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Sobre o papel das células epiteliais do córtex do timo na formação de uma barreira funcional nesse órgão, é CORRETO afirmar que essas células:
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A Política Nacional de Humanização (PNH), como método, aposta na inclusão de trabalhadores, usuários e gestores na produção e gestão do cuidado e dos processos de trabalho.
A indissociabilidade entre atenção e gestão, é orientada a partir da premissa que:
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Adscrever os usuários e desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população adscrita estão entre os fundamentos e diretrizes da Atenção Básica, segundo a Política Nacional de Atenção Básica (MS, 2012), e tem como objetivo:
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Segundo a Carta dos direitos dos usuários da saúde (MS, 2011), cabe ao usuário:
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Assinale a alternativa que corresponde à descrição correta dos pictogramas abaixo, na ordem:

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Há várias causas a serem consideradas quando um neonato se apresenta ictérico.
Quando se detecta, além da alteração dos níveis de hemoglobina e bilirrubina indireta, a positividade para prova direta de Coombs no sangue do cordão umbilical, deve-se suspeitar de icterícia do tipo:
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O tipo de microscópio que explora as mudanças de fase das ondas luminosas ao atravessarem estruturas de acordo com seu índice de refração em células vivas, produzindo diferenças de amplitude quando os conjuntos de ondas se recombinam para criar imagens da estrutura celular observada, é o:
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Definir e coordenar os sistemas de vigilância epidemiológica e sanitária no Sistema Único da Saúde (SUS) competem à direção denominada (o):
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(...) Generosidade, humanidade, bondade, compaixão, amizade e estima recíproca, todos os afetos sociáveis e benevolentes, quando expressos no semblante ou comportamento, até mesmo para com aqueles com quem não temos um relacionamento especial, quase sempre agradam ao espectador indiferente. Sua simpatia com a pessoa que experimenta essas paixões coincide exatamente com sua preocupação pela pessoa que é objeto delas. O interesse que o homem deve ter pela felicidade desta última anima sua simpatia com os sentimentos da outra, cujas emoções se ocupam do mesmo objeto. Sempre temos, portanto, a mais forte disposição de simpatizar com os afetos benevolentes. Sob todos os aspectos nos parecem agradáveis. Compartilhamos tanto a satisfação da pessoa que os experimenta, quanto da que é objeto deles. Pois, assim como ser objeto de ódio e indignação causa mais dor que todo o mal que um homem corajoso receie de seus inimigos, há uma satisfação em saber-se amado, o que, para uma pessoa delicada e sensível, é mais importante para a felicidade do que todas as vantagens que pode esperar disso. Haverá, por acaso, um caráter tão detestável como o de quem sente prazer em semear discórdia entre seus amigos, e converter seu mais terno amor em ódio mortal? E, contudo, em que consiste a atrocidade desse insulto tão detestável? Acaso em privá-los dos frívolos bons ofícios que poderiam ter esperado do outro, se a amizade prosseguisse? Consiste em privá-los daquela amizade mesma, em roubar-lhes seus mútuos afetos que lhes davam tanta satisfação; em perturbar a harmonia de seus corações, pondo termo ao intercâmbio feliz que até então subsistia entre eles. Esses afetos, aquela harmonia, esse intercâmbio são percebidos não apenas pelos homens ternos e delicados, mas também pelos rudes e vulgares, como algo mais importante para a felicidade do que todos os favores que se esperava fluíssem deles.
O sentimento do amor é em si agradável à pessoa que o experimenta. Alivia e sossega o peito, parece favorecer os movimentos vitais e estimular a saudável condição da constituição humana; e torna-se ainda mais delicioso pela consciência da gratidão e da satisfação que deve provocar naquele que é seu objeto. A afeição mútua deixa ambos felizes um com o outro, e a simpatia com essa afeição mútua torna-os agradáveis para todos os demais. (...)
(SMITH, Adam. Teoria dos sentimentos morais. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015, p.44-45)
Das palavras sublinhadas abaixo, aquela que pertence a classe gramatical diferente das demais é:
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(...) Generosidade, humanidade, bondade, compaixão, amizade e estima recíproca, todos os afetos sociáveis e benevolentes, quando expressos no semblante ou comportamento, até mesmo para com aqueles com quem não temos um relacionamento especial, quase sempre agradam ao espectador indiferente. Sua simpatia com a pessoa que experimenta essas paixões coincide exatamente com sua preocupação pela pessoa que é objeto delas. O interesse que o homem deve ter pela felicidade desta última anima sua simpatia com os sentimentos da outra, cujas emoções se ocupam do mesmo objeto. Sempre temos, portanto, a mais forte disposição de simpatizar com os afetos benevolentes. Sob todos os aspectos nos parecem agradáveis. Compartilhamos tanto a satisfação da pessoa que os experimenta, quanto da que é objeto deles. Pois, assim como ser objeto de ódio e indignação causa mais dor que todo o mal que um homem corajoso receie de seus inimigos, há uma satisfação em saber-se amado, o que, para uma pessoa delicada e sensível, é mais importante para a felicidade do que todas as vantagens que pode esperar disso. Haverá, por acaso, um caráter tão detestável como o de quem sente prazer em semear discórdia entre seus amigos, e converter seu mais terno amor em ódio mortal? E, contudo, em que consiste a atrocidade desse insulto tão detestável? Acaso em privá-los dos frívolos bons ofícios que poderiam ter esperado do outro, se a amizade prosseguisse? Consiste em privá-los daquela amizade mesma, em roubar-lhes seus mútuos afetos que lhes davam tanta satisfação; em perturbar a harmonia de seus corações, pondo termo ao intercâmbio feliz que até então subsistia entre eles. Esses afetos, aquela harmonia, esse intercâmbio são percebidos não apenas pelos homens ternos e delicados, mas também pelos rudes e vulgares, como algo mais importante para a felicidade do que todos os favores que se esperava fluíssem deles.
O sentimento do amor é em si agradável à pessoa que o experimenta. Alivia e sossega o peito, parece favorecer os movimentos vitais e estimular a saudável condição da constituição humana; e torna-se ainda mais delicioso pela consciência da gratidão e da satisfação que deve provocar naquele que é seu objeto. A afeição mútua deixa ambos felizes um com o outro, e a simpatia com essa afeição mútua torna-os agradáveis para todos os demais. (...)
(SMITH, Adam. Teoria dos sentimentos morais. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015, p.44-45)
A reescritura da passagem que mantém a orientação da norma gramatical padrão quanto ao emprego da pontuação é:
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