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Observe a foto, de agosto de 1961, abaixo.

Fonte: AZEVEDO, Gislaine; SERICOPI, Reinaldo. História: ensino médio: volume único.
São Paulo, SP: Ática, 2007. p. 477.
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Leia o excerto a seguir.
“Ao tratar do problema da hominização na África, o procedimento do pré-historiador é bastante diferente daquele empregado pelo paleontólogo”.
SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília, DF: UNESCO, 2013. p.95.
A Hominização é um processo evolutivo que ocorreu a partir de um primata desconhecido e impulsionou os seres humanos à transformação física, intelectual e cultural.
Considerando os debates históricos acerca da hominização apresentados pelo autor, afirma-se que
“Ao tratar do problema da hominização na África, o procedimento do pré-historiador é bastante diferente daquele empregado pelo paleontólogo”.
SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília, DF: UNESCO, 2013. p.95.
A Hominização é um processo evolutivo que ocorreu a partir de um primata desconhecido e impulsionou os seres humanos à transformação física, intelectual e cultural.
Considerando os debates históricos acerca da hominização apresentados pelo autor, afirma-se que
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Terminada a Segunda Guerra Mundial, de acordo com Gertz quando escreve sobre
Neonazismo no Rio Grande do Sul:
“O clima daí decorrente estendeu-se por muitos anos, após a guerra. Por isso, parte da população de origem alemã manteve-se arredia, retraída, e, de outro lado, continuou sendo encarada com desdém por alguns setores da sociedade brasileira – foi o tempo em que se falava do ‘alemão batata’.”.
GERTZ, 2012, p. 19-20) GERTZ, R. E. O Neonazismo no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012. p. 19-20.
Sobre as discussões acerca do Nazismo e do Neonazismo no Rio Grande do Sul, realizadas pelo autor, afirma-se que
“O clima daí decorrente estendeu-se por muitos anos, após a guerra. Por isso, parte da população de origem alemã manteve-se arredia, retraída, e, de outro lado, continuou sendo encarada com desdém por alguns setores da sociedade brasileira – foi o tempo em que se falava do ‘alemão batata’.”.
GERTZ, 2012, p. 19-20) GERTZ, R. E. O Neonazismo no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012. p. 19-20.
Sobre as discussões acerca do Nazismo e do Neonazismo no Rio Grande do Sul, realizadas pelo autor, afirma-se que
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- História Geral
Os estudos históricos brasileiros são marcados pela carência de informações sobre o Reino
do Meio, Zhongguo, nome da China em mandarim. O atual interesse a respeito do dragão
chinês ocorre devido às possibilidades de estreitar as relações econômicas, os
investimentos em educação e pesquisa, mas também ao desafio de dar uma resposta às
suas políticas externas.
Sobre a história da Antiga China, afirma-se, EXCETO que
Sobre a história da Antiga China, afirma-se, EXCETO que
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- História Geral
Os hebreus têm sua origem na Mesopotâmia e, a partir do evento do Êxodo, sob liderança
de Moisés, foram libertos da escravidão no Egito. Esse povo seminômade adotou o
monoteísmo, a crença num deus único e universal, designado Javé, cujo culto deu origem
ao judaísmo.
A respeito do estudo e da história dos hebreus, afirma-se, EXCETO que
A respeito do estudo e da história dos hebreus, afirma-se, EXCETO que
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A República Romana caracterizou-se por uma complexa estrutura político-administrativa
formada por três áreas: Magistratura, Senado e Assembleias. Essa estrutura refletia as
riquezas e os privilégios dos distintos grupos sociais, aumentando as desigualdades entre
patrícios e plebeus. Também desencadeou várias revoltas plebeias, o que ocasionou
mudanças na vida política e social de Roma.
Sobre as lutas e a ascensão da plebe durante a República Romana, afirma-se que
Sobre as lutas e a ascensão da plebe durante a República Romana, afirma-se que
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- História Geral
Leia o excerto a seguir.
“Os preceitos e os princípios corânicos constituem o fundamento da fé islâmica. [...] O Islã não é somente uma religião, trata-se de um modo de vida completo que abarca todas as esferas da existência humana. O Islã está repleto de conselhos apropriados a todas as circunstâncias da vida: individuais, sociais, materiais e morais, econômicas e políticas, nacionais e internacionais.”
SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília, DF: UNESCO, 2013. Vol. I, p.290.
O Islã é resultado de um processo histórico ocorrido a partir do séc. VII d.C., no período conhecido como a Alta Idade Média. Seu livro sagrado, o Corão, tem ensinamentos de natureza global que visam a guiar os seres humanos em sua relação com Deus e com os outros membros da sociedade humana.
Constitui-se em preceito da fé islâmica
“Os preceitos e os princípios corânicos constituem o fundamento da fé islâmica. [...] O Islã não é somente uma religião, trata-se de um modo de vida completo que abarca todas as esferas da existência humana. O Islã está repleto de conselhos apropriados a todas as circunstâncias da vida: individuais, sociais, materiais e morais, econômicas e políticas, nacionais e internacionais.”
SILVÉRIO, V. R. (Coord.). Síntese da Coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI. Brasília, DF: UNESCO, 2013. Vol. I, p.290.
O Islã é resultado de um processo histórico ocorrido a partir do séc. VII d.C., no período conhecido como a Alta Idade Média. Seu livro sagrado, o Corão, tem ensinamentos de natureza global que visam a guiar os seres humanos em sua relação com Deus e com os outros membros da sociedade humana.
Constitui-se em preceito da fé islâmica
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Leia o excerto a seguir.
“[...] mulheres movidas pela fé em Jesus e inspiradas pelas redescobertas teológicas de Martim Lutero foram determinantes para o avanço da Reforma da Igreja. Mulheres que colocaram, muitas vezes, em risco sua vida em defesa da fé em Jesus Cristo. Mulheres que a partir da leitura da Bíblia, tiveram grande importância de atuação no movimento da Reforma.”
BLASI, M; BRUN, M. e KIECKBUSCH, W. Bordando memórias: História das Mulheres do movimento da Reforma. São Leopoldo: Sinodal, 2019. p.07.
As Reformas Religiosas foram, antes de tudo, redescobertas teológicas determinantes para as transformações políticas, sociais, econômicas e culturais do seu tempo. Esses movimentos religiosos contaram com mulheres como Katharina von Bora, Erdmuthe von Branderburg, Eléonore d’Olbreuse, Katharina Schütz Zell, Justina Siegemund e tantas outras que foram invisibilizadas pelos estudos históricos.
A respeito do papel histórico das mulheres nas reformas religiosas, afirma-se, EXCETO que
“[...] mulheres movidas pela fé em Jesus e inspiradas pelas redescobertas teológicas de Martim Lutero foram determinantes para o avanço da Reforma da Igreja. Mulheres que colocaram, muitas vezes, em risco sua vida em defesa da fé em Jesus Cristo. Mulheres que a partir da leitura da Bíblia, tiveram grande importância de atuação no movimento da Reforma.”
BLASI, M; BRUN, M. e KIECKBUSCH, W. Bordando memórias: História das Mulheres do movimento da Reforma. São Leopoldo: Sinodal, 2019. p.07.
As Reformas Religiosas foram, antes de tudo, redescobertas teológicas determinantes para as transformações políticas, sociais, econômicas e culturais do seu tempo. Esses movimentos religiosos contaram com mulheres como Katharina von Bora, Erdmuthe von Branderburg, Eléonore d’Olbreuse, Katharina Schütz Zell, Justina Siegemund e tantas outras que foram invisibilizadas pelos estudos históricos.
A respeito do papel histórico das mulheres nas reformas religiosas, afirma-se, EXCETO que
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Nicolau Sevcenko afirma que a maioria das cidades italianas já gozava de autonomia no
limiar do século XIII, quando inicia a cultura renascentista. Organizadas em cidadesestados ou repúblicas independentes, resultado da prosperidade econômica de cidades
mercantis, guildas e corporações bem sucedidas em seus negócios, moldaram as
instituições das novas repúblicas a seu gosto. Isso colaborou para uma atitude mais
racional, projetiva, agressiva, conquistadora, sedenta de independência, espaço, saber e
distinção.
Sobre O Renascimento italiano e suas fases, afirma-se que
Sobre O Renascimento italiano e suas fases, afirma-se que
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Leia o seguinte excerto
“No retorno de suas viagens, toda a comunidade, paramentada, dirige-se ao seu encontro; à entrada da Igreja, ele beija os monges, um após o outro – rito do abraço paterno – e, nesse dia, um prato suplementar é servido no refeitório – rito do alimento festivo; além disso, ele próprio, à mesa, é distinguido dos outros; trazem-lhe iguarias mais finas e o melhor vinho. O fogo, o beijo, o vinho, o cortejo, todo o aparato de uma ‘alegre chegada’ como se dirá mais tarde dos reis.”
DUBY, G. História da Vida Privada. Da Europa Feudal à Renascença. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p.60.
De acordo com Charles Duby, o sistema feudal possuía ritos e sinais de deferência cotidiana que revelam uma estruturação social muito complexa.
O excerto acima refere-se ao rito de
“No retorno de suas viagens, toda a comunidade, paramentada, dirige-se ao seu encontro; à entrada da Igreja, ele beija os monges, um após o outro – rito do abraço paterno – e, nesse dia, um prato suplementar é servido no refeitório – rito do alimento festivo; além disso, ele próprio, à mesa, é distinguido dos outros; trazem-lhe iguarias mais finas e o melhor vinho. O fogo, o beijo, o vinho, o cortejo, todo o aparato de uma ‘alegre chegada’ como se dirá mais tarde dos reis.”
DUBY, G. História da Vida Privada. Da Europa Feudal à Renascença. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p.60.
De acordo com Charles Duby, o sistema feudal possuía ritos e sinais de deferência cotidiana que revelam uma estruturação social muito complexa.
O excerto acima refere-se ao rito de
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