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O menino do mar virou polêmica nas redes sociais
Desde a primeira madrugada de 2018 está nas redes sociais uma foto que é excelente por qualquer ângulo que se olhe – do estritamente técnico e estético ao mais sociológico e político. Quer seja vista pela razão ou pela emoção (ou por ambas), a fotografia propicia diversas interpretações, e também isso, fez dela algo especial. Trata-se da imagem de um menino feita pelo fotógrafo Lucas Landau. Ele estava profissionalmente cobrindo a queima de fogos no réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro, quando avistou no mar um garoto com o olhar extasiado a assistir ao espetáculo. Landau entrou também na água e, segundo a sua narração, perguntou-lhe nome e idade – ouviu apenas que ele está com nove anos. A imagem postada viralizou: quarenta e quatro mil curtidas no Instagram, trinta e uma mil curtidas e oito mil compartilhamentos no Facebook, até a tarde da quinta-feira. Bem mais rico do que uma simples polêmica é o ambiente na Internet quando opiniões, mesmo diferentes, acabam se complementando. Foi o que ocorreu. Em um Brasil com cerca de dez milhões de crianças abandonadas, a imagem do garoto negro, ali sozinho, de olhos apaixonados pela beleza dos festejos, levou naturalmente muita gente a interpretá-la como denúncia, ainda que involuntária, da ausência de democracia racial e social no País. Também pela Internet e na linha oposta houve a ressalva de que qualquer comentário sobre a condição de vida do fotografado era pura ilação. Para os movimentos contra o racismo, se se tratasse de uma criança branca “ninguém estaria falando de carência nem de exclusão social”, e isso revela um País preconceituoso. Até a quinta-feira, Landau procurava descobrir algum parente do menino, que de fato pode ter família e não estar em abandono, ou pode ser carente e sobreviver pelas esquinas. É certo, porém, que quando uma fotografia desperta diversas leituras, e entre elas a leitura do fosso social, é porque muita coisa não vai bem na sociedade em que a imagem foi registrada.
(Adaptado de: <https://istoe.com.br/o-menino-do-mar-virou-polemica-nas-redes-sociais/>. Acesso em: 24 jan. 2018.)
Assinale a alternativa que apresenta termo com o mesmo sentido da expressão em destaque no trecho “levou naturalmente muita gente a interpretá-la como denúncia, ainda que involuntária”.
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A rua como único refúgio
Há 28 anos, um grupo de pessoas se reúne semanalmente na sede da organização não governamental Anjos da Noite, em um sobrado no bairro de Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo. Os voluntários dedicam-se a aplacar as carências dos moradores de rua. Além de entregar cobertores e roupas, o grupo tem como principal incumbência a distribuição de refeições. Aos sábados, os colaboradores se organizam para preparar 200 quilos de comida. A distribuição de 800 marmitas tem início ao cair da noite. Anteriormente, os voluntários rodavam quatro horas pelas ruas da região central até entregar a última quentinha. Hoje, o trabalho é feito em menos de uma hora. Basta estacionar o carro e um grupo de pessoas carentes faz fila para ganhar o alimento.
A experiência dos Anjos da Noite confirma a percepção que tem qualquer cidadão dos maiores centros urbanos brasileiros: o número de pessoas que vivem nas ruas elevou-se, e muito, nos últimos anos. As estatísticas são esporádicas e por isso não é fácil saber com exatidão a proporção desse crescimento. O último recenseamento, realizado em São Paulo, em 2015, mostrou um total de 16.000 desabrigados,
praticamente o dobro do registrado em 2000. De lá para cá, certamente esse número aumentou.
(Disponível em <https://veja.abril.com.br/revista-veja/a-rua-como-o-unico-refugio/>. Acesso em: 23 jan. 2018.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o objetivo central do texto.
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O menino do mar virou polêmica nas redes sociais
Desde a primeira madrugada de 2018 está nas redes sociais uma foto que é excelente por qualquer ângulo que se olhe – do estritamente técnico e estético ao mais sociológico e político. Quer seja vista pela razão ou pela emoção (ou por ambas), a fotografia propicia diversas interpretações, e também isso, fez dela algo especial. Trata-se da imagem de um menino feita pelo fotógrafo Lucas Landau. Ele estava profissionalmente cobrindo a queima de fogos no réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro, quando avistou no mar um garoto com o olhar extasiado a assistir ao espetáculo. Landau entrou também na água e, segundo a sua narração, perguntou-lhe nome e idade – ouviu apenas que ele está com nove anos. A imagem postada viralizou: quarenta e quatro mil curtidas no Instagram, trinta e uma mil curtidas e oito mil compartilhamentos no Facebook, até a tarde da quinta-feira. Bem mais rico do que uma simples polêmica é o ambiente na Internet quando opiniões, mesmo diferentes, acabam se complementando. Foi o que ocorreu. Em um Brasil com cerca de dez milhões de crianças abandonadas, a imagem do garoto negro, ali sozinho, de olhos apaixonados pela beleza dos festejos, levou naturalmente muita gente a interpretá-la como denúncia, ainda que involuntária, da ausência de democracia racial e social no País. Também pela Internet e na linha oposta houve a ressalva de que qualquer comentário sobre a condição de vida do fotografado era pura ilação. Para os movimentos contra o racismo, se se tratasse de uma criança branca “ninguém estaria falando de carência nem de exclusão social”, e isso revela um País preconceituoso. Até a quinta-feira, Landau procurava descobrir algum parente do menino, que de fato pode ter família e não estar em abandono, ou pode ser carente e sobreviver pelas esquinas. É certo, porém, que quando uma fotografia desperta diversas leituras, e entre elas a leitura do fosso social, é porque muita coisa não vai bem na sociedade em que a imagem foi registrada.
(Adaptado de: <https://istoe.com.br/o-menino-do-mar-virou-polemica-nas-redes-sociais/>. Acesso em: 24 jan. 2018.)
Sobre os recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. O termo “que” em “uma foto que é excelente por qualquer ângulo” e em “ouviu apenas que ele está com nove anos” pertence a classes gramaticais distintas nas duas ocorrências.
II. A preposição “até” em “oito mil compartilhamentos no Facebook até a tarde da quinta-feira” estabelece um limite de tempo.
III. Em “Até a quinta-feira, Landau procurava descobrir algum parente do menino”, a locução em destaque caracteriza-se como um gerundismo que põe em evidência a determinação do fotógrafo.
IV. Em “a fotografia propicia diversas interpretações, e também isso, fez dela algo especial”, o termo sublinhado remete à palavra “fotografia”.
Assinale a alternativa correta.
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2212668
Ano: 2018
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
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A Lei Estadual 11.741, de 19 de junho de 1997, autorizou o Poder Executivo a instituir uma agência de desenvolvimento, denominada Agência de Fomento, e adotou outras providências. Tendo em vista o conjunto de regras que essa Lei explicita, incluídas as alterações posteriores, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A Agência de Fomento está constituída sob a forma de sociedade anônima de capital fechado, com sede no Município de Curitiba-PR.
( ) A Agência de Fomento está constituída sob a forma de sociedade anônima de capital aberto, com sede no Município de Curitiba-PR.
( ) A Agência de Fomento do Paraná tem como objetivo estatutário a promoção do desenvolvimento social e educacional do Governo do Estado do Paraná.
( ) A Agência de Fomento do Paraná S.A. tem como objetivo social a promoção do desenvolvimento econômico do Estado do Paraná.
( ) A Agência de Fomento do Paraná tem como objetivo estatutário a promoção do desenvolvimento tecnológico e institucional do Governo do Paraná.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
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Sobre as teclas de atalho no Microsoft Word, considere as afirmativas a seguir.
I. CTRL+S salva o documento.
II. CTRL+SHIFT+C copia a formatação do texto.
III. CTRL+SHIFT+> aumenta o tamanho da fonte.
IV. CTRL+I aplica itálico.
Assinale a alternativa correta.
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Considere que em uma planilha do Microsoft Excel foram inseridos os seguintes valores:

Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o valor que será mostrado na célula A5 ao se digitar nela a fórmula =CONT.NUM(A1:B4)
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O menino do mar virou polêmica nas redes sociais
Desde a primeira madrugada de 2018 está nas redes sociais uma foto que é excelente por qualquer ângulo que se olhe – do estritamente técnico e estético ao mais sociológico e político. Quer seja vista pela razão ou pela emoção (ou por ambas), a fotografia propicia diversas interpretações, e também isso, fez dela algo especial. Trata-se da imagem de um menino feita pelo fotógrafo Lucas Landau. Ele estava profissionalmente cobrindo a queima de fogos no réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro, quando avistou no mar um garoto com o olhar extasiado a assistir ao espetáculo. Landau entrou também na água e, segundo a sua narração, perguntou-lhe nome e idade – ouviu apenas que ele está com nove anos. A imagem postada viralizou: quarenta e quatro mil curtidas no Instagram, trinta e uma mil curtidas e oito mil compartilhamentos no Facebook, até a tarde da quinta-feira. Bem mais rico do que uma simples polêmica é o ambiente na Internet quando opiniões, mesmo diferentes, acabam se complementando. Foi o que ocorreu. Em um Brasil com cerca de dez milhões de crianças abandonadas, a imagem do garoto negro, ali sozinho, de olhos apaixonados pela beleza dos festejos, levou naturalmente muita gente a interpretá-la como denúncia, ainda que involuntária, da ausência de democracia racial e social no País. Também pela Internet e na linha oposta houve a ressalva de que qualquer comentário sobre a condição de vida do fotografado era pura ilação. Para os movimentos contra o racismo, se se tratasse de uma criança branca “ninguém estaria falando de carência nem de exclusão social”, e isso revela um País preconceituoso. Até a quinta-feira, Landau procurava descobrir algum parente do menino, que de fato pode ter família e não estar em abandono, ou pode ser carente e sobreviver pelas esquinas. É certo, porém, que quando uma fotografia desperta diversas leituras, e entre elas a leitura do fosso social, é porque muita coisa não vai bem na sociedade em que a imagem foi registrada.
(Adaptado de: <https://istoe.com.br/o-menino-do-mar-virou-polemica-nas-redes-sociais/>. Acesso em: 24 jan. 2018.)
Assinale a alternativa que reúne termos que poderiam substituir, respectivamente, “estritamente”, “extasiado” e “ilação”, sublinhados no texto, sem comprometer o sentido original.
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A rua como único refúgio
Há 28 anos, um grupo de pessoas se reúne semanalmente na sede da organização não governamental Anjos da Noite, em um sobrado no bairro de Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo. Os voluntários dedicam-se a aplacar as carências dos moradores de rua. Além de entregar cobertores e roupas, o grupo tem como principal incumbência a distribuição de refeições. Aos sábados, os colaboradores se organizam para preparar 200 quilos de comida. A distribuição de 800 marmitas tem início ao cair da noite. Anteriormente, os voluntários rodavam quatro horas pelas ruas da região central até entregar a última quentinha. Hoje, o trabalho é feito em menos de uma hora. Basta estacionar o carro e um grupo de pessoas carentes faz fila para ganhar o alimento.
A experiência dos Anjos da Noite confirma a percepção que tem qualquer cidadão dos maiores centros urbanos brasileiros: o número de pessoas que vivem nas ruas elevou-se, e muito, nos últimos anos. As estatísticas são esporádicas e por isso não é fácil saber com exatidão a proporção desse crescimento. O último recenseamento, realizado em São Paulo, em 2015, mostrou um total de 16.000 desabrigados,
praticamente o dobro do registrado em 2000. De lá para cá, certamente esse número aumentou.
(Disponível em <https://veja.abril.com.br/revista-veja/a-rua-como-o-unico-refugio/>. Acesso em: 23 jan. 2018.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a figura de linguagem presente na expressão “Anjos da Noite”.
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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o comportamento das pessoas, segundo as teorias das relações humanas nas organizações.
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O setor de avaliação de projetos publicou pareceres durante os 5 dias da semana. Iniciou na segunda- -feira e terminou na sexta-feira. Em cada dia, foram publicados 2 pareceres a mais do que no dia anterior. Quando terminou esse período, a quantidade total de pareceres publicados foi 70. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a quantidade de pareceres publicados na quinta-feira.
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