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Foram encontradas 39 questões.

O Regime Jurídico dos Cargos do Plano de Carreiras de que trata a lei nº. 11.091, de 2005, é o instituído pela
 

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1366706 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Uma cisterna paralelepipédica de concreto armado com as dimensões de 3,00m×6,00m×1,50m (largura×comprimento×altura) está enterrada, coincidindo o nível do terreno com o nível da face externa da laje superior da cisterna. Considerando-se que a escavação, ao ser executada, necessitou de 40cm para cada lado e de 10cm no fundo, para facilitar a construção, a alternativa que corresponde ao volume de terra que foi retirado, sabendo-se que a taxa de empolamento foi de 20%, é
 

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1366281 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
Para que e a quem serve o acordo ortográfico?
Belmiro Valverde Jobim !$ Castor^1 !$
Pensei bastante, perguntei a muitas pessoas, li os argumentos pró e contra e cada vez me convenço mais: o acordo de unificação ortográfica que entrou em vigor no dia 1º só tem desvantagens, cria problemas sem “descriar” nenhum dos já existentes e servirá apenas para infernizar a vida dos que tentam escrever em português decentemente inteligível e de todos os que, involuntariamente, tiverem de se submeter à nova ortografia.
De cara, chama a atenção o fato da matriz da língua portuguesa, Portugal, não referendar o acordo e, pelo jeito, não pretender fazê-lo tão cedo. Estaria receoso do “abrasileiramento” da última flor do Lácio, inculta e bela? Aliás, não é novidade que os portugueses não acreditem que falemos português. Uma vez, estava com minha mulher em uma loja de Lisboa e conversávamos enquanto esperávamos o pacote. A vendedora, cheia de divertida surpresa comentou: “estou a entender tudo o que estão a dizer! Afinal, o brasileiro se parece muitíssimo com o português!”
Um dos argumentos (raros) que encontrei a favor do acordo era de que a unificação contribuiria para o prestígio internacional da língua. Mas, oh pah!, a língua de maior prestígio internacional não é o inglês, que não obedece a regras uniformes nem – muito menos – é pronunciada da mesma forma? Outro é que a nova ortografia simplifica a escrita, o que me parece duvidoso. Ao longo de minha vida profissional, li muito sobre subdesenvolvidos e também sobre sub-desenvolvidos, sobrecarga e sobre-carga, autodeterminação e auto-determinação e nunca tive qualquer dificuldade para entender que eram as mesmas coisas, escritas de maneira diversa. Agora, para escrever o português correto, devo me lembrar de investigar se as palavras componentes guardam ou não a “noção de composição”, de verificar se a segunda palavra começa com as letras h, r ou s ou ainda com vogal diferente da que encerra a primeira palavra. Isso, é claro, depois de me assegurar que – neste último caso – a letra r vem (ou não) do prefixo e o segundo elemento também começa com a mesma consoante. Elementar, meu caro Watson.
Vejo no acordo de unificação uma mistura de preciosismo formalista com avidez comercial. O velho formalismo que está presente em tudo ou quase tudo que acontece aqui na terrinha venceu de novo. Milhares de professores estão tendo de passar por reciclagens ou terão de fazê-lo nos próximos meses para ensinar o “novo” português; isso em um país que – como demonstram sistematicamente as provas de avaliação do INEP – não foi sequer capaz de ensinar aos alunos das escolas brasileiras as regras da “velha” ortografia, que vigiram durante quase quatro décadas, desde dezembro de 1971.
O interesse comercial é óbvio: como a grafia terá de ser adaptada em até três anos, é inevitável que todos os dicionários e livros-texto sejam adaptados às novas regras e o MEC já anuncia que, a partir de 2010, suas compras de livros didáticos exigirão o respeito ao acordo. Centenas de milhões de livros já editados não poderão mais ser reaproveitados (ou re-aproveitados?) para não termos alunos da mesma geração escolar, escrevendo a língua oficial de mais de uma maneira. Um mercado de fazer salivar editores e livreiros.
Como a Gazeta do Povo já anunciou que a partir de agora valem as novas regras, desde já espero a ajuda dos atentos revisores para quando meus cansados neurônios não se lembrarem de suprimir o acento agudo em paroxítonas com ditongos abertos, sem fazer o mesmo nos ditongos das oxítonas.
Enquanto isso, os brasileiros do interior continuarão a ir nos domingos às !$ retretas^2 !$ para ouvir modinhas e encontrar namorados. Os portugueses também continuarão a frequentar as retretas, possivelmente com maior frequência do que os brasileiros do interior, e nem cogitarão procurar namoros nessas ocasiões. Estarão preocupados, isso sim, em acionar o autoclismo depois de usar a retreta. Falando “brasileiro” claro: em apertar a válvula de descarga depois de usar a privada.
(CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. Para que e a quem serve o acordo ortográfico? Disponível em: <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=845865&tit=Para-que-e-a-quem-serve-o-acordo-ortografico> Acesso em: 05/04/2009.)
1 Professor do Doutorado em Administração da PUCPR e membro da Academia Paranaense de Letras.
2 Retreta: 1. concerto popular de uma banda em praça pública; 2. latrina, privada.
Considerando-se o último parágrafo do texto, depreende-se que
 

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1365985 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Em uma certa obra, cada 150 litros de concreto consomem 25 litros de água com impermeabilizante cuja dosagem é feita na proporção volumétrica de uma parte de impermeabilizante para nove partes de água, perfazendo um total de dez partes de líquido. Para executar uma laje de piso retangular de 10 m x 20 m, com 15 cm de espessura, utilizando essa composição, o volume de impermeabilizante necessário, em litros, é de
 

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1365978 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Em conformidade com a Lei Federal nº 8.666/93, é dispensável a licitação para construção de novas obras de engenharia, desde que os valores dos contratos não ultrapassem R$
 

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1365560 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
Considerando o sistema operacional Windows XP na configuração padrão, analise os seguintes itens e assinale a alternativa correta.
I. Para capturar apenas a janela ativa exibida no monitor para a área de transferência, deve-se usar a combinação de teclas CTRL + PRINT SCREEN.
II. Na versão Starter Edition, os usuários podem executar até três programas por vez e três janelas simultaneamente, ficando um limite máximo de nove janelas em execução.
III. Para alterar a instalação dos componentes do Windows XP, deve-se acessar o painel de controle, em seguida acessar “Adicionar ou remover programas” e clicar em “Adicionar/remover componentes do Windows”.
 

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1365551 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Considere a figura abaixo para responder esta questão.
Enunciado 1365551-1
A viga contínua sobre três apoios e de inércia constante, representada na figura, com as medidas de vãos em metros, tem como momento fletor máximo
 

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1364863 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Um solo cujo limite de plasticidade é 24 e que tem índice de plasticidade igual a 12, possui limite de liquidez igual a
 

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1364354 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
O servidor que receber diárias e não se afastar da sede, por qualquer motivo, fica obrigado a restituí-las, no prazo de
 

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1364237 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
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Analise as afirmativas que seguem sobre os diversos tipos de situações possíveis e de fundações usuais para prédios residenciais.
I. As fundações em sapatas só podem ser utilizadas no caso de o nível d"água freático estar localizado a grande profundidade.
II. As fundações em tubulões podem ser indicadas diante da presença de camadas superficiais de solos moles ou compressíveis com pequena espessura assente sobre camadas resistentes.
III. As estacas do tipo Franki são indicadas no caso de terrenos de fundação arenosos, compactos, como forma de minimizar os efeitos das vibrações do terreno sobre construções vizinhas, antigas ou em mau estado de conservação, durante o processo de execução da fundação.
IV. As fundações em baldrame poderiam ser utilizadas em solos resistentes, como forma de distribuir para o terreno as cargas de pilares periféricos da construção.
V. Na possibilidade de utilização de fundação direta em solo compressível, a fundação em radier pode ser mais vantajosa que a em sapatas individuais, por minimizar os efeitos de recalques diferenciais entre elementos de fundação.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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