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Foram encontradas 45 questões.

2489354 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
De acordo com a 1ª Lei da Radioatividade (lei de Soddy), o átomo do elemento Urânio !$ ( _{92}U^{235}) !$ , ao emitir do seu núcleo uma partícula alfa (α), transforma-se num átomo de um outro elemento. O número atômico Z e o número de massa A do átomo do elemento químico formado quando o elemento Urânio emitir duas partículas alfa (α) são:
 

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2489252 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Para ter acesso ao Menu de Contexto do Windows 7, é necessário
 

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2488751 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
O item “Imprimir Conteúdo” da caixa de diálogo de Impressão do BrOffice Impress 3.2 permite ao usuário definir como será impresso os conteúdos de uma apresentação. A opção que permite ao usuário definir a quantidade de Slides por página e a Ordem de impressão (Horizontal ou Vertical) é
 

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2488650 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Lembranças da Fazenda
Rubem Braga
Na fazenda havia muitos patos. As patas sumiam, iam fazer seus ninhos numa ilha lá em cima. Quando os patinhos nasciam, elas desciam o rio à frente de suas pequenas esquadrilhas amarelas e aportavam gloriosas no terreiro da fazenda. Apareceu uma romã de vez com sinal de mordida de criança. Um menino foi acusado. Negou. A prima já moça pegou a romã, meteu na boca do menino, disse que os sinais dos dentes coincidiam. O menino continuou negando, fez má-criação, foi preso na despensa. Ficou chorando, batendo na porta como um desesperado para que o tirassem daquele lugar escuro. Ninguém o tirava. Então começou, em um acesso de raiva, a derrubar no chão sacos de milho e arroz. Estranharam que ele não estivesse mais batendo, e abriram a porta. Escapou com a violência de uma fera acuada que empreende uma surtida.
As primas da roça passavam no meio da boiada sem medo nenhum, mas os meninos da cidade ficavam olhando a cara dos bois e achavam que os bois estavam olhando para eles com más intenções. A linguagem crua das moças da roça sobre a reprodução dos animais os assustava.
Na outra fazenda havia um córrego perdido entre margens fofas de capim crescido. O menino foi tomar banho, voltou com cinco sanguessugas pegadas no corpo. Havia um carpinteiro chamado “seu” Roque e uma grande mó de pedra no moinho de fubá onde a água passava chorando. Quando 15 pararam o moinho, veio o silêncio pesado e grosso dos morros em volta e caiu sobre todas as coisas.
Gosto lento de descascar cana e chupar cana. A garapa escorrendo grossa de uma bica de lata da engenhoca. O café secando no terreiro de terra batida. Mulheres de panos na cabeça trabalhando na roça. O homem doente deitado gemendo no paiol de milho. Havia um pari, onde se ia toda manhã bem cedo pisar as pedras limosas na água tão fria, apanhar peixes.
A estrada onde se ia a cavalo, a estrada úmida aberta de pouco no seio escuro da mata. A lembrança do primo que caiu do cavalo, foi arrastado com um pé preso no estribo mexicano, a cabeça se arrebentando nas pedras.
Defronte da fazenda havia uma pedra grande, imensa, escura, onde de tarde, no verão, se ajuntavam nuvens pretas e depois relampejava e trovoava e chovia com estrondo uma chuva grossa que acabava meia hora antes da hora de o sol descer, e então os meninos saíam da varanda da fazenda e iam correr no pasto molhado.
A travessia do ribeirão no lugar fundo que não dava pé, debaixo da ponte, a água escura e grossa, o medo de morrer. O jacaré pequeno que uma roda do carro de boi pegou. Os bois atravessando o rio a nado, o menino a cavalo confiante no seu cavalo nadador. As balsas lentas, as 30 canoas escuras e compridas, pássaros tontos com o peito na parede e morrendo, gaviões súbitos carregando pintos, a história da onça que veio até o porão.
E subir morro e descer morro com espingarda na mão, e a cobra vista de repente e os mosquitos de tarde e o bambual na beira do rio com rolinhas ciscando. Os bois curados com creolina, as vacas mugindo longe dos bezerros, o leite quentinho bebido de manhã, a terra vermelha dos barrancos, a terra preta onde se cava minhoca, a tempestade no milharal, o calor e a tonteira da primeira cachaça, e os pecados cometidos atrás do morro com tanta inocência animal.
E, de repente, uma paixão.
Junho, 1958.
(In: BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. p. 361-362.)
No trecho “O menino continuou negando, fez má-criação [...]”, a palavra em destaque é um
 

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2487862 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Rafa aplicou uma quantia de R$ 10.000,00, a juros simples, dividida em duas partes. A primeira parte foi aplicada a juros de 2,5% ao mês por um período de 8 meses e a segunda parte ela aplicou durante um ano a uma taxa de 3% ao mês. Se o total de juros recebido por Rafa nas duas aplicações foi de R$ 2.920,00, é correto afirmar que a razão entre a primeira parte aplicada e a segunda é de
 

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2487823 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
A figura a seguir mostra um bloco de massa “B”, em repouso, preso a um dinamômetro, instrumento amplamente utilizado em laboratório de física para determinar a massa de objetos.
Enunciado 2868339-1
Considere g= 10m/s2
Fonte: Funcern, 2014
Sabendo-se que o dinamômetro está graduado em Newton (N) e marca uma força de 4,5N, a massa do bloco B, em gramas (g), é de
 

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2487713 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Lembranças da Fazenda
Rubem Braga
Na fazenda havia muitos patos. As patas sumiam, iam fazer seus ninhos numa ilha lá em cima. Quando os patinhos nasciam, elas desciam o rio à frente de suas pequenas esquadrilhas amarelas e aportavam gloriosas no terreiro da fazenda. Apareceu uma romã de vez com sinal de mordida de criança. Um menino foi acusado. Negou. A prima já moça pegou a romã, meteu na boca do menino, disse que os sinais dos dentes coincidiam. O menino continuou negando, fez má-criação, foi preso na despensa. Ficou chorando, batendo na porta como um desesperado para que o tirassem daquele lugar escuro. Ninguém o tirava. Então começou, em um acesso de raiva, a derrubar no chão sacos de milho e arroz. Estranharam que ele não estivesse mais batendo, e abriram a porta. Escapou com a violência de uma fera acuada que empreende uma surtida.
As primas da roça passavam no meio da boiada sem medo nenhum, mas os meninos da cidade ficavam olhando a cara dos bois e achavam que os bois estavam olhando para eles com más intenções. A linguagem crua das moças da roça sobre a reprodução dos animais os assustava.
Na outra fazenda havia um córrego perdido entre margens fofas de capim crescido. O menino foi tomar banho, voltou com cinco sanguessugas pegadas no corpo. Havia um carpinteiro chamado “seu” Roque e uma grande mó de pedra no moinho de fubá onde a água passava chorando. Quando 15 pararam o moinho, veio o silêncio pesado e grosso dos morros em volta e caiu sobre todas as coisas.
Gosto lento de descascar cana e chupar cana. A garapa escorrendo grossa de uma bica de lata da engenhoca. O café secando no terreiro de terra batida. Mulheres de panos na cabeça trabalhando na roça. O homem doente deitado gemendo no paiol de milho. Havia um pari, onde se ia toda manhã bem cedo pisar as pedras limosas na água tão fria, apanhar peixes.
A estrada onde se ia a cavalo, a estrada úmida aberta de pouco no seio escuro da mata. A lembrança do primo que caiu do cavalo, foi arrastado com um pé preso no estribo mexicano, a cabeça se arrebentando nas pedras.
Defronte da fazenda havia uma pedra grande, imensa, escura, onde de tarde, no verão, se ajuntavam nuvens pretas e depois relampejava e trovoava e chovia com estrondo uma chuva grossa que acabava meia hora antes da hora de o sol descer, e então os meninos saíam da varanda da fazenda e iam correr no pasto molhado.
A travessia do ribeirão no lugar fundo que não dava pé, debaixo da ponte, a água escura e grossa, o medo de morrer. O jacaré pequeno que uma roda do carro de boi pegou. Os bois atravessando o rio a nado, o menino a cavalo confiante no seu cavalo nadador. As balsas lentas, as 30 canoas escuras e compridas, pássaros tontos com o peito na parede e morrendo, gaviões súbitos carregando pintos, a história da onça que veio até o porão.
E subir morro e descer morro com espingarda na mão, e a cobra vista de repente e os mosquitos de tarde e o bambual na beira do rio com rolinhas ciscando. Os bois curados com creolina, as vacas mugindo longe dos bezerros, o leite quentinho bebido de manhã, a terra vermelha dos barrancos, a terra preta onde se cava minhoca, a tempestade no milharal, o calor e a tonteira da primeira cachaça, e os pecados cometidos atrás do morro com tanta inocência animal.
E, de repente, uma paixão.
Junho, 1958.
(In: BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. p. 361-362.)
Em “[...] no verão, se ajuntavam nuvens pretas e depois relampejava e trovoava e chovia [...]” , sobre os verbos em destaque é correto afirmar que as noções por eles expressas
 

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2486864 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
A figura a seguir representa uma experiência usando-se uma lupa. Estão representados: o olho do observador, a lupa e seu foco F, o objeto experimental e a projeção de sua respectiva imagem.
Enunciado 2844583-1
Sobre essa experiência, é correto afirmar que
 

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2486628 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
No ambiente laboratorial, diversos materiais são empregados para a realização dos procedimentos práticos experimentais. São exemplos de vidrarias de precisão:
 

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2485039 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN
Lembranças da Fazenda
Rubem Braga
Na fazenda havia muitos patos. As patas sumiam, iam fazer seus ninhos numa ilha lá em cima. Quando os patinhos nasciam, elas desciam o rio à frente de suas pequenas esquadrilhas amarelas e aportavam gloriosas no terreiro da fazenda. Apareceu uma romã de vez com sinal de mordida de criança. Um menino foi acusado. Negou. A prima já moça pegou a romã, meteu na boca do menino, disse que os sinais dos dentes coincidiam. O menino continuou negando, fez má-criação, foi preso na despensa. Ficou chorando, batendo na porta como um desesperado para que o tirassem daquele lugar escuro. Ninguém o tirava. Então começou, em um acesso de raiva, a derrubar no chão sacos de milho e arroz. Estranharam que ele não estivesse mais batendo, e abriram a porta. Escapou com a violência de uma fera acuada que empreende uma surtida.
As primas da roça passavam no meio da boiada sem medo nenhum, mas os meninos da cidade ficavam olhando a cara dos bois e achavam que os bois estavam olhando para eles com más intenções. A linguagem crua das moças da roça sobre a reprodução dos animais os assustava.
Na outra fazenda havia um córrego perdido entre margens fofas de capim crescido. O menino foi tomar banho, voltou com cinco sanguessugas pegadas no corpo. Havia um carpinteiro chamado “seu” Roque e uma grande mó de pedra no moinho de fubá onde a água passava chorando. Quando 15 pararam o moinho, veio o silêncio pesado e grosso dos morros em volta e caiu sobre todas as coisas.
Gosto lento de descascar cana e chupar cana. A garapa escorrendo grossa de uma bica de lata da engenhoca. O café secando no terreiro de terra batida. Mulheres de panos na cabeça trabalhando na roça. O homem doente deitado gemendo no paiol de milho. Havia um pari, onde se ia toda manhã bem cedo pisar as pedras limosas na água tão fria, apanhar peixes.
A estrada onde se ia a cavalo, a estrada úmida aberta de pouco no seio escuro da mata. A lembrança do primo que caiu do cavalo, foi arrastado com um pé preso no estribo mexicano, a cabeça se arrebentando nas pedras.
Defronte da fazenda havia uma pedra grande, imensa, escura, onde de tarde, no verão, se ajuntavam nuvens pretas e depois relampejava e trovoava e chovia com estrondo uma chuva grossa que acabava meia hora antes da hora de o sol descer, e então os meninos saíam da varanda da fazenda e iam correr no pasto molhado.
A travessia do ribeirão no lugar fundo que não dava pé, debaixo da ponte, a água escura e grossa, o medo de morrer. O jacaré pequeno que uma roda do carro de boi pegou. Os bois atravessando o rio a nado, o menino a cavalo confiante no seu cavalo nadador. As balsas lentas, as 30 canoas escuras e compridas, pássaros tontos com o peito na parede e morrendo, gaviões súbitos carregando pintos, a história da onça que veio até o porão.
E subir morro e descer morro com espingarda na mão, e a cobra vista de repente e os mosquitos de tarde e o bambual na beira do rio com rolinhas ciscando. Os bois curados com creolina, as vacas mugindo longe dos bezerros, o leite quentinho bebido de manhã, a terra vermelha dos barrancos, a terra preta onde se cava minhoca, a tempestade no milharal, o calor e a tonteira da primeira cachaça, e os pecados cometidos atrás do morro com tanta inocência animal.
E, de repente, uma paixão.
Junho, 1958.
(In: BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2013. p. 361-362.)
Sobre a linguagem do texto, é correto afirmar que
 

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