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Paciente de 41 anos, politraumatizado por colisão automobilística, é submetido a laparotomia emergencial. Identificam-se lesão hepática complexa sangrante, contaminação entérica por lesão de delgado e importante deterioração fisiológica intraoperatória: temperatura de 34°C, pH 7,18, lactato 6,8 mmol/L e coagulopatia progressiva. Nesse caso, a estratégia operatória alinhada ao conceito moderno de cirurgia de controle de danos é:
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Homem de 30 anos, vítima de esmagamento de perna há 8 horas, é reavaliado após fixação externa provisória. Evolui com dor progressiva desproporcional ao exame, piora à mobilização passiva dos dedos, parestesias e aumento da tensão do compartimento anterior da perna. Pulsos distais permanecem palpáveis.
Assinale a alternativa CORRETA em relação a melhor conduta nesse momento.
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Homem de 27 anos sofre ferimento por arma de fogo em transição toracoabdominal esquerda. Chega consciente, porém taquicárdico, com dor abdominal difusa e diminuição do murmúrio vesicular na base esquerda. Após drenagem torácica, são drenados 300 mL de sangue. A tomografia evidencia pequena quantidade de líquido livre, espessamento diafragmático à esquerda e sem lesão evidente de víscera sólida. Nesse contexto, a lesão que é facilmente subdiagnosticada e que justifica investigação cirúrgica dirigida mesmo na ausência de grande hemoperitônio é denominada como:
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Paciente vítima de trauma abdominal fechado apresenta dor abdominal difusa. O FAST inicial demonstra pequena quantidade de líquido livre periesplênico. A tomografia computadorizada subsequente revela lesão esplênica grau IV sem extravasamento ativo de contraste. O paciente permanece hemodinamicamente estável. Acerca do tema, a estratégia terapêutica considerada CORRETA nesse contexto é:
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Durante o pós-operatório de laparotomia por trauma abdominal, um paciente inicialmente estável evolui após 48 horas com piora respiratória, aumento de marcadores inflamatórios e disfunção renal progressiva, sem foco infeccioso definido. Conforme o enunciado, a interpretação fisiopatológica que explica CORRETAMENTE essa evolução é:
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Paciente de 31 anos vítima de colisão frontal de alta energia chega ao pronto-socorro com frequência cardíaca de 132 bpm, pressão arterial de 84/58 mmHg e respiração irregular. A ausculta pulmonar revela murmúrio vesicular abolido à direita e hipertimpanismo à percussão. Observa-se distensão jugular e desvio traqueal contralateral. Acerca do caso, o mecanismo fisiopatológico que explica a instabilidade hemodinâmica é:
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Paciente politraumatizado, 32 anos, vítima de colisão automobilística de alta energia, apresenta ISS de 29, RTS de 6,5 e não possui comorbidades relevantes. Com base nesses dados, a probabilidade de sobrevivência estimada pelo escore TRISS é calculada como intermediária. Considerando os princípios e limitações desse escore, é CORRETO afirmar que o TRISS:
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Paciente politraumatizado evolui com limitação funcional persistente após fratura de membro inferior, apesar de consolidação óssea adequada. Com base no quadro clínico, o fator determinante para a recuperação funcional plena é:
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Homem de 37 anos apresenta trauma abdominal fechado e evolui com aumento progressivo da pressão intra-abdominal, oligúria e dificuldade ventilatória. O diagnóstico CORRETO para esse caso é:
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Paciente de 33 anos sofre trauma torácico contuso e evolui com hipoxemia progressiva nas primeiras 24 horas. A tomografia demonstra opacidades alveolares difusas em áreas correspondentes ao impacto. A principal estratégia ventilatória recomendada nesse contexto é:
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