Foram encontradas 40 questões.
A abertura maciça das instituições, até então voltadas ao grande público, como os museus e as bibliotecas, deu-se a partir da
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Um novo tipo de biblioteca está surgindo devido às mudanças nas tecnologias de informação e comunicação. Essa biblioteca não tem paredes, atende 24 horas e pode ser acessada e consultada a longa distância. Trata-se da
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Leia o texto a seguir.
O mel é menos calórico que o açúcar, pois possui cerca de 290 calorias/100g, enquanto o açúcar possui cerca de 197,5 calorias/50g.
Disponível em: <http://itodas.uol.com.br>. Acesso em: 7 mar. 2013. [Adaptado].
Uma pessoa faz uso de 750 g de açúcar e, ao trocar essa quantidade de açúcar pela mesma quantidade de mel, terá uma redução na quantidade de calorias de:
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A tabela a seguir apresenta a variação mensal por grupo no preço de alguns produtos em fevereiro de 2013 em relação ao mês anterior.
| Grupos | Variação mensal (%) |
| Alimentos | 1,66 |
| Cuidados pessoais | -0,16 |
O POPULAR, Goiânia, 7 mar. 2013, p. 18. [Adaptado].
No mês anterior uma pessoa gastou R$ 100,00 com alimentos e R$ 50,00 com cuidados pessoais. Considere que, em fevereiro, essa pessoa compre os mesmos itens e na mesma quantidade de alimentos e cuidados pessoais do mês anterior. Nessas condições, o gasto, em reais, é:
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Um ônibus transportou certa quantidade de passageiros entre estudantes e não estudantes. A quantidade de não estudantes correspondeu a dois terços da quantidade de estudantes. O valor da passagem é de R$ 2,70, e os estudantes pagaram meia. Considere R$ 321,30 como o valor arrecadado com as passagens. Com base nos dados apresentados, a quantidade de passageiros transportados é:
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Um prêmio de loteria de R$ 12 milhões foi dividido em partes iguais entre os ganhadores. Cada ganhador recebeu R$ 730 mil, após terem sido descontados 27% referentes ao imposto de renda. Nessas condições, a quantidade de ganhadores desse prêmio é:
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A tabela a seguir apresenta o número de candidatos e o respectivo número de vagas para os cargos Analista, Auditor, Escriturário e Fiscal de um concurso.
| Cargo | Analista | Auditor | Escriturário | Fiscal |
| Candidatos | 11.174 | 12.250 | 13.416 | 11.520 |
| Vagas | 302 | 350 | 344 | 320 |
De acordo com os dados da tabela, o cargo que apresenta a maior relação de candidatos por vaga é o de
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Texto 1
A biblioteca roubada
"A Carta Roubada" é um dos contos mais célebres de Edgar Allan Poe. Nele, o escritor norte-americano conta a história de um ministro que resolve chantagear a rainha roubando a carta que lhe fora endereçada por um amante.
Desesperada, a rainha encarrega sua polícia secreta de encontrar a carta, que provavelmente deveria estar na casa do ministro. Uma astuta análise, com os mais modernos métodos, é feita sem sucesso. Reconhecendo sua incompetência, o chefe de polícia apela a Auguste Dupin, um detetive que tem a única ideia sensata do conto: procurar a carta no lugar mais óbvio possível, a saber, em um porta-cartas em cima da lareira.
A leitura do conto de Edgar Allan Poe deveria ser obrigatória para os responsáveis pela educação pública. Muitas vezes, eles parecem se deleitar em procurar as mais finas explicações, contratar os mais astutos consultores internacionais com seus métodos pretensamente inovadores, sendo que os problemas a combater são primários e óbvios para qualquer um que queira, de fato, enxergá-los.
Por exemplo, há semanas descobrimos, graças ao Censo Escolar de 2011, que 72,5% das escolas públicas brasileiras simplesmente não têm bibliotecas. Isto equivale a 113.269 escolas.
Diante de resultados dessa magnitude, não é difícil entender a matriz dos graves problemas educacionais que atravessamos.
Ninguém precisa de mais um discurso óbvio sobre a importância da leitura e do contato efetivo com livros para a boa formação educacional. Ou melhor, ninguém a não ser os administradores da educação pública, em todas as suas esferas.
Em política educacional, talvez vamos acabar por descobrir que "menos é mais". Quanto menos "revoluções na educação" e quanto mais capacidade de realmente priorizar a resolução de problemas elementares (bibliotecas, valorização da carreira dos professores etc.), melhor para todos.
A não ser para os consultores contratados a peso de ouro para vender o mais novo método educacional portador de grandes promessas.
SAFATLE, V. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
opiniao/92327-a-biblioteca-roubada.shtml>. Acesso em: 10 mar. 2013.
[Adaptado].
Para responder à questão, releia o texto 1 e leia a charge a seguir.
Texto 2

A charge estabelece com o texto “A biblioteca roubada” uma relação de
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
A biblioteca roubada
"A Carta Roubada" é um dos contos mais célebres de Edgar Allan Poe. Nele, o escritor norte-americano conta a história de um ministro que resolve chantagear a rainha roubando a carta que lhe fora endereçada por um amante.
Desesperada, a rainha encarrega sua polícia secreta de encontrar a carta, que provavelmente deveria estar na casa do ministro. Uma astuta análise, com os mais modernos métodos, é feita sem sucesso. Reconhecendo sua incompetência, o chefe de polícia apela a Auguste Dupin, um detetive que tem a única ideia sensata do conto: procurar a carta no lugar mais óbvio possível, a saber, em um porta-cartas em cima da lareira.
A leitura do conto de Edgar Allan Poe deveria ser obrigatória para os responsáveis pela educação pública. Muitas vezes, eles parecem se deleitar em procurar as mais finas explicações, contratar os mais astutos consultores internacionais com seus métodos pretensamente inovadores, sendo que os problemas a combater são primários e óbvios para qualquer um que queira, de fato, enxergá-los.
Por exemplo, há semanas descobrimos, graças ao Censo Escolar de 2011, que 72,5% das escolas públicas brasileiras simplesmente não têm bibliotecas. Isto equivale a 113.269 escolas.
Diante de resultados dessa magnitude, não é difícil entender a matriz dos graves problemas educacionais que atravessamos.
Ninguém precisa de mais um discurso óbvio sobre a importância da leitura e do contato efetivo com livros para a boa formação educacional. Ou melhor, ninguém a não ser os administradores da educação pública, em todas as suas esferas.
Em política educacional, talvez vamos acabar por descobrir que "menos é mais". Quanto menos "revoluções na educação" e quanto mais capacidade de realmente priorizar a resolução de problemas elementares (bibliotecas, valorização da carreira dos professores etc.), melhor para todos.
A não ser para os consultores contratados a peso de ouro para vender o mais novo método educacional portador de grandes promessas.
SAFATLE, V. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
opiniao/92327-a-biblioteca-roubada.shtml>. Acesso em: 10 mar. 2013.
[Adaptado].
Na passagem “A não ser para os consultores contratados a peso de ouro para vender o mais novo método educacional portador de grandes promessas”, a preposição para denota
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
A biblioteca roubada
"A Carta Roubada" é um dos contos mais célebres de Edgar Allan Poe. Nele, o escritor norte-americano conta a história de um ministro que resolve chantagear a rainha roubando a carta que lhe fora endereçada por um amante.
Desesperada, a rainha encarrega sua polícia secreta de encontrar a carta, que provavelmente deveria estar na casa do ministro. Uma astuta análise, com os mais modernos métodos, é feita sem sucesso. Reconhecendo sua incompetência, o chefe de polícia apela a Auguste Dupin, um detetive que tem a única ideia sensata do conto: procurar a carta no lugar mais óbvio possível, a saber, em um porta-cartas em cima da lareira.
A leitura do conto de Edgar Allan Poe deveria ser obrigatória para os responsáveis pela educação pública. Muitas vezes, eles parecem se deleitar em procurar as mais finas explicações, contratar os mais astutos consultores internacionais com seus métodos pretensamente inovadores, sendo que os problemas a combater são primários e óbvios para qualquer um que queira, de fato, enxergá-los.
Por exemplo, há semanas descobrimos, graças ao Censo Escolar de 2011, que 72,5% das escolas públicas brasileiras simplesmente não têm bibliotecas. Isto equivale a 113.269 escolas.
Diante de resultados dessa magnitude, não é difícil entender a matriz dos graves problemas educacionais que atravessamos.
Ninguém precisa de mais um discurso óbvio sobre a importância da leitura e do contato efetivo com livros para a boa formação educacional. Ou melhor, ninguém a não ser os administradores da educação pública, em todas as suas esferas.
Em política educacional, talvez vamos acabar por descobrir que "menos é mais". Quanto menos "revoluções na educação" e quanto mais capacidade de realmente priorizar a resolução de problemas elementares (bibliotecas, valorização da carreira dos professores etc.), melhor para todos.
A não ser para os consultores contratados a peso de ouro para vender o mais novo método educacional portador de grandes promessas.
SAFATLE, V. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
opiniao/92327-a-biblioteca-roubada.shtml>. Acesso em: 10 mar. 2013.
[Adaptado].
Na palavra “chantagear”, o som de ch corresponde ao som de x em:
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