Foram encontradas 49 questões.
Na questão seguinte, assinale a alternativa CORRETA.
Na prevenção de doenças relacionadas ao trabalho, a Ergonomia tem se preocupado com as cadências acentuadas instituídas pelas empresas nos sistemas produtivos. Os ritmos assumidos pelos trabalhadores têm sido identificados como forte gerador de sofrimento e cansaço nos trabalhadores. Nas atividades que exijam sobrecarga muscular estática ou dinâmica dos seguimentos corporais, deve ser observado o seguinte:
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Assinale a alternativa INCORRETA.
Para a prevenção de doenças relacionadas ao trabalho, podemos realizar a análise ergonômica do trabalho que, segundo a Norma Regulamentadora n. 17, deve prever a observação da organização do trabalho. Para tanto, a organização do trabalho deve levar em consideração, no mínimo, os seguintes aspectos da Norma Regulamentadora:
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Metamorfose amorosa
Uma vez, li num texto de Clarice Lispector esta frase: "Toda mãe de filha feia deveria prometer-lhe que ela seria bonita quando a sabedoria do amor esclarecesse um homem."
Sublinhei a frase instintivamente. Isto foi há muito tempo. Agora fui lá em A maçã no escuro procurar a frase, e lá estava ela, intacta e forte.
Recolho-a quando a questão da beleza, uma vez mais, vem habitar ostensivamente nosso verão. É que existem vários tipos de beleza. E a mais óbvia é a que todos vêem. Por exemplo, a beleza arrebatadora, avassaladora, que surge imperiosa e exige logo adoração.
É assim com certas mulheres e homens. Entram numa sala e passam a ser o centro de gravidade dos olhares. Aparecem nas telas e capas de revistas e nos hipnotizam. É assim também não apenas com pessoas, mas com certos objetos na vitrina e museus: ficamos medusados diante deles, em pura contemplação. É assim, ainda, com certas músicas que, ouvidas, passam a fazer parte de nosso repertório existencial e nos harmonizam nos desvãos do dia.
Mas a esse tipo de beleza se opõe um outro. O da beleza que se esvazia, que vai se esmaecendo e se distanciando de si mesma até ficar feia. É como se ocorresse uma metamorfose qualquer. E não estou falando de velhice e desgaste físico, mas da beleza que se esgota e se exaure. Pessoas que perdem o brilho sem que se saiba por que e em que instante exato.
O fato é que a gente olha, de repente, uma pessoa e repara que ela não apenas não está bela, mas já não é mais bela. É como se a harmonia se interrompesse inesperadamente. Um modo de olhar, a curva do nariz, uma expressão de mau gosto e a beleza se esvai. Se esvai onde? Nela? Em nós? Sabe-se apenas que o que era vidro se quebrou e o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...
Diferente desses tipos um outro aparece e me intriga: o da beleza envergonhada. A beleza acabrunhada de ser bela.
Existe? Existe.
Exemplo? Ei-lo.
Ela me confessou: quando menina era tão bonita que já não suportava mais. A todo lugar que ia repetiam-se as louvações carinhosas. Todos que vinham visitar a família desfilavam incontidos elogios. Ao ser apresentada, lá vinha o galanteio. Saindo com amigas, logo se diferenciava. No baile, a mais solicitada. Enfim, dizia ela, um porre! um saco! Parecia que as pessoas queriam tirar pedaço de mim. Outros elogiavam de uma maneira tal como se eu tivesse que fazer alguma coisa para merecer ser bela.
Nesse caso, a beleza passou a ser um ônus, uma cobrança, uma chateação. Daí que ela começou a enfear sua beleza para ser comum como os outros. A tal ponto que hoje o marido de vez em quando lhe diz: – Vê se te arruma um pouco, mulher...
Há, no entanto, uma beleza que não entra com clarins em nossa vida, nem se estampa em silhuetas perfeitas nas páginas do dia. Não é a obra sedutora, arrebatadora, exigindo imediatos adoradores.
Ela é percebida aos poucos. Não se constrói linearmente. Um dia você observa que o olhar dela não é tão banal. Que o sorriso irradiou uma mensagem qualquer. Está pronto para descobrir que a pele tem a temperatura do seu desejo. Um corpo que parecia tão igual-a-qualquer-um, súbito, ganha uma delicada aura. A voz, que antes não tinha qualquer traço especial, agora fica registrada na memória através de expressões banais, mas gostosas de serem lembradas.
Você está começando a olhá-la e a pensar: se ela não é tão deslumbrante como as outras, por que telefono, por que facilito encontros e por que seu corpo extrai do meu surpresas e maravilhas?
Como quem concede ou entrega um prêmio, como quem deposita a alma no destino do outro, você está pronto a se dizer: é bela, em mim, por mim, para mim. E isto basta. Eu te inventei na tua beleza, que construímos.
Sim, a beleza (descobre-se) também se constrói. Não exatamente (ou apenas) nas mesas de cirurgia plástica. Como as casas se constroem, como as flores, que passam a existir, se olhadas, a beleza se constrói. De nossas carências, de nossas premências ela se constrói, e é um imponderável arco sobre a íris de quem ama.
É assim, meu amigo. E se isto está acontecendo com você, você há muito começou a amá-la. E entre vocês dois está se operando mais que uma profecia de mãe, uma metamorfose rara, que você deve curtir e prolongar.
Affonso Romano de Sant'Anna
Texto disponível em: <http://www.riototal.com.br/coojornal/affonso016.htm>.
A alternativa na qual as palavras NÃO são acentuadas pelo mesmo motivo:
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Empresas com 100 a 200 empregados estão obrigadas a preencher com de seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, segundo a legislação previdenciária. Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna do texto.
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Quanto ao fenômeno conhecido como “dedo em gatilho” podemos afirmar que é:
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Metamorfose amorosa
Uma vez, li num texto de Clarice Lispector esta frase: "Toda mãe de filha feia deveria prometer-lhe que ela seria bonita quando a sabedoria do amor esclarecesse um homem."
Sublinhei a frase instintivamente. Isto foi há muito tempo. Agora fui lá em A maçã no escuro procurar a frase, e lá estava ela, intacta e forte.
Recolho-a quando a questão da beleza, uma vez mais, vem habitar ostensivamente nosso verão. É que existem vários tipos de beleza. E a mais óbvia é a que todos vêem. Por exemplo, a beleza arrebatadora, avassaladora, que surge imperiosa e exige logo adoração.
É assim com certas mulheres e homens. Entram numa sala e passam a ser o centro de gravidade dos olhares. Aparecem nas telas e capas de revistas e nos hipnotizam. É assim também não apenas com pessoas, mas com certos objetos na vitrina e museus: ficamos medusados diante deles, em pura contemplação. É assim, ainda, com certas músicas que, ouvidas, passam a fazer parte de nosso repertório existencial e nos harmonizam nos desvãos do dia.
Mas a esse tipo de beleza se opõe um outro. O da beleza que se esvazia, que vai se esmaecendo e se distanciando de si mesma até ficar feia. É como se ocorresse uma metamorfose qualquer. E não estou falando de velhice e desgaste físico, mas da beleza que se esgota e se exaure. Pessoas que perdem o brilho sem que se saiba por que e em que instante exato.
O fato é que a gente olha, de repente, uma pessoa e repara que ela não apenas não está bela, mas já não é mais bela. É como se a harmonia se interrompesse inesperadamente. Um modo de olhar, a curva do nariz, uma expressão de mau gosto e a beleza se esvai. Se esvai onde? Nela? Em nós? Sabe-se apenas que o que era vidro se quebrou e o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...
Diferente desses tipos um outro aparece e me intriga: o da beleza envergonhada. A beleza acabrunhada de ser bela.
Existe? Existe.
Exemplo? Ei-lo.
Ela me confessou: quando menina era tão bonita que já não suportava mais. A todo lugar que ia repetiam-se as louvações carinhosas. Todos que vinham visitar a família desfilavam incontidos elogios. Ao ser apresentada, lá vinha o galanteio. Saindo com amigas, logo se diferenciava. No baile, a mais solicitada. Enfim, dizia ela, um porre! um saco! Parecia que as pessoas queriam tirar pedaço de mim. Outros elogiavam de uma maneira tal como se eu tivesse que fazer alguma coisa para merecer ser bela.
Nesse caso, a beleza passou a ser um ônus, uma cobrança, uma chateação. Daí que ela começou a enfear sua beleza para ser comum como os outros. A tal ponto que hoje o marido de vez em quando lhe diz: – Vê se te arruma um pouco, mulher...
Há, no entanto, uma beleza que não entra com clarins em nossa vida, nem se estampa em silhuetas perfeitas nas páginas do dia. Não é a obra sedutora, arrebatadora, exigindo imediatos adoradores.
Ela é percebida aos poucos. Não se constrói linearmente. Um dia você observa que o olhar dela não é tão banal. Que o sorriso irradiou uma mensagem qualquer. Está pronto para descobrir que a pele tem a temperatura do seu desejo. Um corpo que parecia tão igual-a-qualquer-um, súbito, ganha uma delicada aura. A voz, que antes não tinha qualquer traço especial, agora fica registrada na memória através de expressões banais, mas gostosas de serem lembradas.
Você está começando a olhá-la e a pensar: se ela não é tão deslumbrante como as outras, por que telefono, por que facilito encontros e por que seu corpo extrai do meu surpresas e maravilhas?
Como quem concede ou entrega um prêmio, como quem deposita a alma no destino do outro, você está pronto a se dizer: é bela, em mim, por mim, para mim. E isto basta. Eu te inventei na tua beleza, que construímos.
Sim, a beleza (descobre-se) também se constrói. Não exatamente (ou apenas) nas mesas de cirurgia plástica. Como as casas se constroem, como as flores, que passam a existir, se olhadas, a beleza se constrói. De nossas carências, de nossas premências ela se constrói, e é um imponderável arco sobre a íris de quem ama.
É assim, meu amigo. E se isto está acontecendo com você, você há muito começou a amá-la. E entre vocês dois está se operando mais que uma profecia de mãe, uma metamorfose rara, que você deve curtir e prolongar.
Affonso Romano de Sant'Anna
Texto disponível em: <http://www.riototal.com.br/coojornal/affonso016.htm>.
A virgula da frase “É assim, meu amigo.” justifica-se por:
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São caracterizados como insalubres em grau mínimo, médio ou máximo, apenas os agentes
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Segundo a legislação constante da Norma Regulamentadora 15, atividades e operações insalubres, os valores estabelecidos para o valor de referência tecnológico, média ponderada no tempo, se referem à concentração de no ar, considerada exequível do ponto de vista técnico, sendo definidos em processo de negociação .
Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas do texto.
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Utilizando o software Microsoft Excel na versão 2003 ou superior, tem-se um arquivo com quatro planilhas nomeadas nesta ordem: “resumo”, “mes01”, “mes02” e “mes03. A primeira planilha contém um resumo das vendas efetuadas ao longo dos meses, as demais planilhas contem histórico de vendas diárias de um determinado mês. O total das vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03”, encontram-se na linha 1 coluna D de cada planilha. Assinale a alternativa que indica qual dever ser a fórmula contida na célula D15 da planilha “resumo”, com o valor médio do total de vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03.
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Metamorfose amorosa
Uma vez, li num texto de Clarice Lispector esta frase: "Toda mãe de filha feia deveria prometer-lhe que ela seria bonita quando a sabedoria do amor esclarecesse um homem."
Sublinhei a frase instintivamente. Isto foi há muito tempo. Agora fui lá em A maçã no escuro procurar a frase, e lá estava ela, intacta e forte.
Recolho-a quando a questão da beleza, uma vez mais, vem habitar ostensivamente nosso verão. É que existem vários tipos de beleza. E a mais óbvia é a que todos vêem. Por exemplo, a beleza arrebatadora, avassaladora, que surge imperiosa e exige logo adoração.
É assim com certas mulheres e homens. Entram numa sala e passam a ser o centro de gravidade dos olhares. Aparecem nas telas e capas de revistas e nos hipnotizam. É assim também não apenas com pessoas, mas com certos objetos na vitrina e museus: ficamos medusados diante deles, em pura contemplação. É assim, ainda, com certas músicas que, ouvidas, passam a fazer parte de nosso repertório existencial e nos harmonizam nos desvãos do dia.
Mas a esse tipo de beleza se opõe um outro. O da beleza que se esvazia, que vai se esmaecendo e se distanciando de si mesma até ficar feia. É como se ocorresse uma metamorfose qualquer. E não estou falando de velhice e desgaste físico, mas da beleza que se esgota e se exaure. Pessoas que perdem o brilho sem que se saiba por que e em que instante exato.
O fato é que a gente olha, de repente, uma pessoa e repara que ela não apenas não está bela, mas já não é mais bela. É como se a harmonia se interrompesse inesperadamente. Um modo de olhar, a curva do nariz, uma expressão de mau gosto e a beleza se esvai. Se esvai onde? Nela? Em nós? Sabe-se apenas que o que era vidro se quebrou e o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...
Diferente desses tipos um outro aparece e me intriga: o da beleza envergonhada. A beleza acabrunhada de ser bela.
Existe? Existe.
Exemplo? Ei-lo.
Ela me confessou: quando menina era tão bonita que já não suportava mais. A todo lugar que ia repetiam-se as louvações carinhosas. Todos que vinham visitar a família desfilavam incontidos elogios. Ao ser apresentada, lá vinha o galanteio. Saindo com amigas, logo se diferenciava. No baile, a mais solicitada. Enfim, dizia ela, um porre! um saco! Parecia que as pessoas queriam tirar pedaço de mim. Outros elogiavam de uma maneira tal como se eu tivesse que fazer alguma coisa para merecer ser bela.
Nesse caso, a beleza passou a ser um ônus, uma cobrança, uma chateação. Daí que ela começou a enfear sua beleza para ser comum como os outros. A tal ponto que hoje o marido de vez em quando lhe diz: – Vê se te arruma um pouco, mulher...
Há, no entanto, uma beleza que não entra com clarins em nossa vida, nem se estampa em silhuetas perfeitas nas páginas do dia. Não é a obra sedutora, arrebatadora, exigindo imediatos adoradores.
Ela é percebida aos poucos. Não se constrói linearmente. Um dia você observa que o olhar dela não é tão banal. Que o sorriso irradiou uma mensagem qualquer. Está pronto para descobrir que a pele tem a temperatura do seu desejo. Um corpo que parecia tão igual-a-qualquer-um, súbito, ganha uma delicada aura. A voz, que antes não tinha qualquer traço especial, agora fica registrada na memória através de expressões banais, mas gostosas de serem lembradas.
Você está começando a olhá-la e a pensar: se ela não é tão deslumbrante como as outras, por que telefono, por que facilito encontros e por que seu corpo extrai do meu surpresas e maravilhas?
Como quem concede ou entrega um prêmio, como quem deposita a alma no destino do outro, você está pronto a se dizer: é bela, em mim, por mim, para mim. E isto basta. Eu te inventei na tua beleza, que construímos.
Sim, a beleza (descobre-se) também se constrói. Não exatamente (ou apenas) nas mesas de cirurgia plástica. Como as casas se constroem, como as flores, que passam a existir, se olhadas, a beleza se constrói. De nossas carências, de nossas premências ela se constrói, e é um imponderável arco sobre a íris de quem ama.
É assim, meu amigo. E se isto está acontecendo com você, você há muito começou a amá-la. E entre vocês dois está se operando mais que uma profecia de mãe, uma metamorfose rara, que você deve curtir e prolongar.
Affonso Romano de Sant'Anna
Texto disponível em: <http://www.riototal.com.br/coojornal/affonso016.htm>.
As frases destacadas no texto foram reescritas em um só período.
O período correto quanto à pontuação é:
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