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Analise as sentenças a seguir quanto à regência
verbal. Assinale a alternativa em que a regência
da forma verbal empregada não é compatível
com o significado expresso no contexto dado.
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
O vocábulo “que”, em “(...) é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva (...)”, desempenha o papel gramatical de:
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
Analise a expressão “cada um”, que ocorre no excerto apresentado. Assinale a alternativa que classifica correta e respectivamente cada um dos elementos que a compõem.
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
Assinale a alternativa que classifica corretamente a locução “por acaso” quanto à função gramatical que desempenha no excerto apresentado, bem como a classe à qual pertence cada um dos vocábulos que a compõem.
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
No excerto apresentado, os vocábulos “se” em destaque desempenham, respectivamente, os papéis gramaticais de:
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Acerca das funções e fórmulas do Microsoft
Excel 2016, marcar C para as afirmativas Certas,
E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa
que apresenta a sequência CORRETA:
(_) A função DATADIF pode ser usada para calcular o número de dias, meses ou anos entre duas datas.
(_) Não existe no Microsoft Excel 2016, função para arredondamento de um número para uma quantidade específica de dígitos.
(_) A função SE é uma das funções mais populares do Excel e permite que você faça comparações lógicas entre um valor e aquilo que você espera.
(_) A função DATADIF pode ser usada para calcular o número de dias, meses ou anos entre duas datas.
(_) Não existe no Microsoft Excel 2016, função para arredondamento de um número para uma quantidade específica de dígitos.
(_) A função SE é uma das funções mais populares do Excel e permite que você faça comparações lógicas entre um valor e aquilo que você espera.
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Para adicionar tabelas na elaboração do
documento no Word 2016, uma das alternativas
mais acessíveis está localizada na guia:
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Com relação à estrutura básica dos documentos
em Word 2016, sua edição e formatação, analisar
as afirmações a seguir:
I. Os documentos gerados no Word 2016 podem ser armazenados no OneDrive.
II. Na guia da “Página Inicial” do Word 2016, está localizado grupo de configurações do “Parágrafo”.
III. A extensão padrão dos documentos gerados utilizando pelo Word 2016 é .xlsx.
Está(ão) Correto(s):
I. Os documentos gerados no Word 2016 podem ser armazenados no OneDrive.
II. Na guia da “Página Inicial” do Word 2016, está localizado grupo de configurações do “Parágrafo”.
III. A extensão padrão dos documentos gerados utilizando pelo Word 2016 é .xlsx.
Está(ão) Correto(s):
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Entre as teclas de atalhos presentes no Windows
7, o comando ALT + TAB possibilita ao
usuário:
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Para acessar o bloco de notas de maneira simples
no Windows 7, ao clicar no menu iniciar, o
usuário pode localiza-lo abrindo o(a)s:
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Cadernos
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