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Em uma circunferência, foi inscrito um retângulo medindo 15 cm de comprimento e 8 cm de largura, conforme figura abaixo.

A partir dessas informações, é correto afirmar que a medida do comprimento da circunferência é igual a
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
No que diz respeito aos elementos éticos da conduta do servidor público, considera-se a decisão entre:
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E a bolsa masculina?
Walcyr Carrasco
Vou a um encontro formal. Boto paletó e gravata. E começo a encher os bolsos: chaves, celular, caneta, cartões de crédito e de visita, carteira, documentos pessoais e do carro, talão, óculos de sol, lenço, iPod — ninguém é de ferro. Em minutos meu terno estufa. O botão do paletó não fecha por causa do celular. Meu traseiro fica quadrado devido aos documentos acomodados nos bolsos de trás. A calça, por causa do peso, escorrega pela barriga, que salta sobre o cinto! E minha elegância desaparece! Pior: dali a pouco tudo se confunde. Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos. Vou pegar a caneta e retiro as chaves.
O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!
A bolsa masculina já esteve em moda. Não me refiro à época dos hippies barbudões com horrendos artefatos de couro cru e sandálias nos pés. Houve um tempo em que homens usavam bolsas elegantes. Recheadas de inutilidades, mas, apesar dessa contradição, úteis. Grandes grifes ainda produzem bolsas masculinas. Poucos as usam.
As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas. Confesso: tenho horror! Existe imagem mais brega do que a de um barrigudo com o botão aberto no umbigo e uma pochete estufada no cinto?
Os executivos preferem as pastas. Elas costumam oferecer compartimentos para laptop, documentos variados, bloco de notas, remédios, três ou quatro celulares, enfim... tudo! Tais quais as bolsas femininas, abrigam mistérios. Só são esvaziadas de tempos em tempos, diante de uma ameaça de divórcio, por exemplo. Com frequência, moscas, vespas e até aranhas secas são encontradas entre a papelada.
Pastas são sérias demais. Não combinam com um jeans informal, uma camiseta leve e tênis. E o pior: é muito fácil esquecê-las. Ou vê-las arrebatadas pelas mãos de um larápio. Hoje em dia, perder um laptop ou celular pode se transformar em prejuízo irremediável. Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!
Alguns preferem mochilas. Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó. Livros, laptop, documentos, perfumes, desodorantes, cuecas limpas e até sujas no caso de viagens rápidas lutam para se acomodar dentro da lona. Eu já imagino: o executivo marca uma reunião com o presidente de um banco para pedir um empréstimo. Vai pegar o laptop para mostrar o projeto. E retira uma cueca, a escova e a pasta de dentes!
Os papas da moda masculina vivem discutindo o número de botões de paletós, a largura das lapelas, se as barras são para dentro ou fora. Redesenham relógios que se tornam cada vez mais inúteis em um mundo onde se veem as horas no celular. Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.
A volta da bolsa é apenas um item. Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo. Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado. Fico pensando: quando algum estilista oferecerá uma mudança radical, capaz de fazer a cabeça de todos nós e tornar o traje masculino realmente prático e confortável?
(Fonte: Revista Veja, 27/05/2011.)
O texto de Walcyr Carrasco pode ser classificado como
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E a bolsa masculina?
Walcyr Carrasco
Vou a um encontro formal. Boto paletó e gravata. E começo a encher os bolsos: chaves, celular, caneta, cartões de crédito e de visita, carteira, documentos pessoais e do carro, talão, óculos de sol, lenço, iPod — ninguém é de ferro. Em minutos meu terno estufa. O botão do paletó não fecha por causa do celular. Meu traseiro fica quadrado devido aos documentos acomodados nos bolsos de trás. A calça, por causa do peso, escorrega pela barriga, que salta sobre o cinto! E minha elegância desaparece! Pior: dali a pouco tudo se confunde. Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos. Vou pegar a caneta e retiro as chaves.
O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!
A bolsa masculina já esteve em moda. Não me refiro à época dos hippies barbudões com horrendos artefatos de couro cru e sandálias nos pés. Houve um tempo em que homens usavam bolsas elegantes. Recheadas de inutilidades, mas, apesar dessa contradição, úteis. Grandes grifes ainda produzem bolsas masculinas. Poucos as usam.
As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas. Confesso: tenho horror! Existe imagem mais brega do que a de um barrigudo com o botão aberto no umbigo e uma pochete estufada no cinto?
Os executivos preferem as pastas. Elas costumam oferecer compartimentos para laptop, documentos variados, bloco de notas, remédios, três ou quatro celulares, enfim... tudo! Tais quais as bolsas femininas, abrigam mistérios. Só são esvaziadas de tempos em tempos, diante de uma ameaça de divórcio, por exemplo. Com frequência, moscas, vespas e até aranhas secas são encontradas entre a papelada.
Pastas são sérias demais. Não combinam com um jeans informal, uma camiseta leve e tênis. E o pior: é muito fácil esquecê-las. Ou vê-las arrebatadas pelas mãos de um larápio. Hoje em dia, perder um laptop ou celular pode se transformar em prejuízo irremediável. Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!
Alguns preferem mochilas. Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó. Livros, laptop, documentos, perfumes, desodorantes, cuecas limpas e até sujas no caso de viagens rápidas lutam para se acomodar dentro da lona. Eu já imagino: o executivo marca uma reunião com o presidente de um banco para pedir um empréstimo. Vai pegar o laptop para mostrar o projeto. E retira uma cueca, a escova e a pasta de dentes!
Os papas da moda masculina vivem discutindo o número de botões de paletós, a largura das lapelas, se as barras são para dentro ou fora. Redesenham relógios que se tornam cada vez mais inúteis em um mundo onde se veem as horas no celular. Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.
A volta da bolsa é apenas um item. Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo. Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado. Fico pensando: quando algum estilista oferecerá uma mudança radical, capaz de fazer a cabeça de todos nós e tornar o traje masculino realmente prático e confortável?
(Fonte: Revista Veja, 27/05/2011.)
No fragmento Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo, a palavra destacada introduz uma relação de
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Inicialmente, no estoque de uma loja, a quantidade de pares de sapatos era o dobro da quantidade de pares de tênis. Para as vendas de final de ano, essa loja adquiriu 120 pares de sapatos e 140 pares de tênis. Se a quantidade de pares de calçados adquirida somada à quantidade de pares de calçados do estoque antes da compra é igual a 19/15 da quantidade de pares de calçados do estoque antes da compra, então é correto afirmar que no estoque antes da compra havia
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A figura abaixo apresenta uma tela do LibreOffice Writer, versão 5.1.4, em sua configuração padrão, com um texto selecionado.

Com base na figura, analise as afirmativas.
I - A fonte utilizada no trecho do texto selecionado é Book Antiqua, tamanho 14.
II - O alinhamento utilizado no trecho do texto selecionado é Justificado.
III - O recuo da primeira linha no trecho do texto selecionado é de 2 centímetros.
II - O alinhamento utilizado no trecho do texto selecionado é Justificado.
III - O recuo da primeira linha no trecho do texto selecionado é de 2 centímetros.
Estão corretas as afirmativas
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O Mapa da Fome 2013, apresentado nesta manhã em Roma pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), mostra que o Brasil conseguiu reduzir a pobreza extrema – classificada com o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1 ao dia - em 75% entre 2001 e 2012. No mesmo período, a pobreza foi reduzida em 65%. Apresentado como um dos casos mundiais de sucesso na redução da fome, o Brasil, no entanto, ainda tem mais de 16 milhões vivendo na pobreza: 8,4% da população brasileira vive com menos de US$ 2 por dia.
(Disponível em: http://brasil.estadao.com.br/noticias. Acesso em: 07/09/2016.)
A matéria do jornal O Estado de São Paulo publicada em 16 de setembro de 2014 aponta para a diminuição da pobreza extrema no Brasil. Quais fatores contribuíram para que isso acontecesse?
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Uma empresa que comercializa edições impressas de um jornal apresenta aos seus consumidores a tabela abaixo com dois planos de assinaturas.
| ASSINATURAS |
PLANO A VISTA (em R$) |
PLANO PARCELADO (em R$) |
| Anual | 780,00 | 842,40 (em 3 vezes) |
| Semestral | 405,60 | 436,80 (em 2 vezes) |
Admitindo que o jornal tenha circulação somente de segunda a sábado, que 1 ano tenha 52 semanas e que cada semana tenha 7 dias, analise as afirmativas.
I - No plano anual, o consumidor irá receber 364unidades do jornal.
II - O preço unitário para o plano semestral à vista é R$ 0,10 maior que o preço unitário no plano anual parcelado.
III - O preço unitário no plano anual à vista é R$ 0,30 menor que o preço unitário no plano semestral parcelado.
IV - A diferença do preço unitário entre o plano parcelado e o plano à vista é R$ 0,20 tanto para a assinatura anual quanto para a assinatura semestral.
II - O preço unitário para o plano semestral à vista é R$ 0,10 maior que o preço unitário no plano anual parcelado.
III - O preço unitário no plano anual à vista é R$ 0,30 menor que o preço unitário no plano semestral parcelado.
IV - A diferença do preço unitário entre o plano parcelado e o plano à vista é R$ 0,20 tanto para a assinatura anual quanto para a assinatura semestral.
Estão corretas as afirmativas
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Deseja-se dividir um terreno quadrangular com 1 km de lado em pequenas áreas quadradas com 1m de lado. Se for colocada cada uma dessas pequenas áreas uma ao lado da outra, um retângulo com largura de 1 m será formado. Qual a medida de seu comprimento?
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Um anúncio de venda de um determinado produto sofreu um pequeno acidente que apagou dois algarismos de seu preço, conforme figura abaixo.

Sabendo-se que o valor de cada parcela é um número inteiro maior que 1.000, que o algarismo da unidade (a) e o da dezena de milhar (b) que foram apagados são diferentes de zero, pode-se afirmar que (a + b) é igual a
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