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Dallagnol, quando mais(I) jovem, investigou traficantes como Fernadinho Beira-Mar e doleiros como Alberto Youssef, cujas(III) operações de lavagem conduziram a Lava Jato de um posto em Brasília ao gabinete presidencial(II) ocupado por Lula. Obteve vitórias e fracassos. [...] A frustração com os fracassos levou-o à Universidade Harvard, onde(III) estudou os métodos e as leis americanas de combate à corrupção. Especializou-se na chamada prova indireta: precisamente o tipo de prova que leva à cadeia os chefes de organizações criminosas complexas – o tipo de prova que apresentou naquela quarta-feira, na coletiva em Curitiba. De Harvard ao Brasil, aceitou integrar a força-tarefa da Lava Jato. O país havia mudado, as leis haviam melhorado, havia uma nova geração também no judiciário(IV), como o juiz Sérgio Moro, que poderia fazer tudo(III) de forma diferente. Havia, portanto, a chance de ganhar casos no mérito – nas provas – em vez de perdê-los inelutavelmente(I) nas filigranas jurídicas.
(Revista Época, ed. 953. Adaptado.)
Em relação a recursos expressivos empregados no fragmento, analise as afirmativas.
I - As palavras mais (mais jovem) e inelutavelmente funcionam no texto como advérbios; a primeira intensifica o adjetivo jovem, mas a segunda não se refere a verbo, adjetivo ou advérbio do texto e sim à opinião de quem escreveu sobre o fato.
II - Além de estabelecer conexão entre termos da oração, as preposições indicam sentidos para a compreensão do texto, a exemplo do trecho conduziram a Lava Jato de um posto em Brasília ao gabinete presidencial, em que indicam, respectivamente, origem, lugar e destino.
III - As palavras cujas, onde e tudo são pronomes, o primeiro é relativo, acompanha substantivo e cria uma relação de posse; o segundo é relativo, indica lugar e pode ser substituído por em que; o terceiro é indefinido, tem forma invariável.
IV - No trecho O país havia mudado, as leis haviam melhorado, havia uma nova geração também no judiciário, o verbo haver funciona como auxiliar nas duas primeiras ocorrências, podendo flexionar-se, e com o sentido de existir na terceira ocorrência, usado impessoalmente.
Está correto o que se afirma em
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Leia atentamente os pequenos textos abaixo.
I - Foi por causa do artigo da revista que o treinador afirmou ao esportista que ele, no mínimo, não estava sabendo as regras do jogo e sem obedecê-las prejudicaria a continuidade da partida.
II - Houve épocas em que as diferenças sociais, também em virtude de as línguas humanas serem fatos sociais e históricos, evidenciados principalmente pelas formas de tratamento, como quando uma pessoa não podia dirigir-se diretamente ao seu interlocutor se ele fosse de estrato social superior ao dela.
III - Vou colocar agora um problema, disse o secretário da educação, o governo não tem dinheiro para fazer as escolas prometidas, assim temos que criar uma coisa para desviar a imprensa.
Considerando problemas atinentes às qualidades de um texto, assinale a alternativa que apresenta análise correta.
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2030: a fusão entre homem e máquina
Por volta de 2030, poderemos ter o que o engenheiro do Google, autor e futurista Raymond Kurzweil chama de “pensamento híbrido”. Significa pensarmos em parte de forma orgânica, de acordo com a biologia de nosso cérebro, e em parte de forma artificial – uma possibilidade do avanço exponencial da tecnologia. Um nanorrobô se instalaria em nosso neocórtex (no cérebro) possibilitando acesso direto à “nuvem”, ao conjunto de informações acessíveis via internet. Essa tecnologia também permitirá transmissões ao vivo da visão de alguém, entre outras possibilidades.
Seríamos fundidos à máquina, ou melhor, a traríamos para dentro do corpo humano. Parece ser o desenho de um futuro mais provável para a inteligência artificial do que essa dicotomia pintada na maioria dos filmes de ficção científica, de homem versus máquina, de robôs dominando a humanidade ou os usando para benefício próprio. Acho que não será uma questão de um ou outro, mas um e outro formando um outro ser, um novo conceito de humanidade. Apesar dessa imagem me dar arrepios.
A nanorrobótica ainda é uma tecnologia emergente, mas promete revolucionar a medicina num futuro próximo. Nanorrobôs são robôs do tamanho de uma célula sanguínea que poderão circular em nosso corpo fazendo diagnósticos, levando nutrientes e realizando microcirurgias.
É estranho pensar que em poucos anos um novo tipo de ser humano possa surgir. Mas refletindo sobre o avanço que tivemos nos últimos 30 anos, não é de forma alguma impossível. Em palestra no TED, Kurzweil explica o desenvolvimento de seu raciocínio.
Matéria de capa da revista “Time” “2045: The Year Man Becomes Immortal” explora a possibilidade de fazermos downloads de nossas mentes em outros recipientes, como robôs, e questiona quais implicações isso traria. 2045 seria o ano da singularidade, ainda impossível de ser compreendida, por não conseguirmos pensar fora de nosso linear e químico cérebro animal.
O termo singularidade é usado para representar uma corrente de pensamento, muitas vezes tida como um movimento. Indica que a humanidade passará por enorme avanço tecnológico em um curto espaço de tempo, no qual a inteligência artificial predominará sobre a humana. O termo é creditado ao cientista Vernor Vinge. Kurzweil, que profetizou o surgimento da internet, é um dos fundadores da Singularity University, que tem a missão de “educar, inspirar e empoderar líderes para aplicarem tecnologias exponenciais no tratamento dos grandes desafios da humanidade”.
Outro relevante membro dessa filosofia é o gerontologista Aubrey De Grey. Ele afirma que o primeiro ser humano a viver 1000 anos já nasceu. De Grey vê o envelhecimento como uma doença a ser curada e explica como isso poderia ocorrer em uma palestra. Ele é autor do livro: “Ending Aging”. [...]
Albert Einstein teria dito: “A humanidade precisará de uma substancial nova forma de pensar se quiser sobreviver”. Essa frase normalmente é atribuída ao homem ter que mudar seu comportamento em relação a recursos naturais, ao meio ambiente e a questões sociais e éticas. Pensar em prol de um bem comum e não mais em benefício próprio. Transformar uma mentalidade imediatista para uma visão a longo prazo. Quem sabe, Einstein também estaria profetizando sobre o pensamento híbrido de Kurzweil.
Os avanços tecnológicos podem trazer benefícios, mas costumam ser atrelados a efeitos colaterais, que nos prejudicam e precisam ser discutidos. Como o vício da internet, a alienação do celular e a solidão das redes sociais. Esse homem-máquina teria um novo desafio a sua frente: como lidar com a liberdade de escolha em um cenário de acesso instantâneo e ilimitado a informações? Teorias filosóficas seriam reformuladas e outras apareceriam. Existencialistas se debruçariam sobre a nova responsabilidade do homem diante um livre arbítrio tecnológico e a angústia existencial gerada pelo processo de tomada de decisões com tantas opções e informações disponíveis. Sartre não ia querer perder a oportunidade de refletir sobre um outro tipo de ser humano e iria implorar para nascer de novo.
(Disponível em: http://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/. Acesso em: 09/2016.)
Os termos nanorrobôs, singularidade e empoderar apresentam, respectivamente, os processos de formação de palavras:
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Cientistas de todo o mundo reuniram-se em Valência, na Espanha, para discutir o Censo da Vida Marinha, um projeto de 10 anos que estuda os seres que vivem nos oceanos. Um dos objetivos é dar fim aos mitos do senso comum criados ao longo da história pelo imaginário popular e também pela literatura.
Nesse texto, há duas palavras (Censo e senso) que apresentam a mesma sequência de fonemas e a mesma acentuação tônica, embora com significação diferente, em razão de sua origem distinta. Tais palavras constituem exemplos de
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Vida natural
Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira, quando ela percebeu que, além do frio, chovia nas árvores, não pode acreditar que tanto lhe fosse dado. O acordo do mundo com aquilo que ela nem sequer sabia que precisava como numa fome. Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o homem. Ele, o homem, se ocupa do que ela nem sequer lhe agradece: ele atiça o fogo na lareira, o que não lhe é senão dever de nascimento. E ela - que é sempre inquieta, fazedora de coisas e experimentadora de curiosidades – nem se lembra sequer de atiçar o fogo: não é seu papel, pois se tem o seu homem para isso. Não sendo donzela, que o homem então cumpra sua missão. O mais que ela faz é às vezes instigá-lo: “aquela acha”, diz-lhe, “aquela ainda não pegou”. E ele um instante antes que ela acabe a frase que o esclareceria, ele, por ele mesmo, já notara a acha, homem seu que é, e já está atiçando a acha. Não a comando seu, que é a mulher de um homem e que perderia seu estado se lhe desse ordem. A outra mão dele, a livre, está ao alcance dela. Ela sabe e não a toma. Tem exatamente o que precisa: pode ter.
Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se(III) então sobre o momento , come-lhe o fogo e o fogo doce queima, arde, flameja. Então, ela, que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem e, ao prendê-la nas suas, ela fogo doce queima, arde, flameja.
(LISPECTOR, C. Crônicas de amor e amizade. Rio de Janeiro: Rocco, 2010.)
A respeito da crônica, analise as afirmativas.
I - A personagem feminina tem plena consciência de que o sentimento que nutre por seu homem tem duração infinita, tanto que não se apressa em qualquer movimento.
II - Os papéis de cada personagem na relação amorosa são pré- estabelecidos e a personagem feminina, principalmente, aceita essa condição, tranquilamente, na maior parte do tempo.
III - A expressão encarniça-se sobre o momento sugere que a personagem feminina excita-se em pensar na efemeridade do sentimento.
IV - No segundo momento da crônica, a personagem feminina exaspera-se contra a solidão a dois, mas não admite adiantar-se às ações de seu homem.
Está correto o que se afirma em
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O texto a seguir constitui transcrição de parte de uma exposição oral em um colóquio sobre poetas mato-grossenses.
Estudei muito durante 5 anos a vida do poeta mato-grossense Silva Freire e escrevi um livro sobre ele, um baita poeta muito pouco falado pelas chamadas vanguardas modernistas. Hoje em dia existem felizmente vários trabalhos, há muita gente reavaliando a poética de Silva Freire, que ela é muito mais importante e profunda do que aparentemente pareceu nos últimos anos.
A transposição desse trecho da oralidade para a escrita deve obedecer às regras da escrita padrão, apresentar coesão e coerência e ter clareza e adequação vocabular. Assinale a escrita do trecho que apresenta todas essas características.
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2030: a fusão entre homem e máquina
Por volta de 2030, poderemos ter o que o engenheiro do Google, autor e futurista Raymond Kurzweil chama de “pensamento híbrido”. Significa pensarmos em parte de forma orgânica, de acordo com a biologia de nosso cérebro, e em parte de forma artificial – uma possibilidade do avanço exponencial da tecnologia. Um nanorrobô se instalaria em nosso neocórtex (no cérebro) possibilitando acesso direto à “nuvem”, ao conjunto de informações acessíveis via internet. Essa tecnologia também permitirá transmissões ao vivo da visão de alguém, entre outras possibilidades.
Seríamos fundidos à máquina, ou melhor, a traríamos para dentro do corpo humano. Parece ser o desenho de um futuro mais provável para a inteligência artificial do que essa dicotomia pintada na maioria dos filmes de ficção científica, de homem versus máquina, de robôs dominando a humanidade ou os usando para benefício próprio. Acho que não será uma questão de um ou outro, mas um e outro formando um outro ser, um novo conceito de humanidade. Apesar dessa imagem me dar arrepios.
A nanorrobótica ainda é uma tecnologia emergente, mas promete revolucionar a medicina num futuro próximo. Nanorrobôs são robôs do tamanho de uma célula sanguínea que poderão circular em nosso corpo fazendo diagnósticos, levando nutrientes e realizando microcirurgias.
É estranho pensar que em poucos anos um novo tipo de ser humano possa surgir. Mas refletindo sobre o avanço que tivemos nos últimos 30 anos, não é de forma alguma impossível. Em palestra no TED, Kurzweil explica o desenvolvimento de seu raciocínio.
Matéria de capa da revista “Time” “2045: The Year Man Becomes Immortal” explora a possibilidade de fazermos downloads de nossas mentes em outros recipientes, como robôs, e questiona quais implicações isso traria. 2045 seria o ano da singularidade, ainda impossível de ser compreendida, por não conseguirmos pensar fora de nosso linear e químico cérebro animal.
O termo singularidade é usado para representar uma corrente de pensamento, muitas vezes tida como um movimento. Indica que a humanidade passará por enorme avanço tecnológico em um curto espaço de tempo, no qual a inteligência artificial predominará sobre a humana. O termo é creditado ao cientista Vernor Vinge. Kurzweil, que profetizou o surgimento da internet, é um dos fundadores da Singularity University, que tem a missão de “educar, inspirar e empoderar líderes para aplicarem tecnologias exponenciais no tratamento dos grandes desafios da humanidade”.
Outro relevante membro dessa filosofia é o gerontologista Aubrey De Grey. Ele afirma que o primeiro ser humano a viver 1000 anos já nasceu. De Grey vê o envelhecimento como uma doença a ser curada e explica como isso poderia ocorrer em uma palestra. Ele é autor do livro: “Ending Aging”. [...]
Albert Einstein teria dito: “A humanidade precisará de uma substancial nova forma de pensar se quiser sobreviver”. Essa frase normalmente é atribuída ao homem ter que mudar seu comportamento em relação a recursos naturais, ao meio ambiente e a questões sociais e éticas. Pensar em prol de um bem comum e não mais em benefício próprio. Transformar uma mentalidade imediatista para uma visão a longo prazo. Quem sabe, Einstein também estaria profetizando sobre o pensamento híbrido de Kurzweil.
Os avanços tecnológicos podem trazer benefícios, mas costumam ser atrelados a efeitos colaterais, que nos prejudicam e precisam ser discutidos. Como o vício da internet, a alienação do celular e a solidão das redes sociais. Esse homem-máquina teria um novo desafio a sua frente: como lidar com a liberdade de escolha em um cenário de acesso instantâneo e ilimitado a informações? Teorias filosóficas seriam reformuladas e outras apareceriam. Existencialistas se debruçariam sobre a nova responsabilidade do homem diante um livre arbítrio tecnológico e a angústia existencial gerada pelo processo de tomada de decisões com tantas opções e informações disponíveis. Sartre não ia querer perder a oportunidade de refletir sobre um outro tipo de ser humano e iria implorar para nascer de novo.
(Disponível em: http://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/. Acesso em: 09/2016.)
O texto defende que
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A figura abaixo apresenta uma planilha do LibreOffice Calc, versão 5.1.4, em sua configuração padrão.

De acordo com a planilha, o valor retornado pela fórmula =SOMA(A1;B2:C3) é igual a
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A figura abaixo apresenta um tela do LibreOffice Writer, versão 5.1.4 em sua configuração padrão. Nela, um texto com 11 linhas está sendo editado.

Foram realizadas modificações na formatação do mesmo texto e, depois disso, o usuário parou o cursor ao lado do último caractere da linha 11 do texto.

Com base nas figuras, analise as afirmativas que estão relacionadas ao texto e às modificações realizadas nele.
I - Nas palavras da primeira linha do texto foi aplicado o efeito itálico.
II - A linha 11 foi alinhada à direita e ativou-se a numeração
III - Antes da formatação havia 72 palavras no texto e, após a formatação, 82 palavras.
IV - A fonte utilizada nas linhas 2 a 11 do texto é Arial.
II - A linha 11 foi alinhada à direita e ativou-se a numeração
III - Antes da formatação havia 72 palavras no texto e, após a formatação, 82 palavras.
IV - A fonte utilizada nas linhas 2 a 11 do texto é Arial.
Estão corretas as afirmativas
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Considere a planilha abaixo do Microsoft Excel 2010 (idioma Português).

Sobre a planilha, analise as afirmativas.
I - O conteúdo da célula D3 pode ser obtido pela fórmula =A1^2
II - O valor apresentado na célula D1 pode ser resultado da fórmula =B1/6
III - O conteúdo da célula D2 pode ser obtido pela fórmula =SE(A1>B2;B1;A2)
IV - O valor apresentado na célula D4 pode ser resultado da fórmula =RAIZ(A1)
II - O valor apresentado na célula D1 pode ser resultado da fórmula =B1/6
III - O conteúdo da célula D2 pode ser obtido pela fórmula =SE(A1>B2;B1;A2)
IV - O valor apresentado na célula D4 pode ser resultado da fórmula =RAIZ(A1)
Estão corretas as afirmativas
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