Foram encontradas 40 questões.
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima enviou uma comissão de 19 pessoas, entre homens e mulheres, para o evento a Cúpula da Amazônia. O dobro do número de homens excede em 5 o número de mulheres. Dessa forma, a comissão foi composta por
Provas
Um estudo realizado por um engenheiro florestal identificou que para reflorestar uma certa área desmatada da Amazônia, seriam necessários 36 homens, trabalhando no mesmo ritmo durante 25 dias. Para realizar o mesmo trabalho, em apenas 20 dias, aplicando o mesmo ritmo de trabalho, seriam necessários um total de
Provas
O tamanho dos aparelhos de televisão, em geral, é dado em polegadas e corresponde à medida da diagonal da tela do aparelho. Uma polegada é equivalente a 2,5 cm. No Texto 2, é possível ver uma televisão de formato retangular, sobre uma mesa. Suponha que as dimensões dessa tela plana são 95 cm de largura e 53 cm de altura.
TEXTO 2

Disponível em: https://www.google.com/search?q=cupula+da+amazonia+&tbm=isch& ved=2ahUKEwjSrIGdhtGAAxVanpUCHQrW. Acesso em: 09 ago. 2023.
O tamanho da televisão, em polegadas, é mais próximo de
Provas
O tamanho dos aparelhos de televisão, em geral, é dado em polegadas e corresponde à medida da diagonal da tela do aparelho. Uma polegada é equivalente a 2,5 cm. No Texto 2, é possível ver uma televisão de formato retangular, sobre uma mesa. Suponha que as dimensões dessa tela plana são 95 cm de largura e 53 cm de altura.
TEXTO 2

Disponível em: https://www.google.com/search?q=cupula+da+amazonia+&tbm=isch& ved=2ahUKEwjSrIGdhtGAAxVanpUCHQrW. Acesso em: 09 ago. 2023.
A medida da diagonal da tela, dessa televisão, aproximadamente, é de
Provas
Considere o trecho para resolver as questões 25, 26 e 27.
O tamanho dos aparelhos de televisão, em geral, é dado em polegadas e corresponde à medida da diagonal da tela do aparelho. Uma polegada é equivalente a 2,5 cm. No Texto 2, é possível ver uma televisão de formato retangular, sobre uma mesa. Suponha que as dimensões dessa tela plana são 95 cm de largura e 53 cm de altura.
TEXTO 2

Disponível em: https://www.google.com/search?q=cupula+da+amazonia+&tbm=isch& ved=2ahUKEwjSrIGdhtGAAxVanpUCHQrW. Acesso em: 09 ago. 2023.
O valor da área, em cm2 , da tela dessa televisão é
Provas
TEXTO 1
O QUE É A CÚPULA DA AMAZÔNIA E QUAIS AS EXPECTATIVAS PARA O EVENTO NO PARÁ
Cúpula da Amazônia, em Belém, receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil.
Amazônia paraense (Leandro Fonseca/Exame) Marina Filippe Publicado em 3 de agosto de 2023 às, 07h00
Belém do Pará sedia, nos próximos dias 8 e 9, a Cúpula da Amazônia. O evento receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil. O objetivo desse evento é definir políticas e estratégias para o desenvolvimento sustentável da região. A Cúpula pode ser ainda uma prévia das discussões globais durante a COP30, prevista para 2025, visto que, em maio deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a intenção de realizar o evento em uma cidade da Amazônia Legal brasileira.
O que é a Cúpula da Amazônia
A Cúpula da Amazônia é um evento de dois dias na cidade de Belém, no Pará. Na ocasião, serão abordadas as políticas públicas da região amazônica e o fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia (OTCA). “Os temas amazônicos não podem ser resolvidos apenas por um país. Desde os anos 1970, quando se negociou o tratado, se reconheceu que é necessário haver articulação entre os oito países que detêm o bioma, sendo eles Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela”, diz Gisela Padovan, secretária de América Latina e Caribe no Ministério das Relações Exteriores.
Quem participa da Cúpula da Amazônia
A Cúpula deste mês será a quarta reunião dos presidentes dos países participantes do tratado. Isto é, a primeira desde 2009. Além dos oito países, foram convidados o Congo, a República Democrática do Congo e a Indonésia (países com florestas tropicais), São Vicente e Granadinas (país que ocupa a presidência da CELAC), a França (pela Guiana Francesa), a Alemanha e a Noruega (principais doadores do Fundo Amazônia), além do presidente da COP28 e de representantes de bancos de fomento, como BID, NBD (Banco dos Brics), entre outros. Espera-se também a participação da sociedade civil. Pensando nisso, organizações se uniram para a produção de um documento que aponta os principais temas a serem tratados para a preservação da Amazônia. “Mais de 60 organizações são signatárias da carta que aponta o que pode ser a contribuição da sociedade civil para a Cúpula da Amazônia a partir de temas prioritários como foco nas populações mais vulneráveis, a preservação do bioma e questão climática em si”, disse JP Amaral, gerente de meio ambiente e clima do Instituto Alana, em coletiva de imprensa da rede Observatório do Clima.
Qual a importância da Cúpula da Amazônia 2023
De acordo com o documento do Observatório do Clima, estudos recentes têm levantado a hipótese de o bioma amazônico entrar em colapso por conta do efeito combinado de desmatamento e mudança do clima. Isso poderia ocasionar um desmatamento em cerca de 25% da área da floresta. “A Amazônia tem mudado muito. Na região nordeste da floresta, por exemplo, o desmatamento chega a 40%. Isso significa um colapso climático que já chegou e pode piorar”, diz Luciana Gatti, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Em 2021, um grupo do INPE mostrou, após coletar nove anos de dados, que algumas regiões da Amazônia brasileira já emitem mais gás carbônico para a atmosfera do que capturam, revertendo o papel do ecossistema de sorvedouro para ao menos uma parte do carbono extra lançado pelos seres humanos no ar.
Apesar dos dados alarmantes, o presidente Lula considera a Cúpula como momento para a organização das políticas e fim do desmatamento. “O Brasil vai cumprir com aquilo que foi prometido, nós vamos chegar ao desmatamento zero em 2030, escrevam e guardem para me cobrar", disse em café da manhã com correspondentes da imprensa internacional. Além disso, um documento elaborado no evento deve ser apresentado na COP28, em dezembro, em Dubai.
Diálogos Amazônicos: programação
Além de palestras e eventos paralelos à Cúpula, nos dias 8 e 9, a cidade de Belém receberá outros eventos a partir da sexta-feira, 4 de agosto. A programação faz parte dos Diálogos Amazônicos, com cinco plenárias principais, quatro plenárias transversais e mais de 400 atividades organizadas por movimentos sociais, entidades e órgãos governamentais.
Cada uma das plenárias-síntese terá 7 expositores: 4 da sociedade civil e 3 governamentais, sendo pelo menos 1 brasileiro em cada categoria. As plenárias-síntese debaterão temas como participação social, erradicação do trabalho escravo, saúde, soberania, segurança alimentar e nutricional, ciência e tecnologia, transição energética, mudança do clima e a proteção aos povos indígenas e tradicionais da região.
É a partir dos debates desses encontros que serão produzidos os cinco relatórios que serão entregues aos presidentes que participarão da Cúpula da Amazônia, também em Belém, nos dias 8 e 9 de agosto. Os documentos serão entregues por cinco representantes da sociedade civil escolhidos entre os participantes dos Diálogos Amazônicos.
Já as plenárias transversais vão debater as situações de públicos específicos como as mulheres, os jovens e os negros na região amazônica. As três reuniões previstas na programação acontecerão no mesmo espaço das plenárias-síntese, no intervalo entre as duas reuniões principais que acontecerão nos dias 5 e 6 de agosto. As discussões dessas plenárias poderão ter trechos incluídos nos relatórios das plenárias-síntese. A programação completa dos Diálogos Amazônicos já está disponível no site do Governo Federal. A expectativa é de que, presencialmente, 10.000 pessoas participem das atividades.
Segundo o Texto 1, “[...]Cada uma das plenárias-síntese terá 7 expositores: 4 da sociedade civil e 3 governamentais, sendo pelo menos 1 brasileiro em cada categoria [...]”. Considerando uma plenária que tinha exatamente um brasileiro nos membros da sociedade civil e um nos membros governamentais, a razão entre o número de brasileiros e o número de estrangeiros nessa plenária foi de
Provas
TEXTO 1
O QUE É A CÚPULA DA AMAZÔNIA E QUAIS AS EXPECTATIVAS PARA O EVENTO NO PARÁ
Cúpula da Amazônia, em Belém, receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil.
Amazônia paraense (Leandro Fonseca/Exame) Marina Filippe Publicado em 3 de agosto de 2023 às, 07h00
Belém do Pará sedia, nos próximos dias 8 e 9, a Cúpula da Amazônia. O evento receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil. O objetivo desse evento é definir políticas e estratégias para o desenvolvimento sustentável da região. A Cúpula pode ser ainda uma prévia das discussões globais durante a COP30, prevista para 2025, visto que, em maio deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a intenção de realizar o evento em uma cidade da Amazônia Legal brasileira.
O que é a Cúpula da Amazônia
A Cúpula da Amazônia é um evento de dois dias na cidade de Belém, no Pará. Na ocasião, serão abordadas as políticas públicas da região amazônica e o fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia (OTCA). “Os temas amazônicos não podem ser resolvidos apenas por um país. Desde os anos 1970, quando se negociou o tratado, se reconheceu que é necessário haver articulação entre os oito países que detêm o bioma, sendo eles Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela”, diz Gisela Padovan, secretária de América Latina e Caribe no Ministério das Relações Exteriores.
Quem participa da Cúpula da Amazônia
A Cúpula deste mês será a quarta reunião dos presidentes dos países participantes do tratado. Isto é, a primeira desde 2009. Além dos oito países, foram convidados o Congo, a República Democrática do Congo e a Indonésia (países com florestas tropicais), São Vicente e Granadinas (país que ocupa a presidência da CELAC), a França (pela Guiana Francesa), a Alemanha e a Noruega (principais doadores do Fundo Amazônia), além do presidente da COP28 e de representantes de bancos de fomento, como BID, NBD (Banco dos Brics), entre outros. Espera-se também a participação da sociedade civil. Pensando nisso, organizações se uniram para a produção de um documento que aponta os principais temas a serem tratados para a preservação da Amazônia. “Mais de 60 organizações são signatárias da carta que aponta o que pode ser a contribuição da sociedade civil para a Cúpula da Amazônia a partir de temas prioritários como foco nas populações mais vulneráveis, a preservação do bioma e questão climática em si”, disse JP Amaral, gerente de meio ambiente e clima do Instituto Alana, em coletiva de imprensa da rede Observatório do Clima.
Qual a importância da Cúpula da Amazônia 2023
De acordo com o documento do Observatório do Clima, estudos recentes têm levantado a hipótese de o bioma amazônico entrar em colapso por conta do efeito combinado de desmatamento e mudança do clima. Isso poderia ocasionar um desmatamento em cerca de 25% da área da floresta. “A Amazônia tem mudado muito. Na região nordeste da floresta, por exemplo, o desmatamento chega a 40%. Isso significa um colapso climático que já chegou e pode piorar”, diz Luciana Gatti, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Em 2021, um grupo do INPE mostrou, após coletar nove anos de dados, que algumas regiões da Amazônia brasileira já emitem mais gás carbônico para a atmosfera do que capturam, revertendo o papel do ecossistema de sorvedouro para ao menos uma parte do carbono extra lançado pelos seres humanos no ar.
Apesar dos dados alarmantes, o presidente Lula considera a Cúpula como momento para a organização das políticas e fim do desmatamento. “O Brasil vai cumprir com aquilo que foi prometido, nós vamos chegar ao desmatamento zero em 2030, escrevam e guardem para me cobrar", disse em café da manhã com correspondentes da imprensa internacional. Além disso, um documento elaborado no evento deve ser apresentado na COP28, em dezembro, em Dubai.
Diálogos Amazônicos: programação
Além de palestras e eventos paralelos à Cúpula, nos dias 8 e 9, a cidade de Belém receberá outros eventos a partir da sexta-feira, 4 de agosto. A programação faz parte dos Diálogos Amazônicos, com cinco plenárias principais, quatro plenárias transversais e mais de 400 atividades organizadas por movimentos sociais, entidades e órgãos governamentais.
Cada uma das plenárias-síntese terá 7 expositores: 4 da sociedade civil e 3 governamentais, sendo pelo menos 1 brasileiro em cada categoria. As plenárias-síntese debaterão temas como participação social, erradicação do trabalho escravo, saúde, soberania, segurança alimentar e nutricional, ciência e tecnologia, transição energética, mudança do clima e a proteção aos povos indígenas e tradicionais da região.
É a partir dos debates desses encontros que serão produzidos os cinco relatórios que serão entregues aos presidentes que participarão da Cúpula da Amazônia, também em Belém, nos dias 8 e 9 de agosto. Os documentos serão entregues por cinco representantes da sociedade civil escolhidos entre os participantes dos Diálogos Amazônicos.
Já as plenárias transversais vão debater as situações de públicos específicos como as mulheres, os jovens e os negros na região amazônica. As três reuniões previstas na programação acontecerão no mesmo espaço das plenárias-síntese, no intervalo entre as duas reuniões principais que acontecerão nos dias 5 e 6 de agosto. As discussões dessas plenárias poderão ter trechos incluídos nos relatórios das plenárias-síntese. A programação completa dos Diálogos Amazônicos já está disponível no site do Governo Federal. A expectativa é de que, presencialmente, 10.000 pessoas participem das atividades.
De acordo com o Texto 1, a expectativa dos organizadores é que 10.000 pessoas participem, de forma presencial, da Cúpula da Amazônia. Uma representação desse número em forma de potência é de
Provas
TEXTO 1
O QUE É A CÚPULA DA AMAZÔNIA E QUAIS AS EXPECTATIVAS PARA O EVENTO NO PARÁ
Cúpula da Amazônia, em Belém, receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil.
Amazônia paraense (Leandro Fonseca/Exame) Marina Filippe Publicado em 3 de agosto de 2023 às, 07h00
Belém do Pará sedia, nos próximos dias 8 e 9, a Cúpula da Amazônia. O evento receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil. O objetivo desse evento é definir políticas e estratégias para o desenvolvimento sustentável da região. A Cúpula pode ser ainda uma prévia das discussões globais durante a COP30, prevista para 2025, visto que, em maio deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a intenção de realizar o evento em uma cidade da Amazônia Legal brasileira.
O que é a Cúpula da Amazônia
A Cúpula da Amazônia é um evento de dois dias na cidade de Belém, no Pará. Na ocasião, serão abordadas as políticas públicas da região amazônica e o fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia (OTCA). “Os temas amazônicos não podem ser resolvidos apenas por um país. Desde os anos 1970, quando se negociou o tratado, se reconheceu que é necessário haver articulação entre os oito países que detêm o bioma, sendo eles Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela”, diz Gisela Padovan, secretária de América Latina e Caribe no Ministério das Relações Exteriores.
Quem participa da Cúpula da Amazônia
A Cúpula deste mês será a quarta reunião dos presidentes dos países participantes do tratado. Isto é, a primeira desde 2009. Além dos oito países, foram convidados o Congo, a República Democrática do Congo e a Indonésia (países com florestas tropicais), São Vicente e Granadinas (país que ocupa a presidência da CELAC), a França (pela Guiana Francesa), a Alemanha e a Noruega (principais doadores do Fundo Amazônia), além do presidente da COP28 e de representantes de bancos de fomento, como BID, NBD (Banco dos Brics), entre outros. Espera-se também a participação da sociedade civil. Pensando nisso, organizações se uniram para a produção de um documento que aponta os principais temas a serem tratados para a preservação da Amazônia. “Mais de 60 organizações são signatárias da carta que aponta o que pode ser a contribuição da sociedade civil para a Cúpula da Amazônia a partir de temas prioritários como foco nas populações mais vulneráveis, a preservação do bioma e questão climática em si”, disse JP Amaral, gerente de meio ambiente e clima do Instituto Alana, em coletiva de imprensa da rede Observatório do Clima.
Qual a importância da Cúpula da Amazônia 2023
De acordo com o documento do Observatório do Clima, estudos recentes têm levantado a hipótese de o bioma amazônico entrar em colapso por conta do efeito combinado de desmatamento e mudança do clima. Isso poderia ocasionar um desmatamento em cerca de 25% da área da floresta. “A Amazônia tem mudado muito. Na região nordeste da floresta, por exemplo, o desmatamento chega a 40%. Isso significa um colapso climático que já chegou e pode piorar”, diz Luciana Gatti, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Em 2021, um grupo do INPE mostrou, após coletar nove anos de dados, que algumas regiões da Amazônia brasileira já emitem mais gás carbônico para a atmosfera do que capturam, revertendo o papel do ecossistema de sorvedouro para ao menos uma parte do carbono extra lançado pelos seres humanos no ar.
Apesar dos dados alarmantes, o presidente Lula considera a Cúpula como momento para a organização das políticas e fim do desmatamento. “O Brasil vai cumprir com aquilo que foi prometido, nós vamos chegar ao desmatamento zero em 2030, escrevam e guardem para me cobrar", disse em café da manhã com correspondentes da imprensa internacional. Além disso, um documento elaborado no evento deve ser apresentado na COP28, em dezembro, em Dubai.
Diálogos Amazônicos: programação
Além de palestras e eventos paralelos à Cúpula, nos dias 8 e 9, a cidade de Belém receberá outros eventos a partir da sexta-feira, 4 de agosto. A programação faz parte dos Diálogos Amazônicos, com cinco plenárias principais, quatro plenárias transversais e mais de 400 atividades organizadas por movimentos sociais, entidades e órgãos governamentais.
Cada uma das plenárias-síntese terá 7 expositores: 4 da sociedade civil e 3 governamentais, sendo pelo menos 1 brasileiro em cada categoria. As plenárias-síntese debaterão temas como participação social, erradicação do trabalho escravo, saúde, soberania, segurança alimentar e nutricional, ciência e tecnologia, transição energética, mudança do clima e a proteção aos povos indígenas e tradicionais da região.
É a partir dos debates desses encontros que serão produzidos os cinco relatórios que serão entregues aos presidentes que participarão da Cúpula da Amazônia, também em Belém, nos dias 8 e 9 de agosto. Os documentos serão entregues por cinco representantes da sociedade civil escolhidos entre os participantes dos Diálogos Amazônicos.
Já as plenárias transversais vão debater as situações de públicos específicos como as mulheres, os jovens e os negros na região amazônica. As três reuniões previstas na programação acontecerão no mesmo espaço das plenárias-síntese, no intervalo entre as duas reuniões principais que acontecerão nos dias 5 e 6 de agosto. As discussões dessas plenárias poderão ter trechos incluídos nos relatórios das plenárias-síntese. A programação completa dos Diálogos Amazônicos já está disponível no site do Governo Federal. A expectativa é de que, presencialmente, 10.000 pessoas participem das atividades.
Segundo o Texto 1, mais de 60 organizações são signatárias da carta que aponta o que pode ser a contribuição da sociedade civil para a Cúpula da Amazônia. Se o número exato de organizações é múltiplo de 6 e é divisível por um número primo maior que 10, esse número pode ser
Provas
De acordo com o Texto 1, a Cúpula da Amazônia receberá os presidentes dos seguintes países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Após a abertura do evento, foi realizado um sorteio, retirando um nome dentre esses países. A probabilidade do nome retirado, aleatoriamente, ser de um país cujo nome se inicia com a letra B foi de
Provas
TEXTO 1
O QUE É A CÚPULA DA AMAZÔNIA E QUAIS AS EXPECTATIVAS PARA O EVENTO NO PARÁ
Cúpula da Amazônia, em Belém, receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil.
Amazônia paraense (Leandro Fonseca/Exame) Marina Filippe Publicado em 3 de agosto de 2023 às, 07h00
Belém do Pará sedia, nos próximos dias 8 e 9, a Cúpula da Amazônia. O evento receberá chefes de estado dos oito países que possuem a floresta no seu território, além da sociedade civil. O objetivo desse evento é definir políticas e estratégias para o desenvolvimento sustentável da região. A Cúpula pode ser ainda uma prévia das discussões globais durante a COP30, prevista para 2025, visto que, em maio deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a intenção de realizar o evento em uma cidade da Amazônia Legal brasileira.
O que é a Cúpula da Amazônia
A Cúpula da Amazônia é um evento de dois dias na cidade de Belém, no Pará. Na ocasião, serão abordadas as políticas públicas da região amazônica e o fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação da Amazônia (OTCA). “Os temas amazônicos não podem ser resolvidos apenas por um país. Desde os anos 1970, quando se negociou o tratado, se reconheceu que é necessário haver articulação entre os oito países que detêm o bioma, sendo eles Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela”, diz Gisela Padovan, secretária de América Latina e Caribe no Ministério das Relações Exteriores.
Quem participa da Cúpula da Amazônia
A Cúpula deste mês será a quarta reunião dos presidentes dos países participantes do tratado. Isto é, a primeira desde 2009. Além dos oito países, foram convidados o Congo, a República Democrática do Congo e a Indonésia (países com florestas tropicais), São Vicente e Granadinas (país que ocupa a presidência da CELAC), a França (pela Guiana Francesa), a Alemanha e a Noruega (principais doadores do Fundo Amazônia), além do presidente da COP28 e de representantes de bancos de fomento, como BID, NBD (Banco dos Brics), entre outros. Espera-se também a participação da sociedade civil. Pensando nisso, organizações se uniram para a produção de um documento que aponta os principais temas a serem tratados para a preservação da Amazônia. “Mais de 60 organizações são signatárias da carta que aponta o que pode ser a contribuição da sociedade civil para a Cúpula da Amazônia a partir de temas prioritários como foco nas populações mais vulneráveis, a preservação do bioma e questão climática em si”, disse JP Amaral, gerente de meio ambiente e clima do Instituto Alana, em coletiva de imprensa da rede Observatório do Clima.
Qual a importância da Cúpula da Amazônia 2023
De acordo com o documento do Observatório do Clima, estudos recentes têm levantado a hipótese de o bioma amazônico entrar em colapso por conta do efeito combinado de desmatamento e mudança do clima. Isso poderia ocasionar um desmatamento em cerca de 25% da área da floresta. “A Amazônia tem mudado muito. Na região nordeste da floresta, por exemplo, o desmatamento chega a 40%. Isso significa um colapso climático que já chegou e pode piorar”, diz Luciana Gatti, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Em 2021, um grupo do INPE mostrou, após coletar nove anos de dados, que algumas regiões da Amazônia brasileira já emitem mais gás carbônico para a atmosfera do que capturam, revertendo o papel do ecossistema de sorvedouro para ao menos uma parte do carbono extra lançado pelos seres humanos no ar.
Apesar dos dados alarmantes, o presidente Lula considera a Cúpula como momento para a organização das políticas e fim do desmatamento. “O Brasil vai cumprir com aquilo que foi prometido, nós vamos chegar ao desmatamento zero em 2030, escrevam e guardem para me cobrar", disse em café da manhã com correspondentes da imprensa internacional. Além disso, um documento elaborado no evento deve ser apresentado na COP28, em dezembro, em Dubai.
Diálogos Amazônicos: programação
Além de palestras e eventos paralelos à Cúpula, nos dias 8 e 9, a cidade de Belém receberá outros eventos a partir da sexta-feira, 4 de agosto. A programação faz parte dos Diálogos Amazônicos, com cinco plenárias principais, quatro plenárias transversais e mais de 400 atividades organizadas por movimentos sociais, entidades e órgãos governamentais.
Cada uma das plenárias-síntese terá 7 expositores: 4 da sociedade civil e 3 governamentais, sendo pelo menos 1 brasileiro em cada categoria. As plenárias-síntese debaterão temas como participação social, erradicação do trabalho escravo, saúde, soberania, segurança alimentar e nutricional, ciência e tecnologia, transição energética, mudança do clima e a proteção aos povos indígenas e tradicionais da região.
É a partir dos debates desses encontros que serão produzidos os cinco relatórios que serão entregues aos presidentes que participarão da Cúpula da Amazônia, também em Belém, nos dias 8 e 9 de agosto. Os documentos serão entregues por cinco representantes da sociedade civil escolhidos entre os participantes dos Diálogos Amazônicos.
Já as plenárias transversais vão debater as situações de públicos específicos como as mulheres, os jovens e os negros na região amazônica. As três reuniões previstas na programação acontecerão no mesmo espaço das plenárias-síntese, no intervalo entre as duas reuniões principais que acontecerão nos dias 5 e 6 de agosto. As discussões dessas plenárias poderão ter trechos incluídos nos relatórios das plenárias-síntese. A programação completa dos Diálogos Amazônicos já está disponível no site do Governo Federal. A expectativa é de que, presencialmente, 10.000 pessoas participem das atividades.
TEXTO 2

Disponível em: https://www.google.com/search?q=cupula+da+amazonia+&tbm=isch& ved=2ahUKEwjSrIGdhtGAAxVanpUCHQrW. Acesso em: 09 ago. 2023.
TEXTO 3

Fonte: Sistema de Alerta de Desmatamento do Imazon (SAD) Disponível em: https://imazon.org.br/imprensa/amazonia-perdeu-quase-3-mil-campos-de-futebol-por-dia-de-floresta-em-2022-maior-desmatamentoem-15-anos. Acesso em: 09 ago. 2023.
Sobre os textos 1, 2 e 3, é correto afirmar que o
Provas
Caderno Container