Foram encontradas 40 questões.
O quadro de cargas de uma instalação elétrica residencial contém diversos circuitos, conforme mostrado abaixo.
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Nº.
Circuito
|
Descrição das cargas |
Tensão
[V]
|
Potência
ativa
[W] |
Potência
reativa
[Var]
|
Potência
aparente
[VA] |
Distribuição
nas fases [W]
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| L1 | L2 | ||||||
| 01 |
Iluminação incandescente + fluorescente |
127 |
600 + 300 |
0 + 500 |
1030 | 900 | |
| 02 | Tomadas de uso geral | 127 | 1300 | 975 | 1625 | 1300 | |
| 03 | Tomadas de uso geral | 127 | 1200 | 900 | 1500 | 1200 | |
| 04 | Tomadas de uso específico | 127 | 1600 | 0 | 1600 | 1600 | |
| 05 | Tomadas de uso específico | 220 | 4400 | 0 | 4400 | 2200 | 2200 |
Qual a carga a ser utilizada no dimensionamento do circuito alimentador do quadro de cargas?
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A norma NBR 5410 apresenta diversos tipos de linhas elétricas utilizadas em instalações elétricas. NÃO é tipo de linha previsto nessa norma:
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente excerto da reportagem É de enlouquecer, publicada em 28 de setembro de 2011, na revista Veja, e responda à questão.
O Brasil vem acertando o passo com a modernidade em diversas esferas da vida nacional. Existem ilhas de excelência na iniciativa privada e bem-sucedidas experiências de gestão pública em muitos estados da federação. Mas o coração da máquina legal que rege as relações produtivas no Brasil é um aparato pombalino, complexo e totalmente inadequado para os desafios propostos aos brasileiros neste século XXI. O Brasil tem leis demais, lavradas em linguagem rebuscada demais, o que deixa dúvida sobre sua interpretação. Essas leis se embaralham acima com artigos da Constituição, que sofre dos mesmos pecados, e abaixo com um cipoal de portarias e resoluções que brotam como erva daninha todos os dias. O resultado de tantas leis é um emaranhado jurídico que, em vez de promover o funcionamento das instituições, tem o efeito contrário, de provocar o caos, o estado semisselvagem das sociedades sem lei. [...] Não é apenas o excesso de leis que atrapalha, são os absurdos que saem da cabeça do legislador brasileiro. Enquanto isso, leis que realmente ajudariam a fazer do Brasil um país menos pesado para os brasileiros ficam paradas no Congresso Nacional.
Sobre o trecho Mas o coração da máquina legal que rege as relações produtivas no Brasil é um aparato pombalino, complexo e totalmente inadequado para os desafios propostos aos brasileiros neste século XXI., marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A expressão o coração da máquina legal é metafórica, podendo ser entendida como as ordenações jurídicas do País.
( ) Os vocábulos pombalino, complexo, inadequado delineiam a visão negativa do articulista sobre o assunto em foco.
( ) Em pleno século XXI, a linguagem rebuscada e arcaica é um empecilho para o cumprimento das leis.
( ) O operador Mas reorienta o eixo da direção argumentativa.
Assinale a sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente excerto da reportagem É de enlouquecer, publicada em 28 de setembro de 2011, na revista Veja, e responda à questão.
O Brasil vem acertando o passo com a modernidade em diversas esferas da vida nacional. Existem ilhas de excelência na iniciativa privada e bem-sucedidas experiências de gestão pública em muitos estados da federação. Mas o coração da máquina legal que rege as relações produtivas no Brasil é um aparato pombalino, complexo e totalmente inadequado para os desafios propostos aos brasileiros neste século XXI. O Brasil tem leis demais, lavradas em linguagem rebuscada demais, o que deixa dúvida sobre sua interpretação. Essas leis se embaralham acima com artigos da Constituição, que sofre dos mesmos pecados, e abaixo com um cipoal de portarias e resoluções que brotam como erva daninha todos os dias. O resultado de tantas leis é um emaranhado jurídico que, em vez de promover o funcionamento das instituições, tem o efeito contrário, de provocar o caos, o estado semisselvagem das sociedades sem lei. [...] Não é apenas o excesso de leis que atrapalha, são os absurdos que saem da cabeça do legislador brasileiro. Enquanto isso, leis que realmente ajudariam a fazer do Brasil um país menos pesado para os brasileiros ficam paradas no Congresso Nacional.
Os vocábulos semisselvagem e bem-sucedidas constituem exemplos das regras do hífen segundo o atual Acordo Ortográfico. Assinale a alternativa em que todas as palavras obedecem ao Acordo.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente excerto da reportagem É de enlouquecer, publicada em 28 de setembro de 2011, na revista Veja, e responda à questão.
O Brasil vem acertando o passo com a modernidade em diversas esferas da vida nacional. Existem ilhas de excelência na iniciativa privada e bem-sucedidas experiências de gestão pública em muitos estados da federação. Mas o coração da máquina legal que rege as relações produtivas no Brasil é um aparato pombalino, complexo e totalmente inadequado para os desafios propostos aos brasileiros neste século XXI. O Brasil tem leis demais, lavradas em linguagem rebuscada demais, o que deixa dúvida sobre sua interpretação. Essas leis se embaralham acima com artigos da Constituição, que sofre dos mesmos pecados, e abaixo com um cipoal de portarias e resoluções que brotam como erva daninha todos os dias. O resultado de tantas leis é um emaranhado jurídico que, em vez de promover o funcionamento das instituições, tem o efeito contrário, de provocar o caos, o estado semisselvagem das sociedades sem lei. [...] Não é apenas o excesso de leis que atrapalha, são os absurdos que saem da cabeça do legislador brasileiro. Enquanto isso, leis que realmente ajudariam a fazer do Brasil um país menos pesado para os brasileiros ficam paradas no Congresso Nacional.
A leitura do trecho permite afirmar que o assunto em foco trata de uma crítica
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INSTRUÇÃO: Leia o artigo abaixo e responda à questão.
Mundo que vai
Não é todo dia que se assiste a uma página virada na história do mundo. O modesto estado americano de Indiana (modesto em relação à federação a que pertence) começará a virá-la a partir do início do próximo ano letivo, em setembro, quando suas escolas deixarão de ensinar obrigatoriamente a letra de mão aos alunos. Já há algum tempo corre nos Estados Unidos o debate sobre a utilidade de ensiná-la. O tempo aí empregado seria mais bem aproveitado em disciplinas hoje bem mais pertinentes, a começar pelo manejo do teclado do computador. Mas Indiana é o primeiro estado a tornar a medida oficial, por meio de instrução às escolas. Obrigatório será o ensino do teclado. A letra de mão, que também atende pelo bonito nome de cursiva, com origem em “correr” e “corrente”, terá ensino facultativo. Ela hoje corre bem menos, coitada, e é bem menos corrente que os caracteres do computador.
O traçado cursivo, como até os chimpanzés saberiam prever, foi atropelado impiedosamente pela eletrônica. Que as crianças precisam desde cedo familiarizar-se com o computador é ponto pacífico. Discutível é se o abandono do cursivo trará perdas às novas gerações. Especialistas acenam com possível involução na capacidade motora e na coordenação entre olho e mão. Outros perguntam como as crianças de hoje assinarão os cheques que as esperam na vida adulta – se é que ainda haverá cheques, e se é que algum truque digital não virá substituir as assinaturas.
A máquina de escrever já foi um golpe na letra de mão. A rigor, a imprensa de Gutemberg, muito antes já fora um golpe. Mas nenhum deles acertou em cheio. O computador sim, com seu avanço totalizante sobre a vida. A morte do cursivo pode resultar no fenômeno, inédito na história, de uma criança de hoje não conseguir ler o que o pai escreveu na escola, ou numa carta, ou num diário. Aqueles traçados redondos, argolas inclinadas para a direita como matagal ao vento, engatadas umas às outras, como vagões de trem, que diabos seriam? O cursivo difere bastante da letra de forma. O filho achará que o pai escrevia em árabe.
A ilegibilidade de um texto em letra de mão não é ocorrência nova na história. Documentos do século XVI só os paleógrafos são capazes de decifrar. Mas sempre se passou um tempo considerável, até que uma maneira de escrever caducasse aos olhos dos vindouros. O que se desenha de inédito no horizonte é o fenômeno se dar no espaço de apenas uma geração. Os avanços tecnológicos têm ocorrido velozmente, mas corte tão nítido e abrupto, muro geracional intransponível, ainda estava por vir. É um mundo que vai embora.
(TOLEDO, Roberto P. de. Revista Veja, 27/07/2011. Adaptado)
Este artigo é prenhe de figuras de linguagem que, além de trazerem nuanças de poeticidade, dão leveza ao texto.
Assinale o trecho que NÃO é constituído por figura de linguagem.
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INSTRUÇÃO: Leia o artigo abaixo e responda à questão.
Mundo que vai
Não é todo dia que se assiste a uma página virada na história do mundo. O modesto estado americano de Indiana (modesto em relação à federação a que pertence) começará a virá-la a partir do início do próximo ano letivo, em setembro, quando suas escolas deixarão de ensinar obrigatoriamente a letra de mão aos alunos. Já há algum tempo corre nos Estados Unidos o debate sobre a utilidade de ensiná-la. O tempo aí empregado seria mais bem aproveitado em disciplinas hoje bem mais pertinentes, a começar pelo manejo do teclado do computador. Mas Indiana é o primeiro estado a tornar a medida oficial, por meio de instrução às escolas. Obrigatório será o ensino do teclado. A letra de mão, que também atende pelo bonito nome de cursiva, com origem em “correr” e “corrente”, terá ensino facultativo. Ela hoje corre bem menos, coitada, e é bem menos corrente que os caracteres do computador.
O traçado cursivo, como até os chimpanzés saberiam prever, foi atropelado impiedosamente pela eletrônica. Que as crianças precisam desde cedo familiarizar-se com o computador é ponto pacífico. Discutível é se o abandono do cursivo trará perdas às novas gerações. Especialistas acenam com possível involução na capacidade motora e na coordenação entre olho e mão. Outros perguntam como as crianças de hoje assinarão os cheques que as esperam na vida adulta – se é que ainda haverá cheques, e se é que algum truque digital não virá substituir as assinaturas.
A máquina de escrever já foi um golpe na letra de mão. A rigor, a imprensa de Gutemberg, muito antes já fora um golpe. Mas nenhum deles acertou em cheio. O computador sim, com seu avanço totalizante sobre a vida. A morte do cursivo pode resultar no fenômeno, inédito na história, de uma criança de hoje não conseguir ler o que o pai escreveu na escola, ou numa carta, ou num diário. Aqueles traçados redondos, argolas inclinadas para a direita como matagal ao vento, engatadas umas às outras, como vagões de trem, que diabos seriam? O cursivo difere bastante da letra de forma. O filho achará que o pai escrevia em árabe.
A ilegibilidade de um texto em letra de mão não é ocorrência nova na história. Documentos do século XVI só os paleógrafos são capazes de decifrar. Mas sempre se passou um tempo considerável, até que uma maneira de escrever caducasse aos olhos dos vindouros. O que se desenha de inédito no horizonte é o fenômeno se dar no espaço de apenas uma geração. Os avanços tecnológicos têm ocorrido velozmente, mas corte tão nítido e abrupto, muro geracional intransponível, ainda estava por vir. É um mundo que vai embora.
(TOLEDO, Roberto P. de. Revista Veja, 27/07/2011. Adaptado)
Na sua tessitura, o artigo apresenta-se complexo, trazendo argumentos e contra-argumentos sobre a inovação. Em relação à construção argumentativa, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
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1 – Argumento
2 – Contra-argumento
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( ) Prejuízo na capacidade motora de movimentos físicos. |
| ( ) Familiaridade do aluno com o computador desde cedo. | |
| ( ) Racionalidade e melhor aproveitamento do tempo escolar. | |
| ( ) Fosso no entendimento dos escritos cursivos da geração mais velha pela criança de hoje. |
Assinale a sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia o artigo abaixo e responda à questão.
Mundo que vai
Não é todo dia que se assiste a uma página virada na história do mundo. O modesto estado americano de Indiana (modesto em relação à federação a que pertence) começará a virá-la a partir do início do próximo ano letivo, em setembro, quando suas escolas deixarão de ensinar obrigatoriamente a letra de mão aos alunos. Já há algum tempo corre nos Estados Unidos o debate sobre a utilidade de ensiná-la. O tempo aí empregado seria mais bem aproveitado em disciplinas hoje bem mais pertinentes, a começar pelo manejo do teclado do computador. Mas Indiana é o primeiro estado a tornar a medida oficial, por meio de instrução às escolas. Obrigatório será o ensino do teclado. A letra de mão, que também atende pelo bonito nome de cursiva, com origem em “correr” e “corrente”, terá ensino facultativo. Ela hoje corre bem menos, coitada, e é bem menos corrente que os caracteres do computador.
O traçado cursivo, como até os chimpanzés saberiam prever, foi atropelado impiedosamente pela eletrônica. Que as crianças precisam desde cedo familiarizar-se com o computador é ponto pacífico. Discutível é se o abandono do cursivo trará perdas às novas gerações. Especialistas acenam com possível involução na capacidade motora e na coordenação entre olho e mão. Outros perguntam como as crianças de hoje assinarão os cheques que as esperam na vida adulta – se é que ainda haverá cheques, e se é que algum truque digital não virá substituir as assinaturas.
A máquina de escrever já foi um golpe na letra de mão. A rigor, a imprensa de Gutemberg, muito antes já fora um golpe. Mas nenhum deles acertou em cheio. O computador sim, com seu avanço totalizante sobre a vida. A morte do cursivo pode resultar no fenômeno, inédito na história, de uma criança de hoje não conseguir ler o que o pai escreveu na escola, ou numa carta, ou num diário. Aqueles traçados redondos, argolas inclinadas para a direita como matagal ao vento, engatadas umas às outras, como vagões de trem, que diabos seriam? O cursivo difere bastante da letra de forma. O filho achará que o pai escrevia em árabe.
A ilegibilidade de um texto em letra de mão não é ocorrência nova na história. Documentos do século XVI só os paleógrafos são capazes de decifrar. Mas sempre se passou um tempo considerável, até que uma maneira de escrever caducasse aos olhos dos vindouros. O que se desenha de inédito no horizonte é o fenômeno se dar no espaço de apenas uma geração. Os avanços tecnológicos têm ocorrido velozmente, mas corte tão nítido e abrupto, muro geracional intransponível, ainda estava por vir. É um mundo que vai embora.
(TOLEDO, Roberto P. de. Revista Veja, 27/07/2011. Adaptado)
Sobre o artigo, pode-se afirmar:
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A coluna da esquerda apresenta termos utilizados na internet e a da direita, a caracterização de cada um.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
| 1 – Cookie | ( ) Todos os tipos de programas que executam ações maliciosas em um computador. |
| 2 – Spam | ( ) Transferência de dados de um computador remoto para um computador local. |
| 3 – DNS |
( ) Arquivos que ficam gravados no computador do internauta que são utilizados pelos sites
para armazenar informações de identificação dos visitantes.
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| 4 – Malware | ( ) E-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas. |
| 5 – Download | ( ) Serviço que traduz nomes de domínios para endereços IP e vice-versa. |
Assinle a sequência correta.
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Quais são as teclas de atalhos no LibreOffice Writer 3.4.3 para: Inserir tabela, Inserir uma anotação, Desfazer alterações e Refazer alterações, respectivamente?
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