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A lesão patológica que possui características clínica e radiográfica tais como: pequeno aumento de volume séssil na gengiva vestibular da maxila, assintomática, área radiolúcida circunscrita, unilocular, envolvendo a coroa de um dente não erupcionado, por vezes se estendendo apicalmente ao longo da raiz, passando da junção amelocementária, é:
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Uma vez que as infecções periodontais promovem bacteremias de baixo grau e endotoxemias em pacientes com doença cardiovascular, a base racional biológica para explicar a ponte entre a periodontite e a doença cardiovascular está expressa na seguinte alternativa:
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O trauma dentário em crianças e adolescentes requer do cirurgião-dentista experiência e habilidade para o diagnóstico da extensão da lesão e possíveis tratamentos. O trauma em um dente é invariavelmente seguido de:
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A normalização da condição dos tecidos sobre os quais as próteses totais se apoiam é fundamental e deve ser obtida antes do início de qualquer tratamento protético, sendo obtida pelo controle de seus fatores causais.
O termo genérico usado para este procedimento é o condicionamento de:
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O EMLA é uma mistura eutética de anestésicos locais, disponível na forma de creme para anestesia tópica da pele.
Este medicamento, quando colocado sob curativo oclusivo por 01 hora diminui a dor da punção venosa e é útil em pacientes com intolerância à inserção da agulha. Sua mistura é formada pelos seguintes componentes:
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Definir e coordenar os sistemas de vigilância epidemiológica e sanitária no Sistema Único da Saúde (SUS) competem à direção denominada (o):
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(...) Generosidade, humanidade, bondade, compaixão, amizade e estima recíproca, todos os afetos sociáveis e benevolentes, quando expressos no semblante ou comportamento, até mesmo para com aqueles com quem não temos um relacionamento especial, quase sempre agradam ao espectador indiferente. Sua simpatia com a pessoa que experimenta essas paixões coincide exatamente com sua preocupação pela pessoa que é objeto delas. O interesse que o homem deve ter pela felicidade desta última anima sua simpatia com os sentimentos da outra, cujas emoções se ocupam do mesmo objeto. Sempre temos, portanto, a mais forte disposição de simpatizar com os afetos benevolentes. Sob todos os aspectos nos parecem agradáveis. Compartilhamos tanto a satisfação da pessoa que os experimenta, quanto da que é objeto deles. Pois, assim como ser objeto de ódio e indignação causa mais dor que todo o mal que um homem corajoso receie de seus inimigos, há uma satisfação em saber-se amado, o que, para uma pessoa delicada e sensível, é mais importante para a felicidade do que todas as vantagens que pode esperar disso. Haverá, por acaso, um caráter tão detestável como o de quem sente prazer em semear discórdia entre seus amigos, e converter seu mais terno amor em ódio mortal? E, contudo, em que consiste a atrocidade desse insulto tão detestável? Acaso em privá-los dos frívolos bons ofícios que poderiam ter esperado do outro, se a amizade prosseguisse? Consiste em privá-los daquela amizade mesma, em roubar-lhes seus mútuos afetos que lhes davam tanta satisfação; em perturbar a harmonia de seus corações, pondo termo ao intercâmbio feliz que até então subsistia entre eles. Esses afetos, aquela harmonia, esse intercâmbio são percebidos não apenas pelos homens ternos e delicados, mas também pelos rudes e vulgares, como algo mais importante para a felicidade do que todos os favores que se esperava fluíssem deles.
O sentimento do amor é em si agradável à pessoa que o experimenta. Alivia e sossega o peito, parece favorecer os movimentos vitais e estimular a saudável condição da constituição humana; e torna-se ainda mais delicioso pela consciência da gratidão e da satisfação que deve provocar naquele que é seu objeto. A afeição mútua deixa ambos felizes um com o outro, e a simpatia com essa afeição mútua torna-os agradáveis para todos os demais. (...)
(SMITH, Adam. Teoria dos sentimentos morais. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015, p.44-45)
Das palavras sublinhadas abaixo, aquela que pertence a classe gramatical diferente das demais é:
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(...) Generosidade, humanidade, bondade, compaixão, amizade e estima recíproca, todos os afetos sociáveis e benevolentes, quando expressos no semblante ou comportamento, até mesmo para com aqueles com quem não temos um relacionamento especial, quase sempre agradam ao espectador indiferente. Sua simpatia com a pessoa que experimenta essas paixões coincide exatamente com sua preocupação pela pessoa que é objeto delas. O interesse que o homem deve ter pela felicidade desta última anima sua simpatia com os sentimentos da outra, cujas emoções se ocupam do mesmo objeto. Sempre temos, portanto, a mais forte disposição de simpatizar com os afetos benevolentes. Sob todos os aspectos nos parecem agradáveis. Compartilhamos tanto a satisfação da pessoa que os experimenta, quanto da que é objeto deles. Pois, assim como ser objeto de ódio e indignação causa mais dor que todo o mal que um homem corajoso receie de seus inimigos, há uma satisfação em saber-se amado, o que, para uma pessoa delicada e sensível, é mais importante para a felicidade do que todas as vantagens que pode esperar disso. Haverá, por acaso, um caráter tão detestável como o de quem sente prazer em semear discórdia entre seus amigos, e converter seu mais terno amor em ódio mortal? E, contudo, em que consiste a atrocidade desse insulto tão detestável? Acaso em privá-los dos frívolos bons ofícios que poderiam ter esperado do outro, se a amizade prosseguisse? Consiste em privá-los daquela amizade mesma, em roubar-lhes seus mútuos afetos que lhes davam tanta satisfação; em perturbar a harmonia de seus corações, pondo termo ao intercâmbio feliz que até então subsistia entre eles. Esses afetos, aquela harmonia, esse intercâmbio são percebidos não apenas pelos homens ternos e delicados, mas também pelos rudes e vulgares, como algo mais importante para a felicidade do que todos os favores que se esperava fluíssem deles.
O sentimento do amor é em si agradável à pessoa que o experimenta. Alivia e sossega o peito, parece favorecer os movimentos vitais e estimular a saudável condição da constituição humana; e torna-se ainda mais delicioso pela consciência da gratidão e da satisfação que deve provocar naquele que é seu objeto. A afeição mútua deixa ambos felizes um com o outro, e a simpatia com essa afeição mútua torna-os agradáveis para todos os demais. (...)
(SMITH, Adam. Teoria dos sentimentos morais. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015, p.44-45)
A reescritura da passagem que mantém a orientação da norma gramatical padrão quanto ao emprego da pontuação é:
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(...) Generosidade, humanidade, bondade, compaixão, amizade e estima recíproca, todos os afetos sociáveis e benevolentes, quando expressos no semblante ou comportamento, até mesmo para com aqueles com quem não temos um relacionamento especial, quase sempre agradam ao espectador indiferente. Sua simpatia com a pessoa que experimenta essas paixões coincide exatamente com sua preocupação pela pessoa que é objeto delas. O interesse que o homem deve ter pela felicidade desta última anima sua simpatia com os sentimentos da outra, cujas emoções se ocupam do mesmo objeto. Sempre temos, portanto, a mais forte disposição de simpatizar com os afetos benevolentes. Sob todos os aspectos nos parecem agradáveis. Compartilhamos tanto a satisfação da pessoa que os experimenta, quanto da que é objeto deles. Pois, assim como ser objeto de ódio e indignação causa mais dor que todo o mal que um homem corajoso receie de seus inimigos, há uma satisfação em saber-se amado, o que, para uma pessoa delicada e sensível, é mais importante para a felicidade do que todas as vantagens que pode esperar disso. Haverá, por acaso, um caráter tão detestável como o de quem sente prazer em semear discórdia entre seus amigos, e converter seu mais terno amor em ódio mortal? E, contudo, em que consiste a atrocidade desse insulto tão detestável? Acaso em privá-los dos frívolos bons ofícios que poderiam ter esperado do outro, se a amizade prosseguisse? Consiste em privá-los daquela amizade mesma, em roubar-lhes seus mútuos afetos que lhes davam tanta satisfação; em perturbar a harmonia de seus corações, pondo termo ao intercâmbio feliz que até então subsistia entre eles. Esses afetos, aquela harmonia, esse intercâmbio são percebidos não apenas pelos homens ternos e delicados, mas também pelos rudes e vulgares, como algo mais importante para a felicidade do que todos os favores que se esperava fluíssem deles.
O sentimento do amor é em si agradável à pessoa que o experimenta. Alivia e sossega o peito, parece favorecer os movimentos vitais e estimular a saudável condição da constituição humana; e torna-se ainda mais delicioso pela consciência da gratidão e da satisfação que deve provocar naquele que é seu objeto. A afeição mútua deixa ambos felizes um com o outro, e a simpatia com essa afeição mútua torna-os agradáveis para todos os demais. (...)
(SMITH, Adam. Teoria dos sentimentos morais. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015, p.44-45)
Levando em conta o posicionamento de Adam Smith no texto apresentado nesta prova, o leitor percebe que a ideia de conjectura se manifesta pelo emprego da forma verbal:
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(...) Generosidade, humanidade, bondade, compaixão, amizade e estima recíproca, todos os afetos sociáveis e benevolentes, quando expressos no semblante ou comportamento, até mesmo para com aqueles com quem não temos um relacionamento especial, quase sempre agradam ao espectador indiferente. Sua simpatia com a pessoa que experimenta essas paixões coincide exatamente com sua preocupação pela pessoa que é objeto delas. O interesse que o homem deve ter pela felicidade desta última anima sua simpatia com os sentimentos da outra, cujas emoções se ocupam do mesmo objeto. Sempre temos, portanto, a mais forte disposição de simpatizar com os afetos benevolentes. Sob todos os aspectos nos parecem agradáveis. Compartilhamos tanto a satisfação da pessoa que os experimenta, quanto da que é objeto deles. Pois, assim como ser objeto de ódio e indignação causa mais dor que todo o mal que um homem corajoso receie de seus inimigos, há uma satisfação em saber-se amado, o que, para uma pessoa delicada e sensível, é mais importante para a felicidade do que todas as vantagens que pode esperar disso. Haverá, por acaso, um caráter tão detestável como o de quem sente prazer em semear discórdia entre seus amigos, e converter seu mais terno amor em ódio mortal? E, contudo, em que consiste a atrocidade desse insulto tão detestável? Acaso em privá-los dos frívolos bons ofícios que poderiam ter esperado do outro, se a amizade prosseguisse? Consiste em privá-los daquela amizade mesma, em roubar-lhes seus mútuos afetos que lhes davam tanta satisfação; em perturbar a harmonia de seus corações, pondo termo ao intercâmbio feliz que até então subsistia entre eles. Esses afetos, aquela harmonia, esse intercâmbio são percebidos não apenas pelos homens ternos e delicados, mas também pelos rudes e vulgares, como algo mais importante para a felicidade do que todos os favores que se esperava fluíssem deles.
O sentimento do amor é em si agradável à pessoa que o experimenta. Alivia e sossega o peito, parece favorecer os movimentos vitais e estimular a saudável condição da constituição humana; e torna-se ainda mais delicioso pela consciência da gratidão e da satisfação que deve provocar naquele que é seu objeto. A afeição mútua deixa ambos felizes um com o outro, e a simpatia com essa afeição mútua torna-os agradáveis para todos os demais. (...)
(SMITH, Adam. Teoria dos sentimentos morais. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2015, p.44-45)
Na passagem: (1) "Generosidade, humanidade, bondade, compaixão, amizade e estima recíproca, (2) todos os afetos sociáveis e benevolentes, (...) quase sempre agradam...", encontram-se destacados termos que desempenham as seguintes funções sintáticas:
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