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De acordo com a Lei nº 11.892/98, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, são objetivos dos Institutos Federais:
I. Realizar pesquisas aplicadas, estimulando o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas, estendendo seus benefícios à comunidade.
II. Desenvolver atividades de extensão de acordo com os princípios e finalidades da educação profissional e tecnológica, em articulação com o mundo do trabalho e os segmentos sociais, e com ênfase na produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos.
III. Estimular e apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento socioeconômico local e regional.
Estão corretas as afirmativas:
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Quem incendiou a Biblioteca de Alexandria?
Alexandria, no Egito, ficou famosa por seu Farol e, sobretudo, por sua Biblioteca, que teve seu apogeu entre 290 a.C. e 88 a. C., com estimados 600 mil rolos de pergaminho, equivalentes a 120 mil livros.
Ela serviu como fonte para o renascimento grego helenístico e, o que restou dela, para o renascimento europeu do século XV.
Apenas um em cada dez clássicos sobreviveu e, durante mil anos, nada que chegasse perto de sua importância surgiu na humanidade.
Imagino em que nível de evolução estaríamos se ela tivesse sido devidamente preservada. [...]
!$ \bullet !$ 88 a.C - Ptolomeu VIII pôs fogo em grande parte da cidade numa guerra civil e dispersou os estudiosos temporariamente.
!$ \bullet !$ 47 a.C - Júlio César, depois de escapar de ser assassinado, pôs fogo na frota de Alexandria, que por sua vez acabou queimando áreas da cidade, inclusive edificações que continham 40 mil pergaminhos.
!$ \bullet !$ 273 d.C - O imperador romano Aureliano reconquistou o Egito, queimando a parte de Alexandria onde ficava a biblioteca.
!$ \bullet !$ 391 d.C - O arcebispo cristão Teófilo incendiou propositalmente a segunda biblioteca de Alexandria, com 40 mil rolos, porque ela estava instalada num templo pagão de Serápis.
!$ \bullet !$ 645 d.C —- O conquistador muçulmano, califa Omar, respondeu a um de seus generais que lhe perguntou o que fazer com os famosos livros de Alexandria.
Disse ele:
“Se o conteúdo estiver de acordo com o livro de Alá, podemos passar sem eles, porque o livro de Alá é mais do que suficiente. Se, por outro lado, eles contêm ideias que não estão de acordo com o livro de Alá, não há necessidade de preservá-los. Então, vá em frente e destrua-os.”
O cronista Ibn al-Kifti relata que os livros foram usados para aquecer os banhos publicos de Alexandria. Seis meses foram necessários para consumir todos os volumes.
[...]
(Adaptado de MARTINS, Alessandro. Livros e afins. Disponível em: http:/livroseafins.com/quem-incendiou-a-biblioteca-de-alexandria/.
Acesso em: 21 abr. 2010.)
No trecho: “o arcebispo cristão Teófilo incendiou propositalmente a segunda biblioteca de Alexandria, com 40 mil rolos, porque ela estava instalada num templo pagão de Serápis”, O termo em destaque foi grafado junto e sem acento, pois
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Fobias
[...]
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados). agorafobia (medo de espaços abertos). acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergmania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar a minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência —- e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaias” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
Mas. e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe. cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Bem... Tem uma carta da mamãe.
- Manda!
(VERISSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 104-105.)
A palavra ímpeto poderia, sem prejuízo para o sentido do texto, ser substituída por:
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Um dos recursos existentes no Internet Explorer para garantir que esta sendo usada a versão mais recente da página Web atual e clicar no botão
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Relacione as colunas abaixo de acordo com os principais setores de uma biblioteca:
1 - Registro
2 - Processamento técnico
3 - Circulação
( ) é responsável pelos serviços fins da biblioteca; atende diretamente o usuário e requer pessoal capacitado.
( ) é responsável por tornar os documentos patrimônio da biblioteca, também chamado de tombamento ou tombo.
( ) é onde acontece o empréstimo, a devolução, renovação e/ou reserva de livros que se encontram emprestados.
( ) é encarregado de classificar, indexar e catalogar os livros; preparar os livros para o empréstimo visando à recuperação da informação.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Quem incendiou a Biblioteca de Alexandria?
Alexandria, no Egito, ficou famosa por seu Farol e, sobretudo, por sua Biblioteca, que teve seu apogeu entre 290 a.C. e 88 a. C., com estimados 600 mil rolos de pergaminho, equivalentes a 120 mil livros.
Ela serviu como fonte para o renascimento grego helenístico e, o que restou dela, para o renascimento europeu do século XV.
Apenas um em cada dez clássicos sobreviveu e, durante mil anos, nada que chegasse perto de sua importância surgiu na humanidade. Imagino em que nível de evolução estaríamos se ela tivesse sido devidamente preservada. [...]
!$ \bullet !$ 88 a.C - Ptolomeu VIII pôs fogo em grande parte da cidade numa guerra civil e dispersou os estudiosos temporariamente.
!$ \bullet !$ 47 a.C - Júlio César, depois de escapar de ser assassinado, pôs fogo na frota de Alexandria, que por sua vez acabou queimando áreas da cidade, inclusive edificações que continham 40 mil pergaminhos.
!$ \bullet !$ 273 d.C - O imperador romano Aureliano reconquistou o Egito, queimando a parte de Alexandria onde ficava a biblioteca.
!$ \bullet !$ 391 d.C - O arcebispo cristão Teófilo incendiou propositalmente a segunda biblioteca de Alexandria, com 40 mil rolos, porque ela estava instalada num templo pagão de Serápis.
!$ \bullet !$ 645 d.C —- O conquistador muçulmano, califa Omar, respondeu a um de seus generais que lhe perguntou o que fazer com os famosos livros de Alexandria.
Disse ele:
“Se o conteúdo estiver de acordo com o livro de Alá, podemos passar sem eles, porque o livro de Alá é mais do que suficiente. Se, por outro lado, eles contêm ideias que não estão de acordo com o livro de Alá, não há necessidade de preservá-los. Então, vá em frente e destrua-os.”
O cronista Ibn al-Kifti relata que os livros foram usados para aquecer os banhos publicos de Alexandria. Seis meses foram necessários para consumir todos os volumes.
[...]
(Adaptado de MARTINS, Alessandro. Livros e afins. Disponível em: http:/livroseafins.com/quem-incendiou-a-biblioteca-de-alexandria/.
Acesso em: 21 abr. 2010.)
De acordo com o texto, os principais motivos da destruição da Biblioteca de Alexandria foram
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Quem incendiou a Biblioteca de Alexandria?
Alexandria, no Egito, ficou famosa por seu Farol e, sobretudo, por sua Biblioteca, que teve seu apogeu entre 290 a.C. e 88 a. C., com estimados 600 mil rolos de pergaminho, equivalentes a 120 mil livros.
Ela serviu como fonte para o renascimento grego helenístico e, o que restou dela, para o renascimento europeu do século XV.
Apenas um em cada dez clássicos sobreviveu e, durante mil anos, nada que chegasse perto de sua importância surgiu na humanidade. Imagino em que nível de evolução estaríamos se ela tivesse sido devidamente preservada. [...]
!$ \bullet !$ 88 a.C - Ptolomeu VIII pôs fogo em grande parte da cidade numa guerra civil e dispersou os estudiosos temporariamente.
!$ \bullet !$ 47 a.C - Júlio César, depois de escapar de ser assassinado, pôs fogo na frota de Alexandria, que por sua vez acabou queimando áreas da cidade, inclusive edificações que continham 40 mil pergaminhos.
!$ \bullet !$ 273 d.C - O imperador romano Aureliano reconquistou o Egito, queimando a parte de Alexandria onde ficava a biblioteca.
!$ \bullet !$ 391 d.C - O arcebispo cristão Teófilo incendiou propositalmente a segunda biblioteca de Alexandria, com 40 mil rolos, porque ela estava instalada num templo pagão de Serápis.
!$ \bullet !$ 645 d.C —- O conquistador muçulmano, califa Omar, respondeu a um de seus generais que lhe perguntou o que fazer com os famosos livros de Alexandria.
Disse ele:
“Se o conteúdo estiver de acordo com o livro de Alá, podemos passar sem eles, porque o livro de Alá é mais do que suficiente. Se, por outro lado, eles contêm ideias que não estão de acordo com o livro de Alá, não há necessidade de preservá-los. Então, vá em frente e destrua-os.”
O cronista Ibn al-Kifti relata que os livros foram usados para aquecer os banhos publicos de Alexandria. Seis meses foram necessários para consumir todos os volumes.
[...]
(Adaptado de MARTINS, Alessandro. Livros e afins. Disponível em: http:/livroseafins.com/quem-incendiou-a-biblioteca-de-alexandria/.
Acesso em: 21 abr. 2010.)
Do texto, é possível inferir que
I. a destruição da Biblioteca de Alexandria foi o principal motivo do atraso no desenvolvimento cultural do Ocidente no período anterior ao Renascimento europeu.
II. Ptolomeu VIII destruiu intencionalmente a Biblioteca a fim de afastar os estudiosos do Egito.
III. o tempo necessário para queimar os livros da Biblioteca, nos banhos públicos, demonstra que o acervo era imenso.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Fobias
[...]
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados). agorafobia (medo de espaços abertos). acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergmania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar a minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação. embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência —- e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaias” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
Mas. e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe. cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Bem... Tem uma carta da mamãe.
- Manda!
(VERISSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 104-105.)
A expressão para saciar a minha sede de letras, indica a figura de linguagem:
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Qual a finalidade do campo “Cco:” no cabeçalho das mensagens de correio eletrônico?
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