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Paciente de 45 anos realiza manobra de Dix-Hallpike à direita, evidenciando nistagmo vertical para baixo com componente torcional para a direita. Após realização da manobra de Yacovino, a reavaliação demonstra nistagmo vertical para cima com componente torcional discreto. O mecanismo fisiopatológico que explica CORRETAMENTE essa sequência de achados é:
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Paciente de 50 anos, sexo feminino, refere episódios de vertigem posicional há 3 semanas. À manobra de Pagnini-McClure, observa-se nistagmo horizontal geotrópico persistente bilateral. Não há história de trauma craniano ou infecção recente. Acerca do caso, a hipótese diagnóstica CORRETA e o substrato fisiopatológico correspondente são:
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Adolescente de 13 anos apresenta episódios recorrentes de vertigem com duração de 30 minutos a duas horas, acompanhados de cefaleia pulsátil unilateral que piora com atividade física e fotofobia. Tem história pregressa de enxaqueca sem aura desde os 10 anos. Já apresentou 6 episódios nos últimos 8 meses. O exame otoneurológico interictal revela nistagmo vertical. Assinale o achado adicional no exame otoneurológico relacionado a essa condição:
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Criança de 5 anos é trazida ao consultório com história de episódios súbitos de palidez, choro e tentativa de agarrar-se aos pais, com duração de poucos minutos e retorno espontâneo ao estado normal. Sem perda de consciência, sem vômitos. Exame neurológico e eletroencefalograma normais. Os pais relatam que os episódios ocorrem há cerca de dois anos. O diagnóstico provável e a conduta inicial adequada são, CORRETA e respectivamente:
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Paciente do sexo masculino, 52 anos, apresenta episódios vertiginosos com duração de segundos, recorrentes ao longo do dia, desencadeados por movimentos cefálicos. Refere história prévia de migrânea sem aura. Nesse caso, o Otorrinolaringologista deve considerar como diagnóstico diferencial:
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Um Otorrinolaringologista avalia um paciente de 38 anos com quadro crônico de congestão nasal, secreção nasal espessa, diminuição do olfato e dor facial. A TC evidencia opacificação bilateral de seios paranasais com áreas hiperdensas no interior do material retido. A nasofibroscopia revela pólipos nasais bilaterais com mucina espessa. A biópsia demonstra mucina eosinofílica com hifas fúngicas no seu interior. Os testes cutâneos para fungos foram negativos. Nesse contexto, o quadro clínico é compatível com:
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Um Otorrinolaringologista investiga um paciente de 28 anos com rinite alérgica persistente moderada/grave, sensibilizado a ácaros da poeira domiciliar. Na avaliação por diagnóstico molecular (microarray), identifica-se IgE específica para Der p 1, Der p 2 e Der p 10. A presença de sensibilização ao componente Der p 10 indica:
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Criança de 8 anos com diagnóstico de RSC é avaliada para tratamento cirúrgico após falha da terapêutica medicamentosa otimizada. A endoscopia nasal revela presença de pólipos nasais bilaterais. Diante do exposto, assinale a conduta CORRETA:
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Paciente de 60 anos, portador de leucemia mieloide aguda em quimioterapia de indução, evolui com neutropenia febril (neutrófilos 200/mm³) há 12 dias. Apresenta edema facial à esquerda, rinorreia unilateral e área de mucosa pálida e avascular em concha média esquerda à endoscopia nasal. A ressonância magnética revela área focal de ausência de captação de contraste (LoCE) na cavidade nasal esquerda. Dessa forma, a conduta CORRETA para o caso é:
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Paciente de 38 anos, imunocompetente, apresenta obstrução nasal unilateral esquerda com secreção fétida há 8 meses. TC evidencia opacificação completa do seio maxilar esquerdo com áreas hiperdensas e microcalcificações no interior da lesão. O diagnóstico provável e o principal fator de risco associado são, CORRETA e respectivamente:
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