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Sobre o contexto abolicionista, é possível afirmar:
I. A tensão antiescravista passava pelo interior do próprio Estado nacional, através de suas instituições e agentes, assim como através do espaço público, envolvendo intelectuais, políticos, escritores, jornalistas, a imprensa, associações e demais instituições.
II. A Abolição da Escravidão no Brasil, entretanto, só ocorreu em 1888, depois de um intenso e crescente movimento abolicionista que começou a tomar corpo no início da década de 1880.
III. A tomada de medidas que rumaram no sentido da abolição da escravidão foi forçada por uma conjuntura internacional e, pode-se verificar que, por exemplo, os que se viram compelidos a tomar a medida da lei do ventre livre não acreditavam, necessariamente, que a esta se seguiria o fim da escravatura.
IV. Os grupos envolvidos com o movimento abolicionista advinham quase que exclusivamente de camadas populares e sua atuação encontrava-se em consonância com as propostas conservadoras do período.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
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A força escrava foi durante todo o período colonial e quase todo o imperial a principal forma de mão de obra utilizada ao longo do Brasil. Entretanto, pode-se dizer que muitos escravos não aceitaram sua situação sem resistir. Percebese, inclusive, a sua participação nas revoltas do período regencial. Sobre esse tema, pode-se afirmar:
I. A presença escrava pode ser verificada em vários movimentos insurretos do período regencial, como a Balaiada e a Cabanagem.
II. O levante dos Malês, além de contar com a participação de escravos, foi o único movimento liderado por esses e libertos africanos.
III. Os escravos foram importante força na Guerra dos Farrapos.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
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A história do Brasil imperial foi marcada por diversos conflitos. Destaca-se, por exemplo, as revoltas ocorridas no período regencial. Sobre elas, é possível afirmar:
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Entre os séculos XVI e início do século XIX, Portugal estabeleceu relações coloniais com o Brasil e partes da África. É possível afirmar:
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Sobre o tráfico negreiro e escravidão no Brasil, analise as afirmativas, identificando com “V” as VERDADEIRAS e com “F” as FALSAS, assinalando a seguir a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:
( ) As pressões para a proibição do tráfico negreiro antecedem o processo de independência do Brasil.
( ) O tráfico negreiro teve pouca relevância para a economia brasileira nos séculos XVIII e XIX.
( ) O tráfico ilegal de escravos para o Brasil era algo percebido pela população, entretanto aceito pelas autoridades, que não reconheciam como legítima a pressão britânica.
( ) Ainda que a Grã-Bretanha tenha conseguido uma vitória com a proibição do tráfico negreiro, a mão de obra escrava ainda se constituía em importante demanda da produção cafeicultora.
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O processo de independência do Brasil deixou clara a polarização política entre o grupo dos portugueses (Partido Português) e o grupo dos brasileiros (Partido Brasileiro). Sobre as questões políticas do Primeiro Reinado:
I. O Partido Português era formado por militares de alta patente, funcionários públicos e comerciantes.
II. O Partido Brasileiro agrupava elementos com diferentes correntes políticas.
III. No Partido Português havia tanto Conservadores como Liberais.
IV. O Partido Brasileiro era formado especialmente por membros da aristocracia rural.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
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“O problema da coisificação dos escravos ganha então uma dimensão bem mais abrangente. A definição legal do escravo como “coisa” se transforma também numa condição social [...]”. (CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990). Sobre a escravidão no Brasil, é INCORRETO afirmar:
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“Já ficou registrado que o fim do Império e o início da República foi uma época caracterizada por grande movimentação de ideias, em geral importadas da Europa. Na maioria das vezes, eram ideias mal absorvidas ou absorvidas de modo parcial ou seletivo, resultando em grande confusão ideológica”, (CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. São Paulo, Companhia das Letras, 1987, p. 42).
O autor afirma, no entanto, que várias dessas ideias já haviam sido implantadas durante o período imperial. Nesse sentido, com relação à transição entre o Império e a República, é possível afirmar:
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Sobre o século XIX no Brasil:
I. Pode-se considerar que a vinda da família real para o Brasil constituiu-se em importante etapa no sentido de emancipação do Brasil como país.
II. O governo de D. Pedro I teve características conservadoras, tais como o fechamento da Assembleia Constituinte e a outorgação de uma Constituição elaborada sem a participação de instituições legislativas.
III. O período regencial teve papel crucial na manutenção da centralização das decisões políticas nas mãos do Poder Executivo.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
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De acordo com Farlane in Malerba (2006, p.387): “Quando o Brasil se tornou independente em 1822, juntou-se ao crescente número de colônias europeias nas Américas que haviam rompido com suas respectivas metrópoles e se transformado em países autônomos”. (MCFARLANE, Anthony. Independências americanas na era das revoluções: conexões, contextos, comparações. In: MALERBA, Jurandir (Org). A Independência Brasileira: novas dimensões. Rio de Janeiro: 2006).
Analise as afirmativas, identificando com “V” as VERDADEIRAS e com “F” as FALSAS, assinalando a seguir a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:
( ) A secessão do Brasil, em relação a Portugal, deu-se de maneira diversa daquelas levadas a cabo pelas colônias da América hispânica em seus processos de ruptura com a metrópole espanhola.
( ) Os processos de independência das colônias da América espanhola envolveram longos enfrentamentos armados, enquanto o Brasil vivenciou um processo relativamente pacífico.
( ) Entretanto, a emancipação do Brasil fez parte de um processo mais amplo que teve início com o fim do imperialismo napoleônico.
( ) A crise das monarquias ibéricas influenciou sobremaneira os processos de independência, inclusive o brasileiro.
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