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Foram encontradas 50 questões.

270929 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Uma piscina está com 3/5 de sua capacidade total. Sabendo que seu volume e de 30m3, quantos litros de água serão necessários para encher totalmente esta piscina?
 

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263971 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Uma pirâmide de base quadrada apresenta as seguintes características:
!$ \Rightarrow !$ o lado da base mede 6 cm
!$ \Rightarrow !$ a altura da pirâmide mede 4 cm
Qual é, então, a medida do volume dessa pirâmide?
 

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262361 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Provas:
Uma coleção de documentos bibliográficos e não bibliográficos organizada e administrada para formação, consulta e recreação de todo o público é denominada:
 

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262157 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Alice no país das maravilhas
Tim Burton e um daqueles diretores com estilo próprio, tem marca registrada em todas as suas produções. Dono de uma criatividade peculiar, ele é o responsável por algumas obras-primas do cinema, como Edward, mãos de tesoura e A lenda do cavaleiro sem cabeça, além de ter transformado o galã Johnny Depp no mais performático ator americano. A dupla volta às telas com um projeto ousado: levar Alice - a personagem imortalizada nos livros de Lewis Carrol - de volta ao País das Maravilhas, 13 anos depois de sua primeira aventura por lá.
Fazendo boa bilheteria nos EUA e chegando ao Brasil no feriado do dia 21 de abril, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é um dos filmes mais esperados do ano. Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol, nada além disso.
A primeira hora do filme é chata pra caramba. [...] Alice (a pálida e insossa Mia Wasikowska), agora uma jovem que vai ser pedida em casamento, não se lembra do País das Maravilhas, mas é visitada pelo coelho e acaba sendo Ievada para lá novamente. Em Wonderland reencontra velhos amigos como o Chapeleiro Louco (Johnny Depp, pouco expressivo) e descobre que a malvada Rainha Veemelha (a ótima Helena Bonhan-Carter) está dominando o lugar. Visualmente o filme é bacana, com direção e fotografla impecáveis. Aliás, a parte técnica é um luxo, dando ao longe um status de grande produção que fez valer cada centavo investido. Alice usa uns vestidos deslumbrantes, o que torna o figurino da personagem um dos mais originais já vistos no cinema.
O roteiro demora a engrenar, mas quando acontece não faz de Depp o protagonista, mantendo o foco em Mia, que mesmo não sendo lá essas coisas até fica bonitinha diante de tantos personagens feios. Mas o grande momento do longe é mesmo a Rainha de Helena Bonhan Carter. A 'cabeçuda' literalmente salva o filme, com as melhores cenas e diálogos excelentes. O 3D dá uma noção de profundidade interessante em algumas cenas, mas não chega a ser fundamental como em Avatar. Ao contrário de James Cameron, Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história.
Se você não tem muita expectativa, Alice no País das Maravilhas vai divertir na medida certa. [...] De qualquer forme, o filme cumpre o que Burton sempre faz em suas produções: é uma ode ao cinema esteticamente perfeito. Em outros tempos, em se tratando de Tim Burton, isso também significava um cinema inesquecível e encantador.
Mas dessa vez ficou só na estética mesmo.
Disponível em: http://www.cinepop.com.br/criticas/alicenopaisdasmaravilhas_
101.htm. Acesso em 10 abr. 2010.
Na oração: “Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol”, o uso da expressão 'o longa' representa
 

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259019 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
DEFINIÇÕES
Uma pessoa é uma coisa muito complicada. Mais complicada do que uma pessoa, só duas. Três, então é um caos, quando não é um drama passional. Mas as pessoas só se definem no seu relacionamento com as outras. Ninguém é o que pensa que é, muito menos o que diz que é. Precisamos da complicação para nos definir. Ou seja: ninguém é nada sozinho, somos o nosso comportamento com o outro. Principalmente com aquela versão extrema do outro que é o outro de outro sexo. Segundo uma pesquisa recente, as pessoas se dividem em seis tipos básicos, de acordo com o seu comportamento com o (e como) sexo oposto. Se você não se enquadrar em nenhuma dessas categorias, procure orientação. Você pode estar no planeta errado.
O primeiro tipo é o Simbiótico. É o que, numa relação, exige e cede na mesma proporção. Avança e recua, morde e sopra, questiona e entende e aceita qualquer coisa para evitar o rompimento, com a possível exceção da frigideira na cabeça. Vê o amor um pouco como um cargo público em que o principal é a estabilidade. Algo inseguro, precisa ouvir constantemente que a relação está firme, muitas vezes acordando o (a) parceiro (a) no meio da noite para perguntar isso e precipitando o desentendimento. Frase característica: "Eu peço desculpa se você pedir."
Depois tem o Civilizado. É o que se preocupa em ter um comportamento esclarecido em relação ao outro, respeitando a sua iniciativa própria e o seu espaço, e só reagindo em casos como o do aparecimento de uma terceira escova de dentes no banheiro sem uma explicação convincente. O par civilizado acredita que o amor deve refletir as conquistas da modernidade, como a tolerância, o respeito mútuo e, acima de tudo, contas separadas para o caso de algum litígio terminar em frigideira na cabeça e processo.
O tipo Egoísta. Como aquele marido que telefonou para a mulher para explicar seu súbito desaparecimento, dizendo que tinha dado um desfalque na firma e fugido para a Flórida com a Dona Neide da contabilidade e que os dois estavam naquele momento na Disneyworld e prestes a entrar na Montanha Mágica, e quando a mulher começou a chorar disse: "O que é isso, sua boba? Não tem perigo nenhum." Mas este não é um exemplo típico. Geralmente o egoísmo, no amor, se manifesta em pequenas coisas como dizer, durante o ato sexual: "Você se importa em acabar sem mim? Amanhã tenho dentista às oito.”
Uma versão atenuada do tipo Egoísta é o tipo Individualista. Este sempre deixa claro, ao começar uma relação, que não sacrificará sua individualidade pelo amor, e estabelece os limites de cada parceiro. A mulher sempre é mais vaga nas suas reivindicações de independência, protegendo seus interesses separados, seus momentos de recolhimento e reflexão ou uma vida social própria, enquanto o homem é mais específico, dizendo coisas como "se tocar no meu time de botão, apanha". O tipo Controlado dá sempre razão ao outro, cuida do que diz, suprime sua agressividade e enfrenta qualquer problema de costas, recusando-se a vê-Io. Em suma, se controla. Frase característica: "Tudo bem." Prefere a mesmice a grandes rompantes românticos e encara com naturalidade qualquer manifestação do outro. Inclusive a frigideira na cabeça. Mas tem uma coisa: no dia em que explodir, derruba a casa junto.
O tipo Doador só tem uma preocupação: fazer tudo pelo outro, inclusive sacrifícios extravagantes como tirar a comida da própria boca, o que sempre causa embaraços em restaurantes. Sua maior felicidade é ser suficientemente desprendido e acumular créditos emocionais o bastante para um dia poder dizer para o outro a grande frase, para a qual ele vive: "Depois de tudo que eu fiz por você!" . O tipo Doador é, na verdade, o tipo Chantagista disfarçado.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Definições. In: VERÍSSIMO, Luís F. Sexo
na cabeça. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
Uma característica comum aos seis tipos de pessoas é que eles
 

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246077 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
No início de um fiIme, o painel do DVD registrava 1 h 20 min 45 s e, no final, 2 h 39 min 15 s. A duração desse filme foi de:
 

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245431 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Analise a figura a seguir.
Enunciado 245431-1
Que peça de computador, apresentada na figura, é muito comum queimar-se com a incidência de raios?
 

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243499 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
DEFINIÇÕES
Uma pessoa é uma coisa muito complicada. Mais complicada do que uma pessoa, só duas. Três, então é um caos, quando não é um drama passional. Mas as pessoas só se definem no seu relacionamento com as outras. Ninguém é o que pensa que é, muito menos o que diz que é. Precisamos da complicação para nos definir. Ou seja: ninguém é nada sozinho, somos o nosso comportamento com o outro. Principalmente com aquela versão extrema do outro que é o outro de outro sexo. Segundo uma pesquisa recente, as pessoas se dividem em seis tipos básicos, de acordo com o seu comportamento com o (e como) sexo oposto. Se você não se enquadrar em nenhuma dessas categorias, procure orientação. Você pode estar no planeta errado.
O primeiro tipo é o Simbiótico. É o que, numa relação, exige e cede na mesma proporção. Avança e recua, morde e sopra, questiona e entende e aceita qualquer coisa para evitar o rompimento, com a possível exceção da frigideira na cabeça. Vê o amor um pouco como um cargo público em que o principal é a estabilidade. Algo inseguro, precisa ouvir constantemente que a relação está firme, muitas vezes acordando o (a) parceiro (a) no meio da noite para perguntar isso e precipitando o desentendimento. Frase característica: "Eu peço desculpa se você pedir."
Depois tem o Civilizado. É o que se preocupa em ter um comportamento esclarecido em relação ao outro, respeitando a sua iniciativa própria e o seu espaço, e só reagindo em casos como o do aparecimento de uma terceira escova de dentes no banheiro sem uma explicação convincente. O par civilizado acredita que o amor deve refletir as conquistas da modernidade, como a tolerância, o respeito mútuo e, acima de tudo, contas separadas para o caso de algum litígio terminar em frigideira na cabeça e processo.
O tipo Egoísta. Como aquele marido que telefonou para a mulher para explicar seu súbito desaparecimento, dizendo que tinha dado um desfalque na firma e fugido para a Flórida com a Dona Neide da contabilidade e que os dois estavam naquele momento na Disneyworld e prestes a entrar na Montanha Mágica, e quando a mulher começou a chorar disse: "O que é isso, sua boba? Não tem perigo nenhum." Mas este não é um exemplo típico. Geralmente o egoísmo, no amor, se manifesta em pequenas coisas como dizer, durante o ato sexual: "Você se importa em acabar sem mim? Amanhã tenho dentista às oito.”
Uma versão atenuada do tipo Egoísta é o tipo Individualista. Este sempre deixa claro, ao começar uma relação, que não sacrificará sua individualidade pelo amor, e estabelece os limites de cada parceiro. A mulher sempre é mais vaga nas suas reivindicações de independência, protegendo seus interesses separados, seus momentos de recolhimento e reflexão ou uma vida social própria, enquanto o homem é mais específico, dizendo coisas como "se tocar no meu time de botão, apanha". O tipo Controlado dá sempre razão ao outro, cuida do que diz, suprime sua agressividade e enfrenta qualquer problema de costas, recusando-se a vê-Io. Em suma, se controla. Frase característica: "Tudo bem." Prefere a mesmice a grandes rompantes românticos e encara com naturalidade qualquer manifestação do outro. Inclusive a frigideira na cabeça. Mas tem uma coisa: no dia em que explodir, derruba a casa junto.
O tipo Doador só tem uma preocupação: fazer tudo pelo outro, inclusive sacrifícios extravagantes como tirar a comida da própria boca, o que sempre causa embaraços em restaurantes. Sua maior felicidade é ser suficientemente desprendido e acumular créditos emocionais o bastante para um dia poder dizer para o outro a grande frase, para a qual ele vive: "Depois de tudo que eu fiz por você!" . O tipo Doador é, na verdade, o tipo Chantagista disfarçado.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Definições. In: VERÍSSIMO, Luís F. Sexo
na cabeça. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
O texto caracteriza-se por seguir uma estrutura
 

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242030 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
Analise a figura a seguir.
Enunciado 242030-1
Qual é o nome do Hardware apresentado na figura?
 

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241988 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
DEFINIÇÕES
Uma pessoa é uma coisa muito complicada. Mais complicada do que uma pessoa, só duas. Três, então é um caos, quando não é um drama passional. Mas as pessoas só se definem no seu relacionamento com as outras. Ninguém é o que pensa que é, muito menos o que diz que é. Precisamos da complicação para nos definir. Ou seja: ninguém é nada sozinho, somos o nosso comportamento com o outro. Principalmente com aquela versão extrema do outro que é o outro de outro sexo. Segundo uma pesquisa recente, as pessoas se dividem em seis tipos básicos, de acordo com o seu comportamento com o (e como) sexo oposto. Se você não se enquadrar em nenhuma dessas categorias, procure orientação. Você pode estar no planeta errado.
O primeiro tipo é o Simbiótico. É o que, numa relação, exige e cede na mesma proporção. Avança e recua, morde e sopra, questiona e entende e aceita qualquer coisa para evitar o rompimento, com a possível exceção da frigideira na cabeça. Vê o amor um pouco como um cargo público em que o principal é a estabilidade. Algo inseguro, precisa ouvir constantemente que a relação está firme, muitas vezes acordando o (a) parceiro (a) no meio da noite para perguntar isso e precipitando o desentendimento. Frase característica: "Eu peço desculpa se você pedir."
Depois tem o Civilizado. É o que se preocupa em ter um comportamento esclarecido em relação ao outro, respeitando a sua iniciativa própria e o seu espaço, e só reagindo em casos como o do aparecimento de uma terceira escova de dentes no banheiro sem uma explicação convincente. O par civilizado acredita que o amor deve refletir as conquistas da modernidade, como a tolerância, o respeito mútuo e, acima de tudo, contas separadas para o caso de algum litígio terminar em frigideira na cabeça e processo.
O tipo Egoísta. Como aquele marido que telefonou para a mulher para explicar seu súbito desaparecimento, dizendo que tinha dado um desfalque na firma e fugido para a Flórida com a Dona Neide da contabilidade e que os dois estavam naquele momento na Disneyworld e prestes a entrar na Montanha Mágica, e quando a mulher começou a chorar disse: "O que é isso, sua boba? Não tem perigo nenhum." Mas este não é um exemplo típico. Geralmente o egoísmo, no amor, se manifesta em pequenas coisas como dizer, durante o ato sexual: "Você se importa em acabar sem mim? Amanhã tenho dentista às oito.”
Uma versão atenuada do tipo Egoísta é o tipo Individualista. Este sempre deixa claro, ao começar uma relação, que não sacrificará sua individualidade pelo amor, e estabelece os limites de cada parceiro. A mulher sempre é mais vaga nas suas reivindicações de independência, protegendo seus interesses separados, seus momentos de recolhimento e reflexão ou uma vida social própria, enquanto o homem é mais específico, dizendo coisas como "se tocar no meu time de botão, apanha". O tipo Controlado dá sempre razão ao outro, cuida do que diz, suprime sua agressividade e enfrenta qualquer problema de costas, recusando-se a vê-Io. Em suma, se controla. Frase característica: "Tudo bem." Prefere a mesmice a grandes rompantes românticos e encara com naturalidade qualquer manifestação do outro. Inclusive a frigideira na cabeça. Mas tem uma coisa: no dia em que explodir, derruba a casa junto.
O tipo Doador só tem uma preocupação: fazer tudo pelo outro, inclusive sacrifícios extravagantes como tirar a comida da própria boca, o que sempre causa embaraços em restaurantes. Sua maior felicidade é ser suficientemente desprendido e acumular créditos emocionais o bastante para um dia poder dizer para o outro a grande frase, para a qual ele vive: "Depois de tudo que eu fiz por você!" . O tipo Doador é, na verdade, o tipo Chantagista disfarçado.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Definições. In: VERÍSSIMO, Luís F. Sexo
na cabeça. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
Um dos temas abordados pelo texto indica que
 

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