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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
A expressão “por que” difere gráfica e semanticamente da palavra porque. O emprego dessa palavra ou expressão está de acordo com as normas ortográficas em:
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
No trecho “(...) há milhares de anos”, substituindo-se o verbo haver pelo verbo fazer, tem-se:
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Marque a opção correspondente ao modo do MS PowerPoint no qual é possível visualizar todo o conteúdo de texto da apresentação em formato de lista e os objetos de desenho, gráficos ou cores não são exibidos.
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Na janela de impressão do MS PowerPoint é permitido imprimir:
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Na conexão de equipamentos multimídia, uma das razões para se padronizar cabos e conectores é manter o chamado “Casamento de Impedância”. Quanto ao casamento de impedância de equipamentos multimídia é INCORRETO afirmar que:
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualTeorias, Conceitos e Terminologia de Audiovisual e Cinema
O conector do padrão S-vídeo é composto de 4 (quatro) pinos e suas funcionalidades são, respectivamente:
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
O adjetivo “ficcional” pode ser substituído pela locução adjetiva de ficção. Marque a opção em que o adjetivo não substitui corretamente a locução adjetiva destacada:
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualTeorias, Conceitos e Terminologia de Audiovisual e Cinema
Marque a opção referente ao número de canais de áudio de um equipamento estéreo:
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No MS Windows, existe uma barra, que tem a função de informar a quantidade de objetos na janela, o espaço em disco e o espaço livre do disco. Chama-se
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Marque a opção referente a padrões de conexão de microfones de uso profissional.
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