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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
- Educação Profissional – Leis, decretos, portarias, resoluções e pareceres
A Resolução CNE/CEB nº 06, de 20 de setembro de 2012, e o Parecer CNE/CEB nº 11, de 09 de maio de 2012, definem Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Para efeitos dessas Diretrizes, a oferta da educação técnica de nível médio deve ser desenvolvida nas formas articulada e subsequente ao Ensino Médio.
Analise os casos a seguir e identifique as formas de oferta correspondentes.
I. Paulo terminou o Ensino Médio e, sentindo necessidade de ingressar no mundo do trabalho, resolveu fazer o curso Técnico em Saneamento, com duração de 2 (dois) anos.
II. Maria, estudante do Curso Técnico em Edificações, iniciou seus estudos no primeiro semestre de 2016, com previsão de término no segundo semestre de 2019, quando receberá o certificado de sua habilitação profissional e, ao mesmo tempo, de conclusão do Ensino Médio.
III. Fátima resolveu dar prosseguimento a seus estudos, investindo na sua qualificação profissional em um Curso Técnico em Eventos.
IV. João é um estudante matriculado no Curso Técnico de Nível Médio em Turismo de um Campus do IFPE e, ao mesmo tempo, em horários e dias compatíveis, cursa o Ensino Médio em uma escola pública estadual com a qual o IFPE possui convênio.
As formas de oferta são, respectivamente:
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A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, sob o número 9.394/96, também conhecida como Lei Darcy Ribeiro, define as diretrizes gerais da educação brasileira. Por meio do TÍTULO IV, DA ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL, trata, especificamente no art. 13, de incumbências docentes, dentre as quais, destacam-se três:
I. participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.
II. fomentar seu próprio desenvolvimento profissional, permanentemente.
III. fomentar e promover a articulação entre a escola e a comunidade em geral.
IV. cumprir os dias letivos e as horas-aula estabelecidas, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional.
V. colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
Estão CORRETAS, apenas:
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As tendências pedagógicas contribuem para a compreensão e orientação da prática educativa, considerando como critério a posição que cada tendência adota em relação às finalidades sociais da escola. Essas concepções foram organizadas em dois grandes grupos: a pedagogia liberal e a pedagogia progressista.
Analise as diversas tendências pedagógicas e faça as devidas correspondências, considerando suas respectivas características.
I. Tendência liberal tradicional.
II. Tendência liberal renovada progressivista.
III. Tendência liberal renovada não-diretiva.
IV. Tendência liberal tecnicista.
V. Tendência progressista libertadora.
VI. Tendência progressista libertária.
VII. Tendência progressista crítico-social dos conteúdos.
( ) A principal função social da escola refere-se à apropriação do saber, uma vez que, ao garantir um ensino de qualidade, serve aos interesses populares e consolida o papel transformador da escola.
( ) O reconhecimento da autoridade do professor pressupõe uma atitude passiva e receptiva do estudante, especialmente no que se refere aos conhecimentos transmitidos como verdades absolutas.
( ) Considera que a educação escolar objetiva organizar o processo de aquisição de habilidades, atitudes e conhecimentos mediante técnicas específicas, com ênfase no uso de tecnologias educacionais.
( ) Privilegia métodos de ensino fundamentados em experiências e na solução de problemas, defendendo a premissa “aprender fazendo”, sendo papel da escola adequar as necessidades individuais ao meio social.
( ) A função da escola reside em promover uma educação que transforme a personalidade dos estudantes em um sentido libertário e autogestionário, sendo a autogestão conteúdo e método, cabendo ao professor o papel de orientador.
( ) Voltada para a formação de atitudes, enfatiza mais as questões psicológicas do que as pedagógicas ou sociais, sendo, portanto, centrada no estudante e no estabelecimento de um clima favorável a uma mudança no indivíduo.
( ) Estudantes e professores problematizam o cotidiano e, extraindo conteúdos de aprendizagem, atingem um nível de consciência da realidade a fim de nela atuarem na perspectiva de sua transformação.
A sequência correta dessa caracterização, de cima para baixo, é:
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Segundo Heloísa Buarque de Hollanda e Adrian Izel, no quadro da intensificação da produção cultural de caráter urbano, no final do século XX, um segmento que vem surpreendendo é o da atuação de coletivos de artistas plásticos, que são associações de pessoas que têm interesses comuns. A finalidade de um coletivo é integrar pessoas para trocar experiências e enriquecer seus trabalhos e conhecimentos.
Os coletivos propagam-se em proporção geométrica pelo Brasil, configuram-se por ações conjuntas, mas não constituem cooperativas, tampouco apresentam número de participantes determinados. Sua forma de organização é independente e, para cada ação ou conjunto de ações, os coletivos buscam patrocínio, oferecendo cursos e vendendo trabalhos.
São exemplos de Coletivos de Arte em Pernambuco os seguintes:
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A Estética Relacional, teoria defendida por Nicolás Bourriaud, designa uma tendência artística que privilegia a produção de relações inter-humanas. Essa teoria pressupõe uma participação cada vez mais direta do público, devido à transitividade do objeto de arte. Bourriaud desenvolve quatro grandes categorias que subsidiam a existência de uma arte relacional.
Assinale a alternativa que apresenta a categoria que mais se relaciona com esta performance da artista Ana Teixeira.

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Em relação ao ensino de arte no currículo escolar, legislação e prática, apresentam-se as seguintes proposições:
I. Até aproximadamente fins da década de 1960, existiam pouquíssimos cursos de formação de professores no campo da arte. Assim, professores de quaisquer disciplinas, artistas e pessoas vindas de curso de Belas Artes, Escolas de Artes Dramáticas e Conservatórios poderiam assumir as aulas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas, Música e Arte Dramática.
II. Em 1971, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a arte é incluída no currículo escolar com o título de Educação Artística, mas é considerada “atividade educativa” e não disciplina, tratando de maneira indefinida o conhecimento.
III. De maneira geral, entre os anos de 1970 e 1980, os antigos professores de Artes Plásticas, Desenho, Música, Artes Industriais, Artes Cênicas e os recém-formados em Educação Artística viam-se responsabilizados por educar alunos (em escola de Ensino Fundamental) em todas as linguagens artísticas, o que configurava a formação do professor polivalente em Arte.
IV. Com a Lei Nº 9.394/96, revogam-se as disposições anteriores e a Arte é considerada obrigatória na educação básica. “O ensino de arte constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da Educação Básica de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”.
V. Segundo a resolução 246/2016, “O ensino de arte só será obrigatório durante a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, ficando o Ensino Médio isento dessa responsabilidade”.
Estão corretas, apenas, as proposições:
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De acordo com a visão de Libâneo, em seu livro Didática (1991), o ensino somente é bem sucedido quando os objetivos do professor coincidem com os objetivos de estudos do aluno e é praticado tendo em vista o desenvolvimento das suas forças intelectuais.
Nesse sentido, para que o processo de ensino-aprendizagem seja efetivado com qualidade na escola, é preciso que o professor
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“A proposta inicial foi tecer uma série de debates sobre o Funk, e demais questões que surgiram nesse processo, visando fomentar a futura criação dos documentários. Num primeiro momento houve uma sondagem do que os alunos pensavam sobre o assunto, com o uso de imagens que remetiam ao surgimento do Funk, na cultura norte-americana para disparar tal discussão. Os alunos revelaram um desconhecimento da história do Funk, mas um forte engajamento e interesse nas questões de gênero presentes nas letras das músicas, o que, com isso, tornou-se um foco do projeto nas aulas seguintes.”.
DIAS. Taís Ritter. Documentando o Funk: cultura visual, cinema e gênero no ensino de artes visuais. Anais do XXV CONFAEB. Fortaleza – CE, 2015. Disponível em: <http://confaeb2015.ifce.edu.br/ANAIS/artigos/GT%20Artes%20Visuais/149710.pdf> Acesso: 24 out. de 2016.
Considerando a importância da contextualização e a inserção de temáticas contemporâneas no ensino de artes, a experiência pedagógica apresentada enfatiza que:
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