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Paciente de 39 anos com otite média crônica bilateral, já submetido a três timpanoplastias prévias à direita com enxerto de fáscia temporal, apresenta reperfuração recorrente. Na quarta cirurgia, a fáscia temporal ipsilateral encontra-se fibrosada e há escassez de material autólogo para enxertia. A alternativa de enxerto heterólogo com uso consagrado em timpanoplastia, nesse caso, é:
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Paciente de 36 anos apresenta perfuração timpânica anterior ampla à direita, com margens anteriores não visualizadas pela otoscopia com espéculo. O conduto auditivo externo é estreito. Para a timpanoplastia microscópica, o Cirurgião decide pela via retroauricular. Ao elevar o retalho subperiosteal, os marcos anatômicos revelados nessa abordagem são:
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Paciente de 45 anos é submetido a mastoidectomia canal wall-up à direita por colesteatoma mesotimpânico. Durante a fresagem da mastoide, o Cirurgião precisa identificar o nervo facial para preservá-lo. De acordo com o caso, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE os marcos anatômicos reconhecidos como referências para localização do nervo facial no assoalho do antro mastoídeo:
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Paciente de 50 anos com otite média crônica à esquerda apresenta perda condutiva com gap aéreo-ósseo de 40 dB. Na cirurgia, constata-se ausência da supraestrutura do estribo, com platina móvel. Para a reconstrução ossicular, o Cirurgião opta por prótese aloplástica. O tipo de prótese indicado e a medida para prevenir sua principal complicação são, CORRETA e respectivamente:
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Paciente de 30 anos apresenta perfuração timpânica pequena no quadrante posterior da membrana timpânica direita, sem comprometimento da cadeia ossicular, em conduto auditivo externo amplo. Os bordos da perfuração são bem visualizados à microscopia direta com espéculo auricular. Assinale a abordagem cirúrgica CORRETA para esse caso:
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Paciente de 29 anos apresenta perfuração timpânica central posterior à esquerda, sem evidência de colesteatoma, com cadeia ossicular íntegra. Durante a timpanoplastia, o Cirurgião opta pela técnica underlay com enxerto de fáscia temporal. Para realização dessa técnica, o posicionamento CORRETO do enxerto deve ser:
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Paciente de 42 anos, portador de otite média crônica colesteatomatosa à direita, é submetido a mastoidectomia canal wall-up com abordagem pelo recesso facial (timpanotomia posterior). Durante o planejamento cirúrgico, o Cirurgião revisa os limites anatômicos dessa via de acesso. Nesse contexto, assinale CORRETAMENTE os limites do triângulo ósseo que definem o recesso facial:
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Paciente de 55 anos submetida a ressecção lateral de osso temporal (LTBR) por carcinoma espinocelular T2 do conduto auditivo externo recebeu radioterapia adjuvante pós-operatória. Após seis meses, evolui com exposição óssea e drenagem purulenta na cavidade cirúrgica. Acerca do caso, a estratégia terapêutica reconhecida por reduzir essa complicação é:
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Criança de 4 anos apresenta otorreia persistente e destruição óssea da mastoide na tomografia computadorizada. A lesão é lítica, bem delimitada, centrada na ponta da mastoide, com preservação relativa dos ossículos e do ápice petroso. A imunohistoquímica que confirma a suspeita diagnóstica inclui positividade para:
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No estadiamento das neoplasias malignas do osso temporal, a ressonância magnética com contraste oferece informações complementares à tomografia computadorizada de alta resolução. Com base no tema, as indicações primárias que tornam a ressonância magnética superior à TCAR no estadiamento dessas neoplasias são:
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