Foram encontradas 40 questões.
Sobre os alimentos concentrados fornecidos para suínos, analise as afirmativas.
I - O sorgo de alto tanino deve ser evitado, devido ao fato de que o tanino em excesso forma complexo com o aminoácido metionina, tornando-o indisponível para os animais.
II - A soja grão crua não pode ser usada na alimentação de suínos devido à presença de fatores antinutricionais que reduzem o desempenho dos animais.
III - Um sério problema existente no uso do caldo de cana é a sua frequente contaminação por fungos produtores de aflatoxina.
IV - Uma elevada quantidade de raspa de mandioca na ração pode causar a formação de toucinho mole devido ao seu elevado teor de ácidos graxos insaturados.
Estão corretas as afirmativas
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Uma análise de solo forneceu os seguintes resultados: CTC = 8 cmolc dm-3, V = 35%. A cultura implantada será o algodão e a saturação por bases exigida é 50%. Considerando o PRNT do calcário de 80%, a quantidade de calcário em toneladas por hectare a ser aplicada será:
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Os coelhos para abate, com objetivo de produção de carne, devem ter de
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Sobre os aspectos da fisiologia sexual dos caprinos e ovinos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As flutuações nutricionais, durante o período de crescimento de ovinos, podem retardar ou antecipar o início da vida reprodutiva.
( ) As ovelhas apresentam variação na coloração, consistência e quantidade de muco liberado durante o cio; no início, ele é claro e, gradativamente, torna-se turvo, abundante e de maior consistência.
( ) O que estimula a entrada dos caprinos em atividade sexual é o aumento do fotoperíodo, ou seja, o acréscimo no número de horas de luz do dia.
( ) A cabra no cio perde o apetite, torna-se inquieta, urina com frequência, agita a cauda com movimentos rápidos e procura o macho.
Assinale a sequência correta.
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É uma raça de ave especializada na produção de ovo branco:
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Nós, os escravos
Faço compras no supermercado. Encho o tanque do automóvel. Compro um livro, um filme, um CD. Vou almoçar, pago a conta, saio. E então reparo que não encontrei um único ser humano em todo o processo. Só máquinas. Eu, o meu cartão de crédito – e uma máquina. Então penso: será que Paul Lafargue (1842 – 1911) tinha razão?
[...]
Genro do famoso Karl, Lafargue escreveu "O Direito à Preguiça" em finais do século 19. Para deixar uma mensagem otimista: a humanidade deixará o trabalho para trás porque o progresso tecnológico vai libertar os homens da condenação da jornada. A mensagem de Lafargue é uma espécie de profecia bíblica do avesso: quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, Deus condenou o par desobediente a ganhar a vida com o suor do rosto. As máquinas, escreveu Lafargue, permitirão que os homens regressem ao paraíso, deixando as canseiras da labuta para os brinquedos da tecnologia.
Não sei quantas vezes li o opúsculo de Lafargue. Umas dez. Umas cem. Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer.
Esse dia pode estar mais próximo do que imaginamos. Derek Thompson, na revista "The Atlantic", revela alguns números: em 2013, a Universidade de Oxford previu que as máquinas, daqui a 20 anos, farão metade dos trabalhos nos Estados Unidos da América. Essa previsão, como todas as previsões, tem um valor relativo: se a história ensina alguma coisa é que por cada trabalho destruído haverá sempre um trabalho inventado. Melhor: inventado e imprevisto pelo horizonte estreito do nosso presente.
Mas existem sinais de alguns limites: o número de empregos disponíveis (e tradicionais) começou a escassear nas últimas gerações, sobretudo para homens e jovens graduados. Porque a tecnologia faz mais e os homens têm cada vez menos para fazer. O meu coração hedonista rejubila com a notícia, partindo do pressuposto de que as máquinas também irão gerar recursos capazes de sustentar a minha nostalgia pela vadiagem.
Mas depois, como uma Cassandra moderna, Derek Thompson relembra o "paradoxo do trabalho" que define a nossa miserável condição: toda gente amaldiçoa as horas passadas no escritório; mas, ao mesmo tempo, toda gente amaldiçoa as horas passadas em casa. Sem trabalhar, a maioria perde um "sentido" para a vida que não consegue encontrar em mais nada.
E não me refiro a situações dramáticas de desemprego, que jogam em outro campeonato. Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade.
Puro engano. Um mundo onde as máquinas trabalham e os homens têm tempo livre (e remunerado) soa mais a distopia do que a utopia. Será que a infame frase "o trabalho liberta" esconde uma verdade profunda?
Admito que sim. Mas também admito que o "paradoxo do trabalho" é o resultado de uma sociedade enlouquecida pelo próprio trabalho.
Quando todas as áreas da vida estão invadidas por prazos a respeitar, e-mails para responder, fins de semana para arruinar, filhos para ignorar, vida pessoal para adiar – enfim, sobra pouco espaço para descobrir o que gostamos de fazer quando não estamos a fazer nada.
[...]
Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas. E quando nos vemos livres das correntes, nem sabemos o que fazer sem elas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2015/07/1655226-nos-os-escravos.shtml. Acesso em 17/07/2015.)
Embora esse artigo seja dissertativo argumentativo, o autor recorre à sequência do narrar para sustentar sua opinião, como ocorre no seguinte trecho:
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As culturas agrícolas indicadas para a produção de silagem no Brasil são:
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As plantas daninhas podem ser classificadas em folhas largas (dicotiledôneas) ou folhas estreitas (monocotiledôneas). Assinale a alternativa que apresenta somente plantas de folhas largas.
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A coluna da esquerda apresenta o nome comum de pragas das culturas e a da direita, o nome científico. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Bicudo do algodoeiro
2 - Moleque da bananeira
3 - Bicho mineiro
4 - Broca da cana-de-açúcar
5 - Mosca branca
( ) Leucoptera coffeella
( ) Bemisia tabaci
( ) Anthonomus grandis
( ) Cosmopolites sordidus
( ) Diatraea saccharalis
Assinale a sequência correta.
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São doenças que acometem os bovinos e podem ser transmitidas ao homem:
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