Foram encontradas 40 questões.
O que significa dizer que uma pessoa está “mareada”?
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Numa situação de risco de colisão entre duas embarcações que navegam com rumos opostos, qual a manobra que cada embarcação deverá executar?
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Com base na Constituição Federal do Brasil, no seu Capítulo I – Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, que estabelece a igualdade de todos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, avalie as afirmações a seguir.
I. Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
II. É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
III. É garantido o poder de propriedade.
É CORRETO o que se afirma apenas em
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Existem várias publicações de auxílio à navegação. Para que serve o almanaque náutico?
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O Tempo
O tempo não é, minha amiga, aquilo que você pensou
As festas, as fotos antigas, as coisas que você guardou
Os trastes, os móveis, as tranças, os vinhos, os velhos cristais
As doces canções de criança, lembranças, lembranças demais
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
Você vem deitar no meu ombro querendo de novo ficar
Eu olho e até me assombro como pode esse tempo passar
O tempo é areia que escapa até entre os dedos do amor
Depois é o vazio, é o nada, é areia que o vento levou
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
O medo correndo nas veias deixou tanta vida pra trás
E a gente ficou de mãos cheias com coisas que não valem mais
E fica um gosto de usado naquilo que nem se provou
A gente dormiu acordado e o tempo depressa passou
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
As festas, as fotos antigas, as coisas que você guardou
Os trastes, os móveis, as tranças, os vinhos, os velhos cristais
As doces canções de criança, lembranças, lembranças demais
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
Você vem deitar no meu ombro querendo de novo ficar
Eu olho e até me assombro como pode esse tempo passar
O tempo é areia que escapa até entre os dedos do amor
Depois é o vazio, é o nada, é areia que o vento levou
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
O medo correndo nas veias deixou tanta vida pra trás
E a gente ficou de mãos cheias com coisas que não valem mais
E fica um gosto de usado naquilo que nem se provou
A gente dormiu acordado e o tempo depressa passou
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
Disponível em: http://www.letras.com.br/reginaldo-bessa/o-tempo. Acesso em: 22 nov. 2011.
Com relação ao trecho “Eu olho e até me assombro”, o elemento “e” expressa ideia de
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O Tempo
O tempo não é, minha amiga, aquilo que você pensou
As festas, as fotos antigas, as coisas que você guardou(D)
Os trastes, os móveis, as tranças, os vinhos, os velhos cristais(E)
As doces canções de criança(B), lembranças, lembranças demais
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
Você vem deitar no meu ombro querendo de novo ficar(C)
Eu olho e até me assombro como pode esse tempo passar
O tempo é areia que escapa até entre os dedos do amor
Depois é o vazio, é o nada, é areia que o vento levou
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
O medo correndo nas veias deixou tanta vida pra trás
E a gente ficou de mãos cheias com coisas que não valem mais
E fica um gosto de usado naquilo que nem se provou
A gente dormiu acordado e o tempo depressa passou(A)
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
As festas, as fotos antigas, as coisas que você guardou(D)
Os trastes, os móveis, as tranças, os vinhos, os velhos cristais(E)
As doces canções de criança(B), lembranças, lembranças demais
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
Você vem deitar no meu ombro querendo de novo ficar(C)
Eu olho e até me assombro como pode esse tempo passar
O tempo é areia que escapa até entre os dedos do amor
Depois é o vazio, é o nada, é areia que o vento levou
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
O medo correndo nas veias deixou tanta vida pra trás
E a gente ficou de mãos cheias com coisas que não valem mais
E fica um gosto de usado naquilo que nem se provou
A gente dormiu acordado e o tempo depressa passou(A)
O tempo não para no porto, não apita na curva, não espera ninguém
Disponível em: http://www.letras.com.br/reginaldo-bessa/o-tempo. Acesso em: 22 nov. 2011.
Ao falar do tempo, o poeta usa a frase “O tempo não para no porto”, cuja significação semelhante se encontra na seguinte passagem:
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1.852 m (Um mil, oitocentos e cinquenta e dois metros) equivalem a:
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A Lei 8.112/90, indica que a investidura em cargo público ocorrerá com
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Quais as partes de uma linha secundária de um espinhel monofilamento?
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O que é o RIPEAM (Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar)?
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