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Foram encontradas 40 questões.

2414825 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Os diodos Zeners podem ser utilizados em circuitos reguladores de tensão, os quais têm a função de manter a tensão constante. A aplicação do diodo zener é ilustrada na figura a seguir.
Enunciado 2855674-1
O valor da tensão de saída do circuito (Vs), considerando que a corrente que passa pelo resistor R1 é suficiente para polarizar tanto o diodo Zener quanto o transistor, de modo que a regulação de tensão ocorra, é de:
 

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2414816 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Os circuitos retificadores, bastante utilizados nos equipamentos eletrônicos, fornecem uma tensão contínua, essencial para o funcionamento destes equipamentos. A figura a seguir mostra um retificador onda completa com derivação central.
Enunciado 2855330-1
Considerando !$ Vs1_{máximo} = Vs2_{máximo} = 15,7 !$ Volts e que os diodos são ideais, o item que mais se aproxima do valor da corrente que passa pelo resistor R é:
 

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A Constituição Federal do Brasil, no seu Capítulo VII – Da Administração Pública, estabelece que a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos seguintes princípios, EXCETO.

 

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Compras de Natal
A cidade deseja ser diferente, escapar às suas fatalidades. Enche-se de brilhos e cores; sinos que não tocam, balões que não sobem, anjos e santos que não se movem, estrelas que jamais estiveram no céu. As lojas querem ser diferentes, fugir à realidade do ano inteiro: enfeitam-se com fitas e flores, neve de algodão de vidro, fios de ouro e prata, cetins, luzes, todas as coisas que possam representar beleza e excelência.
Tudo isso para celebrar um Meninozinho envolto em pobres panos, deitado numas palhas, há cerca de dois mil anos, num abrigo de animais, em Belém.
Todos vamos comprar presentes para os amigos e parentes, grandes e pequenos, e gastaremos, nessa dedicação sublime, até o último centavo, o que hoje em dia quer dizer a última nota de cem cruzeiros, pois, na loucura do regozijo unânime, nem um prendedor de roupa na corda pode custar menos do que isso.
Grandes e pequenos, parentes e amigos são todos de gosto bizarro e extremamente suscetíveis. Também eles conhecem todas as lojas e seus preços – e, nestes dias, a arte de comprar se reveste de exigências particularmente difíceis. Não poderemos adquirir a primeira coisa que se ofereça à nossa vista: seria uma vulgaridade. Teremos de descobrir o imprevisto, o incognoscível, o transcendente. Não devemos também oferecer nada de essencialmente necessário ou útil, pois a graça destes presentes parece consistir na sua desnecessidade e inutilidade. Ninguém oferecerá, por exemplo, um quilo (ou mesmo um saco) de arroz ou feijão para a insidiosa fome que se alastra por estes nossos campos de batalha; ninguém ousará comprar uma boa caixa de sabonetes desodorantes para o suor da testa com que – especialmente neste verão – teremos de conquistar o pão de cada dia. Não: presente é presente, isto é, um objeto extremamente raro e caro, que não sirva a bem dizer para coisa alguma.
Por isso é que os lojistas, num louvável esforço de imaginação, organizam suas sugestões para os compradores, valendo-se de recursos que são a própria imagem da ilusão. Numa grande caixa de plástico transparente (que não serve para nada), repleta de fitas de papel celofane (que para nada servem), coloca-se um sabonete em forma de flor (que nem se possa guardar como flor nem usar como sabonete, e cobra-se pelo adorável conjunto o preço de uma cesta de rosas. Todos ficamos extremamente felizes! São as cestinhas forradas de seda, as caixas transparentes os estojos, os papéis de embrulho com desenhos inesperados, os barbantes, atilhos, fitas, o que na verdade oferecemos aos parentes e amigos. Pagamos por essa graça delicada da ilusão. E logo tudo se esvai, por entre sorrisos e alegrias. Durável – apenas o Meninozinho nas suas palhas, a olhar para este mundo.
MEIRELES, Cecília. Quatro Vozes, Rio de Janeiro: Editora Record, 1998.
Há, a partir da perspectiva apresentada no texto, uma contradição marcada que se evidencia entre
 

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No que tange a Lei 8.112/90, tratando das vantagens, além do vencimento poderão, ser pagas ao servidor:
 

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2413292 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Os transistores são componentes eletrônicos que podem ser utilizados como amplificadores ou como chaves eletrônicas. A figura abaixo ilustra um circuito de polarização DC de um transistor de junção bipolar.
Enunciado 2824774-1
Considerando a tensão entre base e emissor (VBE) igual a 0,7 Volts e o ganho de corrente (β) do transistor igual a 100, o valor da tensão Vs é:
 

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2413026 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
O SCR pode ser utilizado no projeto de retificadores controlados, onde o ângulo de disparo do mesmo define a potência a ser entregue à carga. Qual o valor da tensão média na carga para um retificador onda completa controlado (carga resistiva), cuja tensão máxima de entrada é de 100 volts e ângulo de disparo igual a 60 graus?
 

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Conforme a Constituição Federal do Brasil, tratando da família, da criança, do adolescente, do jovem e do idoso, é CORRETO afirmar:

 

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Compras de Natal
A cidade deseja ser diferente, escapar às suas fatalidades. Enche-se de brilhos e cores; sinos que não tocam, balões que não sobem, anjos e santos que não se movem, estrelas que jamais estiveram no céu. As lojas querem ser diferentes, fugir à realidade do ano inteiro: enfeitam-se com fitas e flores, neve de algodão de vidro, fios de ouro e prata, cetins, luzes, todas as coisas que possam representar beleza e excelência.
Tudo isso para celebrar um Meninozinho envolto em pobres panos, deitado numas palhas, há cerca de dois mil anos, num abrigo de animais, em Belém.
Todos vamos comprar presentes para os amigos e parentes, grandes e pequenos, e gastaremos, nessa dedicação sublime, até o último centavo, o que hoje em dia quer dizer a última nota de cem cruzeiros, pois, na loucura do regozijo unânime, nem um prendedor de roupa na corda pode custar menos do que isso.
Grandes e pequenos, parentes e amigos são todos de gosto bizarro e extremamente suscetíveis. Também eles conhecem todas as lojas e seus preços – e, nestes dias, a arte de comprar se reveste de exigências particularmente difíceis. Não poderemos adquirir a primeira coisa que se ofereça à nossa vista: seria uma vulgaridade. Teremos de descobrir o imprevisto, o incognoscível, o transcendente. Não devemos também oferecer nada de essencialmente necessário ou útil, pois a graça destes presentes parece consistir na sua desnecessidade e inutilidade. Ninguém oferecerá, por exemplo, um quilo (ou mesmo um saco) de arroz ou feijão para a insidiosa fome que se alastra por estes nossos campos de batalha; ninguém ousará comprar uma boa caixa de sabonetes desodorantes para o suor da testa com que – especialmente neste verão – teremos de conquistar o pão de cada dia. Não: presente é presente, isto é, um objeto extremamente raro e caro, que não sirva a bem dizer para coisa alguma.
Por isso é que os lojistas, num louvável esforço de imaginação, organizam suas sugestões para os compradores, valendo-se de recursos que são a própria imagem da ilusão. Numa grande caixa de plástico transparente (que não serve para nada), repleta de fitas de papel celofane (que para nada servem), coloca-se um sabonete em forma de flor (que nem se possa guardar como flor nem usar como sabonete), e cobra-se pelo adorável conjunto o preço de uma cesta de rosas. Todos ficamos extremamente felizes! São as cestinhas forradas de seda, as caixas transparentes os estojos, os papéis de embrulho com desenhos inesperados, os barbantes, atilhos, fitas, o que na verdade oferecemos aos parentes e amigos. Pagamos por essa graça delicada da ilusão. E logo tudo se esvai, por entre sorrisos e alegrias. Durável – apenas o Meninozinho nas suas palhas, a olhar para este mundo.
MEIRELES, Cecília. Quatro Vozes, Rio de Janeiro: Editora Record, 1998.
Leia.
“Por isso é que os lojistas, num louvável esforço de imaginação, organizam suas sugestões para os compradores, valendo-se de recursos que são a própria imagem da ilusão. Numa grande caixa de plástico transparente (que não serve para nada), repleta de fitas de papel celofane (que para nada servem), coloca-se um sabonete em forma de flor (que nem se possa guardar como flor nem usar como sabonete), e cobra-se pelo adorável conjunto o preço de uma cesta de rosas. Todos ficamos extremamente felizes!”
Considerando os aspectos linguístico- gramaticais desse trecho, julgue as seguintes assertivas.
I. Em “todos ficamos”, a concordância é admitida pela norma culta, uma vez que indica relação de inclusão.
II. Como o verbo “valer” admite duas regências, o uso da preposição é facultativa no contexto apresentado.
III. Na forma verbal “cobra-se pelo adorável conjunto”, a partícula “se” funciona como índice de indeterminação.
IV. Sendo o termo “por isso” indicativo de conclusão, seu posicionamento, no ínicio do período, compromete a relação semântica.
É CORRETO o que se afirma em
 

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A Constituição Federal do Brasil, tratando da família, da criança, do adolescente, do jovem e do idoso, estabelece que o direito à proteção especial abrangerá os seguintes aspectos:

I. Idade mínima de 14 (quatorze) anos para admissão ao trabalho, independente do local de trabalho.
II. Garantia dos direitos previdenciários e trabalhistas.
III. Garantia de acesso do trabalhador adolescente e jovem à escola.

É CORRETO o que se afirma apenas em

 

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