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Textos
Texto I
Brasil teve 5 ataques com mortes, em escolas, no período de 2022 a 2023
5.abr.2023 (quarta-feira) - 15h49
atualizado: 6.abr.2023 (quinta-feira) - 13h50
Ao todo, 39 pessoas foram assassinadas em atentados em instituições de ensino brasileiras desde 2011, sendo 7 casos somente no último ano.
O Brasil teve 5 ataques com mortes em escolas, no período de 2022 a 2023. Todavia, ao todo, 39 pessoas foram assassinadas em atentados, em instituições de ensino, desde 2011, sendo 7 somente no último ano. Foram 9 atentados realizados desde 2011 em unidades de ensino em todo o país. Ao longo do último ano, a frequência de ataques a escolas cresceu no Brasil, com 5 casos fatais registrados desde setembro de 2022 até abril de 2023. Considerando os acontecimentos dos últimos 12 anos, pelo menos 37 pessoas morreram em atentados em instituições brasileiras, segundo levantamento realizado pelo Poder360. Ao todo, foram 11 atentados realizados desde 2011, em unidades de ensino, em todo o país, sendo o massacre de Realengo (RJ) o mais fatal com 12 mortes. O ataque mais recente foi realizado em uma creche, na cidade de Blumenau/SC, nesta quarta-feira, 05 de abril de 2023, quando 4 crianças morreram durante o atentado.
Para o levantamento apresentado a seguir, o Poder360 considerou somente os ataques com vítimas fatais. Outras ocorrências não foram aqui contabilizadas.
Relembre outros casos que vitimaram estudantes, professores e funcionários de escolas:

Blumenau (SC) - Um ataque à creche Bom Pastor, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, provocou a morte de 4 crianças na manhã desta quarta-feira (05/04/2023), em Santa Catarina. Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina informou que um homem de 25 anos invadiu o local e atacou as crianças. Logo depois do crime, o suspeito se entregou no 10º Batalhão da Polícia Militar, onde foi preso e encaminhado para a Polícia Civil. Além das 4 mortes, outras 5 crianças ficaram feridas. No local do crime, agora, estão viaturas policiais e ambulâncias.
São Paulo (SP) - Em 27 de março, um adolescente de 13 anos esfaqueou 4 professores e 2 alunos na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona sul de São Paulo. A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Além dela, outros 3 professores e um estudante receberam atendimento hospitalar.
Aracruz (ES) - Em 25 novembro de 2022, em Aracruz (ES), um atirador de 16 anos matou 3 pessoas durante 2 ataques consecutivos. O assassino invadiu uma escola estadual e fez vários disparos com uma pistola, acertando duas professoras. Em seguida, invadiu uma instituição privada. Na unidade, uma aluna foi morta. Dias depois do crime, outra professora baleada morreu depois de ficar internada.
Sobral (CE) - Em 5 de outubro de 2022, um adolescente de 15 anos atirou com uma arma em 3 jovens de uma escola pública em Sobral (CE). Um dos estudantes atingidos morreu.
Barreiras (BA) - Na Bahia, outro ataque escolar foi registrado em Barreiras, 9 dias antes do crime em Sobral. Em 26 de setembro de 2022, um aluno de 15 anos invadiu a escola cívico-militar que frequentava na cidade e matou uma jovem cadeirante com um revólver que pegou do pai. Horas antes, o assassino publicou em suas redes sociais sobre o atentado.
Saudades (SC) - No município de Saudades (SC), Fabiano Kipper Mai, de 19 anos, invadiu uma escola infantil, em 4 de maio de 2021, e deixou 5 mortos: 3 crianças e duas funcionárias da unidade. O assassino atacou as vítimas a facadas. Depois do crime, ele tentou cometer suicídio dando golpes no próprio corpo. Atualmente, Fabiano aguarda agendamento de julgamento por júri popular.
Alexânia (GO) - Em 6 de novembro de 2011, Misael Pereira Olair, então com 19 anos, entrou no Colégio Estadual 13 de Maio e matou a aluna Raphaella Noviski Romano, de 16 anos, com 11 tiros. De acordo com a investigação, Misael, que havia estudado na escola, assassinou a menor de idade depois de ter sido rejeitado por ela.
Suzano (SP) - Em 13 de maio de 2019, um tiroteio na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), deixou 8 mortos, além dos 2 atiradores. Os autores do crime foram Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Henrique de Castro, de 25 anos, que se mataram ainda na cena do crime. Os 2 eram ex-alunos do colégio. Eles atingiram 7 pessoas dentro da escola, sendo 5 alunos e duas funcionárias, além disso, os assassinos mataram um homem, dono de uma locadora, localizada próxima à escola.
Goiânia (GO) - Em 20 de outubro de 2017, um adolescente de 14 anos, aluno do 8º ano do Colégio Goyazes e filho de policiais militares, levou para a escola a pistola calibre 40 da mãe e disparou contra os colegas. Dois estudantes foram mortos e outros 4 ficaram feridos. Segundo colegas, o assassino sofria bullying. O estudante foi apreendido.
São Caetano do Sul (SP) - Em 22 de setembro de 2011, um aluno de 10 anos entrou armado na escola e atirou contra uma professora que morreu. Na sequência, o atirador se matou.
Realengo (RJ) - Em 7 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou 12 adolescentes de 13 a 16 anos em ataque a tiros na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. Outras 12 pessoas ficaram feridas. Wellington se matou em seguida, com um tiro na cabeça. O atirador era ex-aluno da escola. Deixou uma carta em que afirmava que sofreu bullying quando estudava na instituição.
https://www.poder360.com.br/brasil/brasil-teve-5-ataques-com-mortes-em-escolas-em-2022-e-2023/ Acesso em: 10 abr. 2023. (Texto adaptado para fins pedagógicos)
Texto II

Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=ataques+%C3%A0+escola+imagem+charge&sxsrf=. Acesso em: 10 abr. 2023.
Texto III
Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças
(Carlos Drummond de Andrade)
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês
pudessem ir formando corretamente os
conceitos matemáticos, os conceitos de
números, as operações... pedrinhas... só
porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem
brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Disponível em: http://www.emdialogo.uff.br/content/para-sara-raquel-lia-e-para-todas-criancas. Acesso em: 10 abr. 2023.
É comum aos 3 textos acima
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Texto
Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças
(Carlos Drummond de Andrade)
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês
pudessem ir formando corretamente os
conceitos matemáticos, os conceitos de
números, as operações... pedrinhas... só
porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem
brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Disponível em: http://www.emdialogo.uff.br/content/para-sara-raquel-lia-e-para-todas-criancas. Acesso em: 10 abr. 2023.
A intenção comunicativa predominante no texto é
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Texto
Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças
(Carlos Drummond de Andrade)
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês
pudessem ir formando corretamente os
conceitos matemáticos, os conceitos de
números, as operações... pedrinhas... só
porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem
brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Disponível em: http://www.emdialogo.uff.br/content/para-sara-raquel-lia-e-para-todas-criancas. Acesso em: 10 abr. 2023.
Do ponto de vista estético, o texto pertence ao movimento
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Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças
(Carlos Drummond de Andrade)
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês
pudessem ir formando corretamente os
conceitos matemáticos, os conceitos de
números, as operações... pedrinhas... só
porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem
brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Disponível em: http://www.emdialogo.uff.br/content/para-sara-raquel-lia-e-para-todas-criancas. Acesso em: 10 abr. 2023.
No texto, estão presentes
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Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças
(Carlos Drummond de Andrade)
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês
pudessem ir formando corretamente os
conceitos matemáticos, os conceitos de
números, as operações... pedrinhas... só
porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem
brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Disponível em: http://www.emdialogo.uff.br/content/para-sara-raquel-lia-e-para-todas-criancas. Acesso em: 10 abr. 2023.
O texto se desenvolve a partir de
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Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças
(Carlos Drummond de Andrade)
Eu queria uma escola que cultivasse
a curiosidade de aprender
que é em vocês natural.
Eu queria uma escola que educasse
seu corpo e seus movimentos:
que possibilitasse seu crescimento
físico e sadio. Normal
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a natureza,
o ar, a matéria, as plantas, os animais,
seu próprio corpo. Deus.
Mas que ensinasse primeiro pela
observação, pela descoberta,
pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse
não só o conhecer, como também
a aceitar, a amar e preservar.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira
viva e atraente.
Eu queria uma escola que lhes
ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e a se expressarem
com clareza.
Eu queria uma escola que lhes
ensinassem a pensar, a raciocinar,
a procurar soluções.
Eu queria uma escola que desde cedo
usasse materiais concretos para que vocês
pudessem ir formando corretamente os
conceitos matemáticos, os conceitos de
números, as operações... pedrinhas... só
porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem
brincando...
Oh! meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola
em que tenham que copiar pontos.
Deus que livre vocês de decorar
sem entender, nomes, datas, fatos...
Deus que livre vocês de aceitarem
conhecimentos "prontos",
mediocremente embalados
nos livros didáticos descartáveis.
Deus que livre vocês de ficarem
passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...
Eu também queria uma escola
que ensinasse a conviver, a
cooperar,
a respeitar, a esperar, a saber viver
em comunidade, em união.
Que vocês aprendessem
a transformar e criar.
Que lhes desse múltiplos meios de
vocês expressarem cada
sentimento,
cada drama, cada emoção.
Ah! E antes que eu me esqueça:
Deus que livre vocês
de um professor incompetente.
Disponível em: http://www.emdialogo.uff.br/content/para-sara-raquel-lia-e-para-todas-criancas. Acesso em: 10 abr. 2023.
A leitura do texto, permite afirmar que a escola
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Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=ataques+%C3%A0+escola+imagem+charge&sxsrf=. Acesso em: 10 abr. 2023.
A intenção comunicativa predominante no texto acima é
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Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=ataques+%C3%A0+escola+imagem+charge&sxsrf=. Acesso em: 10 abr. 2023.
Os sentidos do texto acima são construídos a partir de uma
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Texto
Brasil teve 5 ataques com mortes, em escolas, no período de 2022 a 2023
5.abr.2023 (quarta-feira) - 15h49
atualizado: 6.abr.2023 (quinta-feira) - 13h50
Ao todo, 39 pessoas foram assassinadas em atentados em instituições de ensino brasileiras desde 2011, sendo 7 casos somente no último ano.
O Brasil teve 5 ataques com mortes em escolas, no período de 2022 a 2023. Todavia, ao todo, 39 pessoas foram assassinadas em atentados, em instituições de ensino, desde 2011, sendo 7 somente no último ano. Foram 9 atentados realizados desde 2011 em unidades de ensino em todo o país. Ao longo do último ano, a frequência de ataques a escolas cresceu no Brasil, com 5 casos fatais registrados desde setembro de 2022 até abril de 2023. Considerando os acontecimentos dos últimos 12 anos, pelo menos 37 pessoas morreram em atentados em instituições brasileiras, segundo levantamento realizado pelo Poder360. Ao todo, foram 11 atentados realizados desde 2011, em unidades de ensino, em todo o país, sendo o massacre de Realengo (RJ) o mais fatal com 12 mortes. O ataque mais recente foi realizado em uma creche, na cidade de Blumenau/SC, nesta quarta-feira, 05 de abril de 2023, quando 4 crianças morreram durante o atentado.
Para o levantamento apresentado a seguir, o Poder360 considerou somente os ataques com vítimas fatais. Outras ocorrências não foram aqui contabilizadas.
Relembre outros casos que vitimaram estudantes, professores e funcionários de escolas:

Blumenau (SC) - Um ataque à creche Bom Pastor, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, provocou a morte de 4 crianças na manhã desta quarta-feira (05/04/2023), em Santa Catarina. Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina informou que um homem de 25 anos invadiu o local e atacou as crianças. Logo depois do crime, o suspeito se entregou no 10º Batalhão da Polícia Militar, onde foi preso e encaminhado para a Polícia Civil. Além das 4 mortes, outras 5 crianças ficaram feridas. No local do crime, agora, estão viaturas policiais e ambulâncias.
São Paulo (SP) - Em 27 de março, um adolescente de 13 anos esfaqueou 4 professores e 2 alunos na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona sul de São Paulo. A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Além dela, outros 3 professores e um estudante receberam atendimento hospitalar.
Aracruz (ES) - Em 25 novembro de 2022, em Aracruz (ES), um atirador de 16 anos matou 3 pessoas durante 2 ataques consecutivos. O assassino invadiu uma escola estadual e fez vários disparos com uma pistola, acertando duas professoras. Em seguida, invadiu uma instituição privada. Na unidade, uma aluna foi morta. Dias depois do crime, outra professora baleada morreu depois de ficar internada.
Sobral (CE) - Em 5 de outubro de 2022, um adolescente de 15 anos atirou com uma arma em 3 jovens de uma escola pública em Sobral (CE). Um dos estudantes atingidos morreu.
Barreiras (BA) - Na Bahia, outro ataque escolar foi registrado em Barreiras, 9 dias antes do crime em Sobral. Em 26 de setembro de 2022, um aluno de 15 anos invadiu a escola cívico-militar que frequentava na cidade e matou uma jovem cadeirante com um revólver que pegou do pai. Horas antes, o assassino publicou em suas redes sociais sobre o atentado.
Saudades (SC) - No município de Saudades (SC), Fabiano Kipper Mai, de 19 anos, invadiu uma escola infantil, em 4 de maio de 2021, e deixou 5 mortos: 3 crianças e duas funcionárias da unidade. O assassino atacou as vítimas a facadas. Depois do crime, ele tentou cometer suicídio dando golpes no próprio corpo. Atualmente, Fabiano aguarda agendamento de julgamento por júri popular.
Alexânia (GO) - Em 6 de novembro de 2011, Misael Pereira Olair, então com 19 anos, entrou no Colégio Estadual 13 de Maio e matou a aluna Raphaella Noviski Romano, de 16 anos, com 11 tiros. De acordo com a investigação, Misael, que havia estudado na escola, assassinou a menor de idade depois de ter sido rejeitado por ela.
Suzano (SP) - Em 13 de maio de 2019, um tiroteio na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), deixou 8 mortos, além dos 2 atiradores. Os autores do crime foram Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Henrique de Castro, de 25 anos, que se mataram ainda na cena do crime. Os 2 eram ex-alunos do colégio. Eles atingiram 7 pessoas dentro da escola, sendo 5 alunos e duas funcionárias, além disso, os assassinos mataram um homem, dono de uma locadora, localizada próxima à escola.
Goiânia (GO) - Em 20 de outubro de 2017, um adolescente de 14 anos, aluno do 8º ano do Colégio Goyazes e filho de policiais militares, levou para a escola a pistola calibre 40 da mãe e disparou contra os colegas. Dois estudantes foram mortos e outros 4 ficaram feridos. Segundo colegas, o assassino sofria bullying. O estudante foi apreendido.
São Caetano do Sul (SP) - Em 22 de setembro de 2011, um aluno de 10 anos entrou armado na escola e atirou contra uma professora que morreu. Na sequência, o atirador se matou.
Realengo (RJ) - Em 7 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou 12 adolescentes de 13 a 16 anos em ataque a tiros na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. Outras 12 pessoas ficaram feridas. Wellington se matou em seguida, com um tiro na cabeça. O atirador era ex-aluno da escola. Deixou uma carta em que afirmava que sofreu bullying quando estudava na instituição.
https://www.poder360.com.br/brasil/brasil-teve-5-ataques-com-mortes-em-escolas-em-2022-e-2023/ Acesso em: 10 abr. 2023. (Texto adaptado para fins pedagógicos)
Quanto à configuração do gênero, o texto é
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Texto
Brasil teve 5 ataques com mortes, em escolas, no período de 2022 a 2023
5.abr.2023 (quarta-feira) - 15h49
atualizado: 6.abr.2023 (quinta-feira) - 13h50
Ao todo, 39 pessoas foram assassinadas em atentados em instituições de ensino brasileiras desde 2011, sendo 7 casos somente no último ano.
O Brasil teve 5 ataques com mortes em escolas, no período de 2022 a 2023. Todavia, ao todo, 39 pessoas foram assassinadas em atentados, em instituições de ensino, desde 2011, sendo 7 somente no último ano. Foram 9 atentados realizados desde 2011 em unidades de ensino em todo o país. Ao longo do último ano, a frequência de ataques a escolas cresceu no Brasil, com 5 casos fatais registrados desde setembro de 2022 até abril de 2023. Considerando os acontecimentos dos últimos 12 anos, pelo menos 37 pessoas morreram em atentados em instituições brasileiras, segundo levantamento realizado pelo Poder360. Ao todo, foram 11 atentados realizados desde 2011, em unidades de ensino, em todo o país, sendo o massacre de Realengo (RJ) o mais fatal com 12 mortes. O ataque mais recente foi realizado em uma creche, na cidade de Blumenau/SC, nesta quarta-feira, 05 de abril de 2023, quando 4 crianças morreram durante o atentado.
Para o levantamento apresentado a seguir, o Poder360 considerou somente os ataques com vítimas fatais. Outras ocorrências não foram aqui contabilizadas.
Relembre outros casos que vitimaram estudantes, professores e funcionários de escolas:

Blumenau (SC) - Um ataque à creche Bom Pastor, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, provocou a morte de 4 crianças na manhã desta quarta-feira (05/04/2023), em Santa Catarina. Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina informou que um homem de 25 anos invadiu o local e atacou as crianças. Logo depois do crime, o suspeito se entregou no 10º Batalhão da Polícia Militar, onde foi preso e encaminhado para a Polícia Civil. Além das 4 mortes, outras 5 crianças ficaram feridas. No local do crime, agora, estão viaturas policiais e ambulâncias.
São Paulo (SP) - Em 27 de março, um adolescente de 13 anos esfaqueou 4 professores e 2 alunos na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona sul de São Paulo. A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Além dela, outros 3 professores e um estudante receberam atendimento hospitalar.
Aracruz (ES) - Em 25 novembro de 2022, em Aracruz (ES), um atirador de 16 anos matou 3 pessoas durante 2 ataques consecutivos. O assassino invadiu uma escola estadual e fez vários disparos com uma pistola, acertando duas professoras. Em seguida, invadiu uma instituição privada. Na unidade, uma aluna foi morta. Dias depois do crime, outra professora baleada morreu depois de ficar internada.
Sobral (CE) - Em 5 de outubro de 2022, um adolescente de 15 anos atirou com uma arma em 3 jovens de uma escola pública em Sobral (CE). Um dos estudantes atingidos morreu.
Barreiras (BA) - Na Bahia, outro ataque escolar foi registrado em Barreiras, 9 dias antes do crime em Sobral. Em 26 de setembro de 2022, um aluno de 15 anos invadiu a escola cívico-militar que frequentava na cidade e matou uma jovem cadeirante com um revólver que pegou do pai. Horas antes, o assassino publicou em suas redes sociais sobre o atentado.
Saudades (SC) - No município de Saudades (SC), Fabiano Kipper Mai, de 19 anos, invadiu uma escola infantil, em 4 de maio de 2021, e deixou 5 mortos: 3 crianças e duas funcionárias da unidade. O assassino atacou as vítimas a facadas. Depois do crime, ele tentou cometer suicídio dando golpes no próprio corpo. Atualmente, Fabiano aguarda agendamento de julgamento por júri popular.
Alexânia (GO) - Em 6 de novembro de 2011, Misael Pereira Olair, então com 19 anos, entrou no Colégio Estadual 13 de Maio e matou a aluna Raphaella Noviski Romano, de 16 anos, com 11 tiros. De acordo com a investigação, Misael, que havia estudado na escola, assassinou a menor de idade depois de ter sido rejeitado por ela.
Suzano (SP) - Em 13 de maio de 2019, um tiroteio na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), deixou 8 mortos, além dos 2 atiradores. Os autores do crime foram Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Henrique de Castro, de 25 anos, que se mataram ainda na cena do crime. Os 2 eram ex-alunos do colégio. Eles atingiram 7 pessoas dentro da escola, sendo 5 alunos e duas funcionárias, além disso, os assassinos mataram um homem, dono de uma locadora, localizada próxima à escola.
Goiânia (GO) - Em 20 de outubro de 2017, um adolescente de 14 anos, aluno do 8º ano do Colégio Goyazes e filho de policiais militares, levou para a escola a pistola calibre 40 da mãe e disparou contra os colegas. Dois estudantes foram mortos e outros 4 ficaram feridos. Segundo colegas, o assassino sofria bullying. O estudante foi apreendido.
São Caetano do Sul (SP) - Em 22 de setembro de 2011, um aluno de 10 anos entrou armado na escola e atirou contra uma professora que morreu. Na sequência, o atirador se matou.
Realengo (RJ) - Em 7 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou 12 adolescentes de 13 a 16 anos em ataque a tiros na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. Outras 12 pessoas ficaram feridas. Wellington se matou em seguida, com um tiro na cabeça. O atirador era ex-aluno da escola. Deixou uma carta em que afirmava que sofreu bullying quando estudava na instituição.
https://www.poder360.com.br/brasil/brasil-teve-5-ataques-com-mortes-em-escolas-em-2022-e-2023/ Acesso em: 10 abr. 2023. (Texto adaptado para fins pedagógicos)
Considere o trecho para responder à questão.
Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina informou que um homem de 25 anos invadiu o local e atacou as crianças. Logo depois do crime, o suspeito se entregou no 10º Batalhão da Polícia Militar, onde foi preso e encaminhado para a Polícia Civil. Além das 4 mortes, outras 5 crianças ficaram feridas. No local do crime, agora, estão viaturas policiais e ambulâncias.
O vocábulo ONDE refere-se à
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