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Um controle hídrico rigoroso abrange não só os líquidos ingeridos por via oral e venosa como também os eliminados. Em relação a controle hídrico, é correto afirmar que
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Sabemos que vários fatores, sejam eles, locais ou gerais, podem interferir no processo de cicatrização das feridas. Assinale a alternativa correta quanto aos fatores intervenientes locais.
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O socorro básico ao adulto, ou ressuscitação cardiopulmonar básica ao adulto, é um conjunto de procedimentos de emergência que pode ser executado por profissionais da área de saúde ou por leigos treinados. Considere as afirmativas abaixo relativas à reanimação cardiopulmonar básica.
I. A abordagem inicial da vítima com provável parada cardiorespiratória deve ser a detecção de inconsciência, em seguida o socorrista deve solicitar ajuda e iniciar a sequência A (vias aéreas), B (ventilação) e C (circulação).
II. Na ausência de respiração, devem-se realizar imediatamente cinco compressões torácicas.
III. Os braços do socorrista devem permanecer estendidos durante a compressão torácica externa.
IV. As medicações utilizadas são a adrenalina e a atropina administrada via tubo endotraqueal.
Assinale a opção alternativa em que todas as afirmativas estão corretas.
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Processo utilizado para destruir bactérias vegetativas, fungos e vírus, no qual se utilizam soluções germicidas, como ácido peracético e glutaraldeído a 2%, denomina-se
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A função educativa da equipe de enfermagem é tornar o ser humano independente, capaz de
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Educação em crise?
Não! A educação escolar brasileira não está em crise – vou usar a expressão educação escolar, porque educação é algo que vai além da escola. A escola é um dos lugares onde a educação acontece. Dito isso, volto a reafirmar: a educação escolar brasileira não está passando por uma crise como tanto se escuta e se lê diariamente. Mas por que estou afirmando com tanta veemência que a educação não está em crise, se a maioria dos especialistas no assunto e, também, os comunicadores dizem o contrário?
A razão é simples e tem a ver com a palavra crise. Se fosse uma crise, já teria passado. Algo que se prolongue por muito tempo não pode ser chamado de crise. Crise é algo que se resolve dentro de um espaço de tempo não muito longo. Resumindo: crise é algo que sempre é passageiro.
O que está acontecendo com a educação escolar no Brasil vem de muito longe.
Vem dos tempos do Império. Tem a ver com a própria origem dos primeiros modelos de educação que foram implantados por essas Terras Brasilis. Assim, nossa situação de precariedade na educação escolar é decorrência do modelo, ou melhor, dos modelos que foram adotados desde sempre.
Vale ressaltar que isso que estou afirmando não é nenhuma novidade. Pelo menos para quem tem se preocupado, realmente, em estudar e tentar entender com seriedade e honestidade o que acontece com a sociedade brasileira em geral e com a educação escolar em particular. Senão, vejamos: o antropólogo e pensador Darcy Ribeiro (1922-1997) já dizia, nos idos da década de 70, que o Brasil padecia de uma doença crônica que era a tendência a copiar e a imitar os modelos, primeiro de além-mar e, depois, norte-americanos, ao invés de criar, de inventar as próprias alternativas para os seus problemas e dificuldades.
Se dermos um salto de quatro décadas, veremos que outro pensador, e esse um educador de ofício, Mario Sergio Cortella, tem reafirmado, em suas palestras e livros, que o grande problema da educação escolar brasileira não é de crise mas sim, do modelo ou modelos de educação escolar que temos adotado. Nossos modelos educacionais têm esquecido algo elementar: as crianças reais do país real em que vivemos: o Brasil. Um país onde cerca de 80% das crianças de periferia, que cursam o segundo ano do Ensino Fundamental, têm mais escolaridade que os pais. Isso não é crise. Isso é modelo falido desde sempre. Pergunto: será que não temos teorias demais, pedagogias demais, investigações demais, psicologias demais sobre educação escolar e, infelizmente, atitudes de menos?
VALDO BARCELOS| Professor da UFSM e escritor, Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa/4,41,2614367,12903>. Acesso em: 16 mar. 2012.(adaptado)
O que está acontecendo com a educação escolar no Brasil vem de muito longe. Vem dos tempos do Império. Tem a ver com a própria origem dos primeiros modelos de educação que foram implantados por essas Terras Brasilis.
O termo “tem a ver”, no trecho, pode ser substituído, sem alteração da estrutura e do sentido original do texto, por
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Educação em crise?
Não! A educação escolar brasileira não está em crise – vou usar a expressão educação escolar, porque educação é algo que vai além da escola. A escola é um dos lugares onde a educação acontece. Dito isso, volto a reafirmar: a educação escolar brasileira não está passando por uma crise como tanto se escuta e se lê diariamente. Mas por que estou afirmando com tanta veemência que a educação não está em crise, se a maioria dos especialistas no assunto e, também, os comunicadores dizem o contrário?
A razão é simples e tem a ver com a palavra crise. Se fosse uma crise, já teria passado. Algo que se prolongue por muito tempo não pode ser chamado de crise. Crise é algo que se resolve dentro de um espaço de tempo não muito longo. Resumindo: crise é algo que sempre é passageiro.
O que está acontecendo com a educação escolar no Brasil vem de muito longe.
Vem dos tempos do Império. Tem a ver com a própria origem dos primeiros modelos de educação que foram implantados por essas Terras Brasilis. Assim, nossa situação de precariedade na educação escolar é decorrência do modelo, ou melhor, dos modelos que foram adotados desde sempre.
Vale ressaltar que isso que estou afirmando não é nenhuma novidade. Pelo menos para quem tem se preocupado, realmente, em estudar e tentar entender com seriedade e honestidade o que acontece com a sociedade brasileira em geral e com a educação escolar em particular. Senão, vejamos: o antropólogo e pensador Darcy Ribeiro (1922-1997) já dizia, nos idos da década de 70, que o Brasil padecia de uma doença crônica que era a tendência a copiar e a imitar os modelos, primeiro de além-mar e, depois, norte-americanos, ao invés de criar, de inventar as próprias alternativas para os seus problemas e dificuldades.
Se dermos um salto de quatro décadas, veremos que outro pensador, e esse um educador de ofício, Mario Sergio Cortella, tem reafirmado, em suas palestras e livros, que o grande problema da educação escolar brasileira não é de crise mas sim, do modelo ou modelos de educação escolar que temos adotado. Nossos modelos educacionais têm esquecido algo elementar: as crianças reais do país real em que vivemos: o Brasil. Um país onde cerca de 80% das crianças de periferia, que cursam o segundo ano do Ensino Fundamental, têm mais escolaridade que os pais. Isso não é crise. Isso é modelo falido desde sempre. Pergunto: será que não temos teorias demais, pedagogias demais, investigações demais, psicologias demais sobre educação escolar e, infelizmente, atitudes de menos?
VALDO BARCELOS| Professor da UFSM e escritor, Disponível em:
<http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa/4,41,2614367,12903>. Acesso em: 16 mar. 2012.(adaptado)
O que está acontecendo com a educação escolar no Brasil vem de muito longe. Vem dos tempos do Império. Tem a ver com a própria origem dos primeiros modelos de educação que foram implantados por essas Terras Brasilis.
No trecho, a coesão dos dois últimos períodos em relação ao primeiro é estabelecida por meio
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Sabendo-se que 1 ml equivale a 20 gotas, e que 2000 ml de uma solução foram prescritos a um paciente para 24 horas, quantas gotas devem correr por minuto?
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Alguns sinais clínicos que antecedem um desmaio são
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A Estratégia Saúde da Família (ESF) representa uma concepção de atenção à saúde focada na família e na comunidade, criando-se condições que conduzem à construção de um novo modelo de atenção à saúde. A ESF desenvolve ações voltadas para
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