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Foram encontradas 40 questões.

796999 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise a seguinte sintaxe do SQL:
Select depto, avg(salario)
From Emp
Group by depto
Where avg(salario)>150;
Qual alternativa apresenta a descrição correta do comando?
 

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793559 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Enunciado 793559-1
Qual afirmativa abaixo representa corretamente os códigos que devem preencher respectivamente as lacunas nos três testes lógicos necessários para completar o algoritmo fazendo com que este programa consiga identificar se os valores A, B e C informados formam um triângulo e, se for o caso, classificar este triângulo em Equilátero (todos os lados iguais), Isósceles (somente dois lados iguais) e Escaleno(todos os lados diferentes).
 

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790975 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise o algoritmo abaixo escrito em linguagem C++ e responda à questão a seguir:
Enunciado 790975-1
Afirma-se que o output do algoritmo será
 

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790938 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
Em “... o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade...” (5º parágrafo), observa-se a presença da figura de linguagem denominada
 

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790680 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Enunciado 790680-1
Qual afirmativa abaixo representa o código da linha oito (08) necessário para completar o algoritmo, fazendo com que este programa consiga calcular o fatorial de 5 (!5 = 5*4*3*2*1=120).
 

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790436 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Durante as etapas de Análise e Levantamento de Requisitos, trabalha-se com o domínio do problema e tenta-se entender quais as funcionalidades necessárias a que o software deve atender. Na etapa de Levantamento de requisitos, o Engenheiro de Software busca compreender as necessidades do usuário.
A técnica comumente mais utilizada durante esta etapa é
 

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790282 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise o código escrito em linguagem C++ abaixo e responda à questão a seguir:
Enunciado 790282-1
Enunciado 790282-2
Para o algoritmo ter como output o texto exibido na tabela Resultado, a instrução utilizada no espaço reservado na linha 10 deverá ser
 

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790186 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise o código escrito em linguagem C++ abaixo e responda à questão a seguir:
Enunciado 790186-1
Quantas interações ocorrerão na estrutura de repetição existente na linha 04?
 

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789877 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere o Diagrama de Classe da UML da Figura 2:
Enunciado 789877-1
A afirmativa correta em relação ao tipo de associação entre as classes Pedido e ItemPedido é
 

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770081 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
Leia este trecho, atentando para as palavras em destaque: “E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios.” (7º parágrafo).
Considerando as ideias veiculadas pelo parágrafo de onde foi extraído esse trecho, a palavra destacada que NÃO possui função referencial é
 

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