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Foram encontradas 40 questões.

A respeito do LibreOffice Writer versão 4.4.3, os botões abaixo, numerados de 1 a 4, quando acionados, executam determinadas ações.
Enunciado 1423676-1
Assinale a alternativa que apresenta correta correlação entre os botões e as ações executadas.
 

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Quando se coloca uma palavra ou frase entre aspas na caixa de pesquisa do Google, os resultados incluem apenas páginas
 

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Considere o trecho de planilha do LibreOffice Calc versão 4.4.3 apresentado abaixo.
Enunciado 1423674-1
Ao inserir-se as fórmulas =MÉDIA(A1;B2) e =A2*B1 - B2*B3 + A3/A1, respectivamente serão apresentados os valores
 

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A figura abaixo apresenta uma tela do Microsoft Word 2007 com um texto selecionado.
Enunciado 1423673-1
Sobre a figura, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O alinhamento do texto selecionado é justificado.
( ) A fonte utilizada no texto selecionado é Arial, tamanho 14.
( ) Tanto a margem superior quanto a margem esquerda da página são de 3 cm.
( ) O nome do arquivo que está sendo editado é Microsoft Word.
Assinale a sequência correta.
 

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A unidade Megabits por segundo (Mbps) é usada para quantificar a
 

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Considere uma planilha do Microsoft Excel 2007 em que as células A1, B1, A2, B2 contenham respectivamente os valores 2, 4, 6 e 8. Quais valores são retornados pelas fórmulas =A2*B2-B1/A1 e =SOMA(A1:B2)-SOMA(A1;B2), respectivamente?
 

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Sobre Códigos Maliciosos (Malware), analise as afirmativas.
I - Uma das principais formas como um código malicioso pode infectar um computador se dá pela execução de arquivos previamente infectados, obtidos em anexos de mensagens eletrônicas.
II - Diferente do worm, o vírus não se propaga por meio da inclusão de cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas cópias ou pela exploração automática de vulnerabilidades.
III - Cavalo de troia, ao contrário do que muitos pensam, é um programa projetado para executar funções no computador, normalmente benéficas, e com o conhecimento do usuário.
IV - Spyware é um programa projetado para monitorar as atividades de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros.
Está correto o que se afirma em
 

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Enunciado 1423621-1
Sobre a figura, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Verifica-se a existência de cinco bibliotecas, sendo elas Documentos, Imagens, Músicas, Pessoal e Vídeos.
( ) A pasta Planilhas é uma subpasta da pasta Arquivos Pessoais (C:), que está localizada na biblioteca Documentos.
( ) A biblioteca Pessoal e a biblioteca Vídeos não possuem qualquer pasta em seus conteúdos.
( ) A pasta selecionada possui cinco arquivos, sendo dois deles documentos que podem ser editados pelo Microsoft Word 2007.
Assinale a sequência correta.
 

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Enunciado 1423620-1
A pasta Diversos, que está selecionada, contém cinco arquivos, e o espaço de armazenamento ocupado por eles é:
 

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Nós, os escravos
Faço compras no supermercado. Encho o tanque do automóvel. Compro um livro, um filme, um CD. Vou almoçar, pago a conta, saio. E então reparo que não encontrei um único ser humano em todo o processo. Só máquinas. Eu, o meu cartão de crédito – e uma máquina. Então penso: será que Paul Lafargue (1842 – 1911) tinha razão?
[...]
Genro do famoso Karl, Lafargue escreveu "O Direito à Preguiça" em finais do século 19. Para deixar uma mensagem otimista: a humanidade deixará o trabalho para trás porque o progresso tecnológico vai libertar os homens da condenação da jornada. A mensagem de Lafargue é uma espécie de profecia bíblica do avesso: quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, Deus condenou o par desobediente a ganhar a vida com o suor do rosto. As máquinas, escreveu Lafargue, permitirão que os homens regressem ao paraíso, deixando as canseiras da labuta para os brinquedos da tecnologia.
Não sei quantas vezes li o opúsculo de Lafargue. Umas dez. Umas cem. Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer.
Esse dia pode estar mais próximo do que imaginamos. Derek Thompson, na revista "The Atlantic", revela alguns números: em 2013, a Universidade de Oxford previu que as máquinas, daqui a 20 anos, farão metade dos trabalhos nos Estados Unidos da América. Essa previsão, como todas as previsões, tem um valor relativo: se a história ensina alguma coisa é que por cada trabalho destruído haverá sempre um trabalho inventado. Melhor: inventado e imprevisto pelo horizonte estreito do nosso presente.
Mas existem sinais de alguns limites: o número de empregos disponíveis (e tradicionais) começou a escassear nas últimas gerações, sobretudo para homens e jovens graduados. Porque a tecnologia faz mais e os homens têm cada vez menos para fazer. O meu coração hedonista rejubila com a notícia, partindo do pressuposto de que as máquinas também irão gerar recursos capazes de sustentar a minha nostalgia pela vadiagem.
Mas depois, como uma Cassandra moderna, Derek Thompson relembra o "paradoxo do trabalho" que define a nossa miserável condição: toda gente amaldiçoa as horas passadas no escritório; mas, ao mesmo tempo, toda gente amaldiçoa as horas passadas em casa. Sem trabalhar, a maioria perde um "sentido" para a vida que não consegue encontrar em mais nada.
E não me refiro a situações dramáticas de desemprego, que jogam em outro campeonato. Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade.
Puro engano. Um mundo onde as máquinas trabalham e os homens têm tempo livre (e remunerado) soa mais a distopia do que a utopia. Será que a infame frase "o trabalho liberta" esconde uma verdade profunda?
Admito que sim. Mas também admito que o "paradoxo do trabalho" é o resultado de uma sociedade enlouquecida pelo próprio trabalho.
Quando todas as áreas da vida estão invadidas por prazos a respeitar, e-mails para responder, fins de semana para arruinar, filhos para ignorar, vida pessoal para adiar – enfim, sobra pouco espaço para descobrir o que gostamos de fazer quando não estamos a fazer nada.
[...]
Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas. E quando nos vemos livres das correntes, nem sabemos o que fazer sem elas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2015/07/1655226-nos-os-escravos.shtml. Acesso em 17/07/2015.)
Embora esse artigo seja dissertativo argumentativo, o autor recorre à sequência do narrar para sustentar sua opinião, como ocorre no seguinte trecho:
 

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