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Responda à questão com base no Texto 1, fragmento de Como você toma decisões?, escrito por David Cohen, Martha Mendonça, Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer.
Texto 1
Como você toma decisões?
David Cohen, Martha Mendonça,
Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer
Foram três anos e meio de observações e testes, e no final a decisão mais surpreendente de Dunga foi não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul. “O emocional falou uma coisa, a razão fala outra”, disse o técnico. Dunga não está sozinho nesse dilema. Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos. De acordo com a pesquisa – feita a pedido da TV Globo, da mesma organização que 6 publica ÉPOCA, para o lançamento da novela Passione, que aborda o tema –, um terço da população age costumeiramente de forma emocional, ou intuitiva. Outro terço diz raciocinar mais friamente antes de tomar decisões.
A divisão da mente entre dois polos não é exatamente nova: foi exposta no século IV a.C. pelo filósofo grego Platão, no livro Fedro. Ele usou uma analogia baseada em tradições ainda mais antigas, provavelmente do Egito ou da Mesopotâmia. Segundo a versão de Platão, 12 nossa alma é como uma charrete com dois cavalos. O condutor seria a razão, e os cavalos as emoções. Um deles é obediente, representa nossos desejos mais “nobres”. Outro, rebelde, são nossos apetites. A difícil tarefa do condutor é controlar os dois cavalos para que a charrete, dotada de asas, voe até as alturas onde ficam os deuses.
Quase 2.500 anos depois, Platão foi atropelado pela charrete. Pesquisas e estudos em vários campos do conhecimento vêm destroçando sua analogia. De um lado, economistas e matemáticos dizem que as carroças de hoje não têm apenas dois cavalos, mas 100 ou 200, e a única esperança do cocheiro é guiar-se por instrumentos automatizados, como computadores e programas de análise. Um segundo grupo, da psicologia cognitiva, afirma que o condutor é caolho e não consegue enxergar boa parte da estrada. Os psicólogos oferecem mapas detalhados dos buracos no caminho. Há um terceiro grupo, dos evolucionistas, para quem o condutor deveria aprender a largar as rédeas: eles dizem que, no geral, os cavalos sabem muito bem para onde estão indo e o condutor, ao tentar freá-los, só faz tornar o caminho mais longo. Finalmente, o grupo mais recente, dos neurocientistas, diz que o cocheiro não passa de um cavalo disfarçado. Não há, segundo eles, possibilidade de razão sem emoção.
É por isso que a área de conhecimento denominada, com tanta pompa, de tomada de decisões é hoje um campo de batalha. Basta ver os lançamentos de livros mais recentes [...].
Revista Época, p.92, 17 maio 2010.
No penúltimo parágrafo, de um lado e finalmente são algumas das expressões usadas para
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Um rapaz de 16 anos vai ao consultório médico queixando-se de prurido e vermelhidão ocular bilateral de início há um dia. Relata também mialgia difusa, dor de garganta e coriza hialina há dois dias. Nega contato com outras pessoas doentes nas últimas semanas. Ao exame, apresenta secreção ocular moderada e hiperemia conjuntival difusa com edema leve. Para esse paciente a melhor conduta é usar colírio
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Em relação aos exames de diagnóstico de cólica renal por litíase, é correto afirmar:
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Um homem de 30 anos é levado ao pronto-socorro após ser encontrado por familiares chorando sozinho em casa. Ao exame apresentava ansiedade, sudorese, agitação, confusão mental, FC 140 bpm, PA 170x100 mmHg, pupilas midriáticas e temperatura de 39ºC. Supondo tratar se de intoxicação exógena, após monitorização cardíaca, a melhor conduta para esse paciente é:
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É considerada infração ética de acordo com o Código em vigor:
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Responda à questão com base no Texto 1, fragmento de Como você toma decisões?, escrito por David Cohen, Martha Mendonça, Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer.
Texto 1
Como você toma decisões?
David Cohen, Martha Mendonça,
Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer
Foram três anos e meio de observações e testes, e no final a decisão mais surpreendente de Dunga foi não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul. “O emocional falou uma coisa, a razão fala outra”, disse o técnico. Dunga não está sozinho nesse dilema. Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos. De acordo com a pesquisa – feita a pedido da TV Globo, da mesma organização que 6 publica ÉPOCA, para o lançamento da novela Passione, que aborda o tema –, um terço da população age costumeiramente de forma emocional, ou intuitiva. Outro terço diz raciocinar mais friamente antes de tomar decisões.
A divisão da mente entre dois polos não é exatamente nova: foi exposta no século IV a.C. pelo filósofo grego Platão, no livro Fedro. Ele usou uma analogia baseada em tradições ainda mais antigas, provavelmente do Egito ou da Mesopotâmia. Segundo a versão de Platão, 12 nossa alma é como uma charrete com dois cavalos. O condutor seria a razão, e os cavalos as emoções. Um deles é obediente, representa nossos desejos mais “nobres”. Outro, rebelde, são nossos apetites. A difícil tarefa do condutor é controlar os dois cavalos para que a charrete, dotada de asas, voe até as alturas onde ficam os deuses.
Quase 2.500 anos depois, Platão foi atropelado pela charrete. Pesquisas e estudos em vários campos do conhecimento vêm destroçando sua analogia. De um lado, economistas e matemáticos dizem que as carroças de hoje não têm apenas dois cavalos, mas 100 ou 200, e a única esperança do cocheiro é guiar-se por instrumentos automatizados, como computadores e programas de análise. Um segundo grupo, da psicologia cognitiva, afirma que o condutor é caolho e não consegue enxergar boa parte da estrada. Os psicólogos oferecem mapas detalhados dos buracos no caminho. Há um terceiro grupo, dos evolucionistas, para quem o condutor deveria aprender a largar as rédeas: eles dizem que, no geral, os cavalos sabem muito bem para onde estão indo e o condutor, ao tentar freá-los, só faz tornar o caminho mais longo. Finalmente, o grupo mais recente, dos neurocientistas, diz que o cocheiro não passa de um cavalo disfarçado. Não há, segundo eles, possibilidade de razão sem emoção.
É por isso que a área de conhecimento denominada, com tanta pompa, de tomada de decisões é hoje um campo de batalha. Basta ver os lançamentos de livros mais recentes [...].
Revista Época, p.92, 17 maio 2010.
Considere os seguintes enunciados:
Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos.
Foram três anos [...] não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul.
Os elementos destacados são, respectivamente,
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Para uma mulher de 55 anos, portadora de insuficiência renal crônica dialítica devido à nefropatia lúpica, o exame padrão ouro para o diagnóstico de anemia por deficiência de ferro é:
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Leia as recomendações do Ministério da Saúde, em relação ao uso de Oseltamivir para profilaxia da gripe A.
I Os profissionais de laboratório que tenham manipulado amostras clínicas que contenham a nova Influenza A (H1N1) sem o uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI).
II Os trabalhadores de saúde que estiveram envolvidos na realização de procedimentos invasivos (geradores de aerossóis) ou manipulação de secreções de um caso suspeito ou confirmado de infecção pela nova Influenza A (H1N1) sem o uso de EPI ou que utilizaram de maneira inadequada.
III Os trabalhadores de saúde que estiveram envolvidos na realização de procedimentos invasivos (geradores de aerossóis) ou manipulação de secreções de um caso suspeito ou confirmado de infecção pela nova Influenza A (H1N1) mesmo que tenha usado EPI adequadamente.
Das recomendações acima mencionadas, apenas
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Considere as afirmativas relacionadas ao estado de mal epiléptico:
I É caracterizado por cinco minutos contínuos de crise ou duas ou mais crises sem intervalos de consciência.
II A droga ideal inicial deverá ser a fenitoína por ter ação rápida e efeito de curta duração.
III O fenobarbital é o agente de escolha (antes da fenitoína) na crise para os pacientes já epilépticos que faziam uso e pararam de tomar o fenobarbital.
IV O midazolam tem-se mostrado mais seguro e mais eficaz que o diazepam no con-trole das crises após intoxicação alcoólica.
Estão corretas apenas as afirmativas:
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Paciente masculino, negro, 61 anos, com antecedente de HAS, vai ao ambulatório para consulta de rotina, não apresenta queixas, refere estar cumprindo as orientações relativas à hipertensão, estando em uso de ramipril 10mg/dia, anlodipina 10mg/dia e clortalidona 25mg/dia. Ao exame físico apresenta uma pressão arterial de 200 x 120mmHg. Esse paciente é considerado portador de:
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