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- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoCabeamento Estruturado
- Transmissão de DadosPadrões IEEE 802IEEE 802.3: Ethernet
Quantos pares de fio para transmissão, o padrão 1000BaseT utiliza?
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar, achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes. E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
Transpondo para a voz ativa a oração “(...) que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxirribonucleico, o DNA”, obtém-se a forma verbal:
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Não é função de uma VPN:
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
O equipamento usado para atenuar interferências, quedas de tensão, picos de tensão e que mantém o computador funcionando mesmo com ausência de energia elétrica é o:
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Com referência ao recurso empregado na tecnologia Hyper-Threading, é correto afirmar que:
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- Protocolos e ServiçosRedes, Roteamento e TransporteMPLS: Multiprotocol Label Switching
- Transmissão de DadosATM: Asynchronous Transfer Mode
- Transmissão de DadosComutação de Células, Circuitos e Pacotes
- Transmissão de DadosX.25 e Frame Relay
Para iniciar e finalizar um circuito virtual em uma rede de dados é necessário a troca de um protocolo de:
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- AbrangênciaLAN: Local Area Network
- Protocolos e ServiçosAcesso ao MeioARP: Address Resolution Protocol
O protocolo ARP em uma LAN é utilizado para:
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- Sistemas de ArquivosTipos de Sistemas de ArquivosFAT16
- Sistemas de ArquivosTipos de Sistemas de ArquivosFAT32
- Sistemas de ArquivosTipos de Sistemas de ArquivosNTFS
- WindowsInstalação do Windows
Na formatação do disco rígido durante o processo de instalação do Windows XP, o sistema de arquivos que é recomendado para melhor eficiência do uso do disco e do próprio sistema operacional é o:
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Com relação ao gerenciamento de disco do Windows XP é incorreto afirmar que:
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DECIFRANDO A ESCRITA DA VIDA
Todas as culturas tendem a atribuir um poder mágico(c) à palavra escrita. A tradição judaico-cristã repousa sobre um livro, a Bíblia, que vem sendo lido com unção e respeito há milhares de anos. A expressão árabe Maktub, “estava escrito”, diz que o Destino, para ser verdadeiramente Destino, deve estar escrito. Adivinhos, por sua vez, leem o futuro nas linhas da mãos, nas folhas do chá, nos búzios, que passam então(d) a adquirir o significado de mensagens.
São crenças de natureza religiosa ou mágica, mas às quais a ciência acabou recorrendo, ainda que em caráter de metáfora, para responder à pergunta que sempre(d) intrigou a humanidade: como se transmitem os caracteres hereditários? De que maneira o ser que vai nascer é “informado” — no sentido de receber uma forma?
Difícil questão. Muito mais difícil que decifrar os hieróglifos, por exemplo. Neste caso, o achado da pedra de Rosetta, com os misteriosos(c) caracteres egípcios ao lado da familiar escrita grega, resolveu o problema. No caso da hereditariedade, era preciso, em primeiro lugar(d) (e), achar onde estava a mensagem, o que só ocorreu no século vinte, com a descoberta dos cromossomas e dos genes(c). E aí constatou-se que a escritura da vida é dada pela disposição de substâncias químicas dentro da grande molécula do ácido desoxiribonucleico, o DNA. Cada gene é, portanto, um texto. Um texto que, decifrado, permite responder por que uma pessoa(e) tem tal ou qual doença, tal ou qual defeito congênito. E permitirá também corrigir defeitos, mediante a engenharia genética.
“No começo era o verbo.” Exatamente: no começo, era a palavra, o texto. O que está escrito — não no Livro do Destino, mas em nossas células(c) — condiciona nossa existência. Estamos aprendendo a nos comunicar com a natureza, mas na linguagem desta. Mil histórias poderão ser agora contadas. Histórias para as quais o final feliz não é só um exercício ficcional, mas é uma gloriosa possibilidade.
SCLIAR, Moacyr. In: Omint fala com você. São Paulo: Omint Assistencial, n. 10, out. 2000.
A coesão do texto é construída principalmente a partir do (a):
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