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Gráfico I

Em 1993, não houve levantamento. Contexto. In: Veja, 2/7/2003, p. 37 (com adaptações).
Com base nas informações do gráfico I, julgue o item seguinte.
Na virada do terceiro milênio, não houve acréscimo nem decréscimo nos níveis absolutos de desmatamento.
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Centro de Licenciamento Ambiental Federal
O Centro de Licenciamento Ambiental Federal foi instituído na estrutura do IBAMA, junto à Diretoria de Licenciamento e Qualidade Ambiental, como um dos marcos da nova percepção de trabalhar as questões ambientais sob o enfoque federal. Inserem-se nessa concepção conceitos de modernização, instrumentalização, capacitação, desconcentração e desburocratização no uso de um dos principais instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente. Busca-se a construção de uma integração conceitual e física entre os diversos parceiros envolvidos com o licenciamento ambiental, resgatando-se o verdadeiro papel do órgão federal de se estruturar e atuar como uma referência nacional. A idéia de uma página na Internet atende à vontade de mantermos um fórum permanente de troca de conhecimentos e informações no licenciamento ambiental, respeitando as formas de proveito naturalmente diferenciadas, pelas características e interesses de nossos parceiros. É um processo dinâmico que será constantemente avaliado, visando a permanente construção e a manutenção da integração entre governo e sociedade.
Internet: <http://www.ibama.gov.br>. Acesso em
26/9/2003 (com adaptações).
Julgue o fragmento de texto apresentados nos itens a seguir quanto à pontuação empregada e à manutenção do sentido do texto acima.
Este processo dinâmico, entre governo e sociedade, que será constantemente avaliado, visa: a permanente construção e a manutenção da integração social.
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Texto I
O Brasil precisa é de inclusão social
O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.
A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.
Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.
Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.
Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.
O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.
Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.
As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.
Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).
Evidenciando a compreensão do significado contextual de palavras e expressões utilizadas no texto I, julgue o item seguinte.
O adjetivo “eficaz” pode ser corretamente substituído, no texto, por eficiente, sem se alterar o sentido da frase.
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Texto I
O Brasil precisa é de inclusão social
O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.
A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.
Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.
Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.
Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.
O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.
Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.
As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.
Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).
Evidenciando a compreensão do significado contextual de palavras e expressões utilizadas no texto I, julgue o item seguinte.
A palavra “potencializar” corresponde à idéia de incrementar.
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Texto I
O Brasil precisa é de inclusão social
O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.
A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.
Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.
Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.
Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.
O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.
Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.
As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.
Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).
Evidenciando a compreensão do significado contextual de palavras e expressões utilizadas no texto I, julgue o item seguinte.
Nas expressões “inclusão analógica” e “inclusão social”, os adjetivos são sinônimos.
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Parte da tela de um computador, apresentada na figura acima, permite verificar as propriedades do disquete, visualizadas por meio do Windows Explorer. As ferramentas disponíveis podem ser utilizadas para várias tarefas, especificamente sobre o disco de 3½”. Considerando essa figura, julgue o seguinte item.
Na guia
, são exibidas informações acerca do espaço livre e do espaço utilizado no disco. Além disso, ela permite definir um rótulo para o volume.
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Parte da tela de um computador, apresentada na figura acima, permite verificar as propriedades do disquete, visualizadas por meio do Windows Explorer. As ferramentas disponíveis podem ser utilizadas para várias tarefas, especificamente sobre o disco de 3½”. Considerando essa figura, julgue o seguinte item.
A guia
, na figura acima, permite compartilhar o disco em rede local para que usuários de outros computadores possam acessar o dispositivo via rede.
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Parte da tela de um computador, apresentada na figura acima, permite verificar as propriedades do disquete, visualizadas por meio do Windows Explorer. As ferramentas disponíveis podem ser utilizadas para várias tarefas, especificamente sobre o disco de 3½”. Considerando essa figura, julgue o seguinte item.
A ferramenta para verificação de erros permite ao usuário, entre outras coisas, auditar o disco para corrigir eventuais falhas no sistema de arquivos.
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Parte da tela de um computador, apresentada na figura acima, permite verificar as propriedades do disquete, visualizadas por meio do Windows Explorer. As ferramentas disponíveis podem ser utilizadas para várias tarefas, especificamente sobre o disco de 3½”. Considerando essa figura, julgue o seguinte item.
Desfragmentar um disco significa regravar as partes de um arquivo em setores contínuos desse disco, a fim de aumentar a velocidade de acesso e possibilitar recuperação do arquivo.
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Parte da tela de um computador, apresentada na figura acima, permite verificar as propriedades do disquete, visualizadas por meio do Windows Explorer. As ferramentas disponíveis podem ser utilizadas para várias tarefas, especificamente sobre o disco de 3½”. Considerando essa figura, julgue o seguinte item.
Por meio da ferramenta de desfragmentação é possível verificar a dispersão, em várias partes diferentes do disco, do conteúdo de um mesmo arquivo.
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