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Foram encontradas 60 questões.

1628913 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Segundo a natureza da coleção, as bibliotecas são classificadas em:

 

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1628730 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Quanto à função de difundir informação, a biblioteca oferece os seguintes serviços:

 

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1628534 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Conforme a CDD, a ordem correta de guarda de livros nas estantes é:

 

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1627507 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Em relação aos serviços de atendimento aos usuários de bibliotecas, é correto afirmar:

 

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1624867 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Crise de humanidade

A crise econômico-financeira, previsível e inevitável, remete a uma crise mais profunda. Trata-se de uma crise de humanidade. Faltaram traços de humanidade mínimos(b) no projeto neoliberal e na economia de mercado, sem os quais nenhuma instituição, a médio e longo prazo, se aguenta de pé: a confiança e a verdade. A economia pressupõe a confiança de que os impulsos eletrônicos que movem os papéis e os contratos tenham lastro e não sejam mera matéria virtual, portanto, fictícia. Pressupõe outrossim a verdade de que os procedimentos se façam segundo regras(c) observadas por todos. Ocorre que no neoliberalismo e nos mercados, especialmente a partir da era Thatcher e Reagan, predominou a financeirização dos capitais. O capital financeiro-especulativo é da ordem de 167 trilhões de dólares, enquanto o capital real, empregado nos processos produtivos, por volta de 48 trilhões de dólares anuais. Aquele delirava na especulação das bolsas, dinheiro fazendo dinheiro, sem controle, apenas regido pela voracidade do mercado. Por sua natureza, a especulação comporta sempre alto risco e vem submetida a desvios sistêmicos: à ganância de mais e mais ganhar, por todos os meios possíveis.

Os gigantes de Wall Street eram tão poderosos que impediam qualquer controle(e), seguindo apenas suas próprias regulações. Eles contavam com as informações antecipadas (Insider Information), manipulavam-nas, divulgavam boatos nos mercados(a), induziam-nos a falsas apostas e tiravam daí grandes lucros. Basta ler o livro do megaespeculador George Soros, A crise do capitalismo, para constatá-lo, pois aí conta em detalhes estas manobras que destroem a confiança e a verdade. Ambas eram sacrificadas sistematicamente em função da ganância dos especuladores. Tal sistema tinha que um dia ruir, por ser falso e perverso, o que de fato ocorreu.

Por que a crise atual é a crise da humanidade? Porque nela subjaz um conceito empobrecido de ser humano que só considera um lado dele, seu lado de ego. O ser humano é habitado por duas forças cósmicas: uma de autoafirmação sem a qual ele desaparece. Aqui predomina o ego e a competição. A outra é de integração num todo maior sem a qual também desaparece. Aqui prevalece o nós e a competição com a cooperação. A vida só se desenvolve saudavelmente na medida em que se equilibram o ego com o nós(d), a competição com a cooperação. Dando rédeas só à competição do ego, anulando a cooperação, nascem as distorções que assistimos, levando à crise atual. Contrariamente, dando espaço apenas ao nós sem o ego, gerou-se o socialismo despersonalizante e a ruína que provocou. Erros desta gravidade, nas condições atuais de interdependência de todos com todos, nos podem liquidar. Como nunca antes, temos que nos orientar por um conceito adequado e integrador do ser humano, por um lado individual pessoal com direitos e por outro social comunitário com limites e deveres. Caso contrário, nos atolaremos sempre nas crises que serão menos econômico-financeiras e mais crises de humanidade.

Adaptado de BOFF, Leonardo. Portal da Agência Latinoamericana de Información , Alainet, em 14-11-2008.

Assinale a alternativa em que o tempo e o modo verbais são iguais aos da frase: “Os impulsos eletrônicos (...) não sejam mera matéria virtual”.

 

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1621141 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Assinale a alternativa que indica corretamente o serviço cujo objetivo é retirar do acervo livros, folhetos e periódicos desatualizados, duplicados ou danificados, sem condições de recuperação, fazendo-se as anotações no livro ou fichas de registro.

 

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1621122 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Crise de humanidade

A crise econômico-financeira, previsível e inevitável, remete a uma crise mais profunda. Trata-se de uma crise de humanidade. Faltaram traços de humanidade mínimos no projeto neoliberal e na economia de mercado, sem os quais nenhuma instituição, a médio e longo prazo, se aguenta de pé: a confiança e a verdade. A economia pressupõe a confiança de que os impulsos eletrônicos que movem os papéis e os contratos tenham lastro e não sejam mera matéria virtual, portanto, fictícia. Pressupõe outrossim a verdade de que os procedimentos se façam segundo regras observadas por todos. Ocorre que no neoliberalismo e nos mercados, especialmente a partir da era Thatcher e Reagan, predominou a financeirização dos capitais. O capital financeiro-especulativo é da ordem de 167 trilhões de dólares, enquanto o capital real, empregado nos processos produtivos, por volta de 48 trilhões de dólares anuais. Aquele delirava na especulação das bolsas, dinheiro fazendo dinheiro, sem controle, apenas regido pela voracidade do mercado. Por sua natureza, a especulação comporta sempre alto risco e vem submetida a desvios sistêmicos: à ganância de mais e mais ganhar, por todos os meios possíveis.

Os gigantes de Wall Street eram tão poderosos que impediam qualquer controle, seguindo apenas suas próprias regulações. Eles contavam com as informações antecipadas (Insider Information), manipulavam-nas, divulgavam boatos nos mercados, induziam-nos a falsas apostas e tiravam daí grandes lucros. Basta ler o livro do megaespeculador George Soros, A crise do capitalismo, para constatá-lo, pois aí conta em detalhes estas manobras que destroem a confiança e a verdade. Ambas eram sacrificadas sistematicamente em função da ganância dos especuladores. Tal sistema tinha que um dia ruir, por ser falso e perverso, o que de fato ocorreu.

Por que a crise atual é a crise da humanidade? Porque nela subjaz um conceito empobrecido de ser humano que só considera um lado dele, seu lado de ego. O ser humano é habitado por duas forças cósmicas: uma de autoafirmação sem a qual ele desaparece. Aqui predomina o ego e a competição. A outra é de integração num todo maior sem a qual também desaparece. Aqui prevalece o nós e a competição com a cooperação. A vida só se desenvolve saudavelmente na medida em que se equilibram o ego com o nós, a competição com a cooperação. Dando rédeas só à competição do ego, anulando a cooperação, nascem as distorções que assistimos, levando à crise atual. Contrariamente, dando espaço apenas ao nós sem o ego, gerou-se o socialismo despersonalizante e a ruína que provocou. Erros desta gravidade, nas condições atuais de interdependência de todos com todos, nos podem liquidar. Como nunca antes, temos que nos orientar por um conceito adequado e integrador do ser humano, por um lado individual pessoal com direitos e por outro social comunitário com limites e deveres. Caso contrário, nos atolaremos sempre nas crises que serão menos econômico-financeiras e mais crises de humanidade.

Adaptado de BOFF, Leonardo. Portal da Agência Latinoamericana de Información , Alainet, em 14-11-2008.

Assinale a alternativa que classifica morfologicamente o termo destacado em: “Ambas eram sacrificadas sistematicamente em função da ganância...”.

 

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1614966 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Os sistemas de classificação bibliográfica mais conhecidos são a classificação:

 

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1606552 Ano: 2009
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Crise de humanidade

A crise econômico-financeira, previsível e inevitável, remete a uma crise mais profunda. Trata-se de uma crise de humanidade. Faltaram traços de humanidade mínimos no projeto neoliberal e na economia de mercado, sem os quais nenhuma instituição, a médio e longo prazo, se aguenta de pé: a confiança e a verdade. A economia pressupõe a confiança de que os impulsos eletrônicos que movem os papéis e os contratos tenham lastro e não sejam mera matéria virtual, portanto, fictícia. Pressupõe outrossim a verdade de que os procedimentos se façam segundo regras observadas por todos. Ocorre que no neoliberalismo e nos mercados, especialmente a partir da era Thatcher e Reagan, predominou a financeirização dos capitais. O capital financeiro-especulativo é da ordem de 167 trilhões de dólares, enquanto o capital real, empregado nos processos produtivos, por volta de 48 trilhões de dólares anuais. Aquele delirava na especulação das bolsas, dinheiro fazendo dinheiro, sem controle, apenas regido pela voracidade do mercado. Por sua natureza, a especulação comporta sempre alto risco e vem submetida a desvios sistêmicos: à ganância de mais e mais ganhar, por todos os meios possíveis.

Os gigantes de Wall Street eram tão poderosos que impediam qualquer controle, seguindo apenas suas próprias regulações. Eles contavam com as informações antecipadas (Insider Information), manipulavam-nas, divulgavam boatos nos mercados, induziam-nos a falsas apostas e tiravam daí grandes lucros. Basta ler o livro do megaespeculador George Soros, A crise do capitalismo, para constatá-lo, pois aí conta em detalhes estas manobras que destroem a confiança e a verdade. Ambas eram sacrificadas sistematicamente em função da ganância dos especuladores. Tal sistema tinha que um dia ruir, por ser falso e perverso, o que de fato ocorreu.

Por que a crise atual é a crise da humanidade? Porque nela subjaz um conceito empobrecido de ser humano que só considera um lado dele, seu lado de ego. O ser humano é habitado por duas forças cósmicas: uma de autoafirmação sem a qual ele desaparece. Aqui predomina o ego e a competição. A outra é de integração num todo maior sem a qual também desaparece. Aqui prevalece o nós e a competição com a cooperação. A vida só se desenvolve saudavelmente na medida em que se equilibram o ego com o nós, a competição com a cooperação. Dando rédeas só à competição do ego, anulando a cooperação, nascem as distorções que assistimos, levando à crise atual. Contrariamente, dando espaço apenas ao nós sem o ego, gerou-se o socialismo despersonalizante e a ruína que provocou. Erros desta gravidade, nas condições atuais de interdependência de todos com todos, nos podem liquidar. Como nunca antes, temos que nos orientar por um conceito adequado e integrador do ser humano, por um lado individual pessoal com direitos e por outro social comunitário com limites e deveres. Caso contrário, nos atolaremos sempre nas crises que serão menos econômico-financeiras e mais crises de humanidade.

Adaptado de BOFF, Leonardo. Portal da Agência Latinoamericana de Información , Alainet, em 14-11-2008.

Assinale a alternativa que apresenta a abreviatura correta do pronome de tratamento correspondente ao título enunciado.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1594141 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Entre as funções dos catálogos de bibliotecas, é correto afirmar:

 

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