Planejar, enquanto processo, visa dar solução a uma questão, instituindo fins e meios que direcionem para sua resolução, de
modo a satisfazer os objetivos previstos, pensando e antevendo o futuro, mas levando em conta as condições presentes, as
experiências anteriores, os contextos e os pressupostos: cultural, filosófico, político e econômico.
Com Libâneo (2013), entendemos que o planejamento escolar é uma atividade que orienta a tomada de decisões da escola e
dos discentes, em relação ao processo ensino e aprendizagem, tendo em vista...
A Sociedade do Conhecimento Tecnológico, característica desse novo século, mudou os hábitos, modos de ser, agir e viver
da humanidade como um todo. As mudanças de paradigmas mexeram com a vida pessoal e social dos seres humanos,
redimensionando suas descobertas e desejos de realização, na atualidade.
O adulto, o jovem, a criança e o idoso mudaram as suas expectativas de vida e precisam satisfazê-las para serem felizes, ao
mesmo tempo em que têm que enfrentar as novas necessidades, que já chegaram, e as precisam ser criadas para melhorar a
qualidade de vida para si, o outro, os outros.
A instituição escolar tem que se transformar para acompanhar a evolução desses novos tempos, contribuindo para a
construção de novos conhecimentos e a preparação para a cidadania dos educandos.
Os jovens e as crianças parecem que já nasceram plugados aos novos aparelhos eletrônicos, mas nem sempre os professores
sabem abstrair e tirar proveito dessas tecnologias, para melhorar seu próprio desempenho didático.
Como relata Gadotti (apud Silva, 2002, p.32) para que o docente acompanhe “os avanços das novas linguagens tecnológicas,
precisam aprender a selecionar, avaliar, compilar, usar e processar as oportunidades para que transformem em um
conhecimento válido, relevante e necessário para o crescimento do ser humano...”
O Art. 26, da LDB Nº 9.394/96, estabelece “as diretrizes para os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do
ensino médio, devendo ser constituído por uma ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e
em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da
cultura, da economia e dos educandos. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)
No § 1º, desse art. 26, a lei aponta que os currículos a que se refere o caput devem abranger, o estudo da língua portuguesa e
da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.”
A Educação, enquanto processo de desenvolvimento humano, acontece através da aprendizagem de conceitos socialmente
elaborados, onde o indivíduo se transforma e é transformado, simultaneamente, no espaço social.
Assim sendo, a instituição escolar, dotada de condições humanas e materiais, se situa como a agência formadora,
comprometida com a transmissão e construção de novos conhecimentos, promovendo paralelamente a socialização do
homem para a vida e para o trabalho.
Para efetivar essa proposta, o art. 40, da LDB/96, estabelece que “A educação profissional será desenvolvida em articulação
com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada, em...
Dando concretude as ações previstas nas Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio integrado à Educação Profissional, O
Programa Brasil Profissionalizado foi criado, visando fortalecer as redes estaduais de educação profissional e tecnológica,
repassando recursos do governo federal para que os estados invistam em suas escolas técnicas.
Desde 2007, o programa possibilita a modernização e a expansão das redes públicas de Ensino Médio integrado à Educação
Profissional, com o objetivo de integrar o conhecimento do Ensino Médio à prática. Também já foi feito um convênio com o
MEC para estimular a implementação de ensino médio integrado à educação profissional nos estados.
Esse programa leva em consideração o desenvolvimento da educação básica na rede local de ensino e faz uma projeção dos
resultados para a melhoria da aprendizagem. Um diagnóstico do ensino médio contém a descrição dos trabalhos políticopedagógicos,
o orçamento detalhado e o cronograma das atividades.
O incremento de matrículas e os indicadores sociais da região, centralizam seu atendimento aos jovens entre...
Para Vasconcellos (2003), a problemática da avaliação não se restringe apenas a fazer um juízo de valor sobre a
produtividade do aluno. O autor aponta que a superação dos problemas oriundos da avaliação só acontecerá se abranger todo
o processo educacional e social. Portanto, a avaliação deve apontar para a mudança também em nível do sistema
educacional, frisando que existe a necessidade de se traçar uma Política Educacional séria, ampla e comprometida com os
interesses das classes populares, de forma gradual, voltada para a alteração das condições objetivas de trabalho.
Vasconcellos (2003) propõe para melhorar a situação da avaliação, que haja:
I. maior autonomia pedagógica e administrativa das escolas, de tal forma que os professores e diretores se sintam
responsáveis pelo desempenho dos alunos;
II. ampliação do controle burocrático e melhor remuneração dos profissionais da Educação;
III. mais escolas, mais vagas, classes menos numerosas, mais tempo na escola;
IV. diminuição da rotatividade dos professores, coordenadores, diretores;
V. mais verbas para a Educação; melhor aplicação dos recursos.
A avaliação da aprendizagem, para cumprir seu verdadeiro significado, necessita assumir a função de subsidiar a construção
da aprendizagem bem-sucedida. A prova não pode mais ser o único instrumento a ser valorado como de excelência nesse
processo de avaliação, pois, por mais bem elaboradas que estejam não nos possibilitarão saber se os discentes são
competentes para relacionar e usar os conceitos em outras situações determinadas.
A mera quantificação dos conteúdos, aferidos num instrumento de medida, denominado prova, não contribuirá com os dados
suficientes sobre o grau de aprendizagem e as dificuldades de compreensão que cada discente tem, evidenciando as pistas
sobre o tipo de ajuda que o professor deverá proporcionar.
As atividades, que podem garantir um melhor conhecimento do que cada aluno compreende, implicam a observação do uso
de cada um dos conceitos em diversas situações e nos casos em que os educandos os utilizem em suas explicações
espontâneas.
A oferta de diferentes instrumentos de avaliação, tais como: os trabalhos de equipe, debates, exposições e, sobretudo
diálogos será a melhor forma de colher as informações sobre a apropriação dos conceitos, se constituindo no meio mais
adequado para poder...
Emoção é a resposta instintiva que temos, quando passamos pelas diversas situações de vida. Sem ela, as pessoas não
percebem o significado nos acontecimentos. As emoções muitas vezes influenciam as pessoas em suas decisões e isso
significa que esta se mantém positivamente ativa já que colabora com o amplo e global crescimento do indivíduo. A
inteligência pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair ideias,
compreender ideias e linguagens e aprender.
Para Antunes (2010), Inteligência Emocional é a capacidade de identificar nossos próprios sentimentos e o dos outros, de
motivar a nós mesmos e de gerenciar bem as emoções dentro de nós e em nossos relacionamentos.
A inteligência emocional é um tipo de inteligência que envolve as emoções voltadas em prol de si mesmo. Para que um
indivíduo tenha um bom desempenho ele necessita da inteligência intelectual, flexibilidade mental, objetivos traçados,
equilíbrio emocional e determinação... I. adquirindo a capacidade de se autoconhecer;
II. lidar com os sentimentos, controlando-os;
III. administrando as emoções;
IV. levando-as a serem influenciadas pelos conteúdos;
V. relacionando-se e observando o emocional de outras pessoas.
Na atualidade, o desafio posto a todos os educadores se centra em examinar a prática pedagógica de inclusão, procurando
identificar as barreiras existentes, que muitas vezes dificultam o desenvolvimento pleno do processo ensino/aprendizagem.
Na maioria das vezes, a irrelevância do processo de avaliação dos alunos com necessidades especiais, acaba sendo justificado
nas características do aprendiz, em suas condições orgânicas e psicossociais, acabando por considerá-las como os únicos
obstáculos responsáveis pelo insucesso do discente nas escolas.
As instituições e organizações sociais precisam formular objetivos, ter um plano de ação, meios para sua execução e critérios
de avaliação da qualidade do trabalho que contribuam para a superação efetiva. Sem um bom planejamento, seja de gestão,
coordenação, docência etc. as atividades correrão ao sabor das circunstâncias, as ações serão improvisada e os resultados não
serão avaliados.Esses fatos exigem que todos os que compõem o universo da escola reconheçam os direitos à acessibilidade (em seu mais
amplo sentido), traduzindo os ditames das leis de inclusão (legislativos, normativos ou de outros teores) em práticas que
beneficiem essas superações, embora não signifique, necessariamente, que serão concretizados em ações que
As novas tecnologias que chegaram às sociedades de todo o mundo, desde o final de milênio passado, são provas bastante
cabais da capacidade do homem de construir conhecimentos complexos, rompendo com as questões que envolvem a relação
espaço/tempo, criando possibilidades de aproximações simultâneas e, exigindo uma nova postura frente à apropriação dessas
máquinas avassaladoras e as relações humanas.
As novas tecnologias da informação e comunicação (TIC) chegam às escolas, evidenciando novos desafios e problemas a
serem enfrentados ao incorporá-las a suas práticas pedagógicas cotidianas. Para compreendê-las e superá-las é fundamental
reconhecer as potencialidades das tecnologias disponíveis e a realidade na qual a escolar se encontra inserida, identificando
as características do trabalho pedagógico que nela se realiza, nos papéis representativos de seus corpos docente e discente,
bem como o de sua comunidade interna e externa.
Para o MEC (2014), “o grande desafio da escola é reconhecer a diversidade como parte inseparável da identidade nacional e
dar a conhecer a riqueza representada por essa diversidade etnocultural, que compõe o patrimônio sociocultural brasileiro,
investindo na superação de...”