cuidados prestados ao
paciente, principalmente os que sabidamente causem
aumento da pressão intracraniana (PIC), mudança de
decúbito, aspiração traqueal, banho. Deve-se também
evitar manobras de Valsalva, manter o paciente alinhado
no leito e controlar a sedação e a dor.
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para
a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um
veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo
resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar
cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de
coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl
14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de
ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte,
apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11
e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o
paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a
remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em
prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando
escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida
cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico,
afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm,
PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%;
apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos
difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor
à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem
edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais,
pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A prescrição de manitol nesses casos é indicada, pois
esse medicamento é um analgésico narcótico, que se
liga aos receptores do cérebro, medula e musculatura,
inibindo o trajeto nóxico.
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para
a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um
veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo
resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar
cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de
coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl
14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de
ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte,
apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11
e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o
paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a
remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em
prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando
escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida
cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico,
afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm,
PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%;
apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos
difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor
à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem
edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais,
pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico de enfermagem “disfunção neurovascular
periférica” pode ser atribuído a esse paciente pela
presença das características definidoras de lesão nos
MMSS, imobilidade no leito, ausência de mobilização
espontânea e pupilas fotorreagentes.
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para
a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um
veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo
resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar
cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de
coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl
14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de
ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte,
apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11
e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o
paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a
remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em
prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando
escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida
cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico,
afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm,
PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%;
apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos
difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor
à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem
edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais,
pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico de enfermagem “capacidade adaptativa
intracraniana diminuída” pode ser atribuído a esse
paciente por ter como características definidoras a
tríade: hipertensão, bradicardia e alteração da
frequência respiratória.
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para
a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um
veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo
resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar
cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de
coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl
14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de
ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte,
apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11
e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o
paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a
remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em
prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando
escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida
cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico,
afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm,
PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%;
apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos
difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor
à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem
edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais,
pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Com relação aos achados, é correto afirmar que o
paciente apresenta diminuição moderada do nível de
consciência desde o momento do trauma até a avaliação
no hospital, vômitos, hipertensão, bradicardia e eupneia
(sinais clínicos de hipertensão intracraniana), mas ainda
com pupilas isocóricas.
O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (PNASS) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH), desenvolvido a partir de 1998. Em 2004, o Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC/SAS/MS), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DENASUS), ampliou o escopo do PNASH, possibilitando a avaliação da totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada e dando origem ao PNASS.
A respeito do PNASS, julgue os itens a seguir.
Quanto ao roteiro dos itens de verificação descritos pelo PNASS, o bloco I – gestão organizacional – inclui os seguintes itens: gestão de contratos, planejamento e organização, gestão da informação, gestão das pessoas e modelo organizacional.
O Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (PNASS) originou-se do Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH), desenvolvido a partir de 1998. Em 2004, o Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC/SAS/MS), em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DENASUS), ampliou o escopo do PNASH, possibilitando a avaliação da totalidade dos estabelecimentos de atenção especializada e dando origem ao PNASS.
A respeito do PNASS, julgue os itens a seguir.
É um dos objetivos específicos do PNASS incentivar a cultura avaliativa em estabelecimentos de saúde do SUS.
A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.
Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.
No trabalho em equipe, a flexibilidade da divisão do trabalho não convive com as especificidades de cada área profissional.
A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.
Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.
Considerando a articulação das ações de trabalho em equipe, define-se equipe integração aquela em que ocorre a justaposição das ações e o agrupamento dos agentes.
A proposta do trabalho em equipe tem sido veiculada como estratégia para enfrentar o intenso processo de especialização na área da saúde. Esse processo tende a aprofundar verticalmente o conhecimento e a intervenção em aspectos individualizados das necessidades de saúde, sem contemplar simultaneamente a articulação das ações e dos saberes.
Quanto ao trabalho multiprofissional em saúde, julgue os itens a seguir.
Como sujeitos do processo de trabalho, os profissionais exercem autonomia técnica. Esta é concebida como a esfera de liberdade de julgamento e de tomada de decisão frente às necessidades de saúde dos usuários.